Enquanto o desespero consumia tua alma e... KANGAL
Enquanto o desespero consumia tua alma
e a morte já estendia o véu sobre teu caminho,
tu tremias diante da escuridão.
Eu, porém, dancei com ela.
Fitei seus olhos sem desviar o meu,
atravessei seu silêncio
e a distraí o bastante para arrancar-te de seus braços.
Hoje, proclamas tuas vitórias
como se jamais tivesses caído.
Mas nunca venceste a morte;
apenas sobreviveste porque alguém
teve a coragem de bailar com ela
enquanto tu te desesperavas.
