A empatologia, havia sido interpretada... Dara Liis
a empatologia, havia sido interpretada que ela se baseava em não se deixar influenciar pelas opiniões do outro, ou por qualquer coisa que o outro pudesse contaminar meu estado DE MÁXIMA SABEDORIA DE COMO CONDUZIR AQUILO, mas que na verdade era ao contrário, pois se durante a empatologia, que é emergir na realidade do outro fizesse isso, seria o maior devaneio egóico de alguém se convencendo de ser o centro do universo e que sua forma de agir é superior, e a empatologia jamais se baseou nisso...
A empatologia assumir um estado aquoso de sua própria realidade. Como assim? Sua realidade passa a assumir um estado líquido como a água, e não uma forma sólida e rígida. A empatologia acontece quando um indivíduo escorre de sua própria realidade, pela aplicando a Teoria da Realida, onde a sua realidade fica líquida, como afirma Bauman em sua definição de modernidade líquida, em que todos correm em cima de uma camada fina de gelo, em que ninguém sabe para onde está correndo, mas que se parar afunda. O indivíduo consegue reconhecer o estado líquido da modernidade, e converte sua realidade em um estado líquido, em que ele a retira de sua própria realidade qualquer uma de suas influências, atingindo um estado aquoso: insipdo, incolor e inodoro, assim como a água... seria um momento de que atinge uma realidade inself, e se manter assexuado em no reconhececimento de que existe uma relidade relativa, que está interagindo com a sua realidade; ao assumir seu estado de inself, o sujeito transforma sua própria realidade em um estado aquoso, emergindo na realidade relativa de um outro indivíduo em uma dimenssão cognitiva de reflexão: Assumindo uma capacidade de adotar o ego do outro, e sentir como a sua gravidade do youself consegue curvar a realidade. Reconhece a perspectivas do outro e compreende logicamente o seu ponto de vista ou linha de raciocínio, sem necessariamente internalizar aquela emoção. Seria escorrer pelas realidades no formato aquoso, e na condição de genero assexuado, o gênero Amebino.
O inself, é o ID que se liquidifica, ele abandona seu estado solido de sua rigidez de classificar suas experiências em sentenças objetivas, para um estado líquido, que ao negar seu ego, ele encontra seu ID sem nada que alimente o estado EGO, e se assume um estado ID-assexuado, insipto, inodoro e incolor, nada o Egocentriza. E com isso pode emergir no Youself, ou seja encontrar ID-youself, onde o ID-inself (in self, nega o estado de Egocentrização) encontra a energia do outro, o que o move para agir com aquele medo, daquela forma, com aquela raiva. O ID-assexuado consegue entender quais foram os conflitos do passado alheio que conduziram o ID-youself agir de tal e tal formas... e ao se despedir daquela realidade relativa, o ID-inself, assume todas as motivações do outro, em sua realidade, acolhe todos seus problemas. O ID-inself constrói sua realidade dentro de um tempo Evoluto, onde ele, por ter emergido na realidade do outro, acolhe a realidade relativa do outro dentro de sua própria realidade. O Tempo evoluto não se relativisa por conta da empatologia, pois a relatividade precisa de que a relidade deixe entre duas realidades um seja preterida. E no tempo evoluto, por conta que ele não ignora a realidade do outro, ele já mergulhou na realidade relativa, então ele não abandona ninguém no vazio, pois ele abriu caminhos dentro de sua realidade, para que todos os relativos permaneçam presentes...
Essa é a desconstrução do tempo-relativo... ele deixa de existir quando a empatologia foi usada no processo.
