O Enigma do Professor Números Era uma... Prof. Cranon

O Enigma do Professor Números


Era uma vez, numa escola esquecida no fim da floresta, um professor que ninguém via envelhecer. Chamavam-no de Senhor Ângulo, e seus olhos brilhavam como giz sob a lua cheia.


Contam que ele trocara sua alma com uma bruxa por uma lousa mágica: quem errasse uma conta em sua sala, desaparecia entre os números, virando apenas um sussurro na equação.


Toda noite de lua cheia, o relógio da escola batia treze vezes, e o Senhor Ângulo abria a porta da sala 13 — que de dia não existia.


Diziam as crianças que, se você resolvesse seu problema mais difícil, ganhava um desejo. Mas se errasse... seu nome sumia da chamada para sempre, e uma nova carteira vazia aparecia no fundo da sala.


Uma menina corajosa, chamada Alice, decidiu desafiá-lo. Resolveu a equação impossível sob a última página do livro proibido de fórmulas antigas.


O professor sorriu — pela primeira vez em cem anos — e sussurrou: "Finalmente, alguém quebrou o feitiço."


A escola inteira acordou de um sono de gerações, e o Senhor Ângulo, enfim livre, desapareceu como pó de giz ao vento.




Ficou bem mais tenebroso, com o professor como uma figura misteriosa e ameaçadora, sem muito foco em contas de matemática. Quer que eu deixe ainda mais sinistro, ou ajuste o final para deixar em aberto (tipo "ela ainda está lá...")?