No silêncio onde o eco devora a vaidade... Reno Fioraso
No silêncio onde o eco devora a vaidade dos discursos, ergue-se o meu monumento invisível: não são apenas palavras, mas fatos. À sombra do tempo que tudo apaga, gravei na rocha do invisível o que nenhuma testemunha pode negar: é o meu compromisso, minha maior ambição. Pois quando o teatro das aparências fechar suas cortinas, restarão apenas os passos que dei no escuro, sabendo que esta é a missão da minha vida, o enigma que vim decifrar tornando-me o meu próprio destino.
Reno Fioraso
