Mas se a mim me permitir, a vida em... Carlos Daniel Dojja

Mas se a mim me permitir, a vida em redemoinho,
Quero me ir levemente sorrindo,
Como se vão aquelas folhas outonais,
Que varrem as ruas centrais da cidade que habito.
E se não for por ventura, que o coração se reparta,
Quero que árdua em fogo árdua,
A pungente alegria, daqueles que se embriagam,
Simplesmente enamorados na claraboia da lua.
