Sem outros humanos, não sou mais o... Tamara Klink

Sem outros humanos, não sou mais o Outro. Experimento como é ser universal. Nem forte, nem fraca: sou o resultado dos meus gestos. Não sou mais meu rosto, minha idade, meu nome. Desaprendo a tentar caber. Isso demanda disciplina, porque ainda penso dentro dos limites das línguas que conheço, ainda faço associações com as fotos, os livros, os filmes que já vi.
