A lembrança mais antiga que eu tenho de... Nildinha Freitas

A lembrança mais antiga que eu tenho de mim mesma me faz entender que, durante toda a minha existência, eu já passei por muitos processos transformacionais. Olhando para trás, eu vejo que aprendi bem a mascarar a dor, a mascarar quem sou. Eu não sei se isso foi bom ou ruim. Enfim, olhando para a frente, estou aprendendo a ser quem sou, infinitamente, sempre querendo ser eu e mais ninguém.
Nildinha Freitas
