A toxicidade é do outro ou é minha? É... Teixeira, José Evangelista
A toxicidade é do outro ou é minha?
É fato; quando odiamos algo em alguém, passamos a vivenciar e seguir os seus passos que, mesmo involuntariamente começamos a deixar marcas destrutivas, tanto quanto o nosso oponente. Isso que vos digo não é opinião , mas é uma breve reflexão da toxicidade humana. Que bom seria, se a humanidade praticasse a vera a empatia e a solidariedade. Se somos adeptos de Cristo, não poderíamos estar felizes com a tristeza, nem mesmo dos nossos inimigos.
Seria melhor ainda, se o povo detentor do saber do que é democracia, do direito de expressão, dos direitos e deveres de cada cidadão, apontasse menos a ferida do outro. Seria melhor se refletisse sobre o mal irremediável que seu adversário dissemina e irradia, e apresentassem propostas concretas que aniquilasse de vez tamanha aflição. Apontar o que é certo ou errado, ( só filosofar também idem) não resolve essa tensão em que se encontra a humanidade. Vivemos em busca da tão sonhada liberdade, da valorização dos povos, da libertação da alma , mas estamos cada dia mais , impregnados na corrupção sistêmica. Incorporamos veementemente o mundanismo, ao modo da cegueira não deixar que vejamos, que entramos no processo degenerativo e estamos sedentos pela exclusão. Dormimos sonhando com a libertação dos povos , mas acordamos presos e acorrentados em nossas vertentes ideológicas, aficionados num processo evolutivo que só destrói nossa nação. Afinal, onde está a toxicidade?
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