Morte, que estranha vida... A vida já... Zildo De Oliveira Barros

Morte, que estranha vida...
A vida já não me ofusca, a morte triste, tornou se adulta, e no amanhecer de um dia, a triste sina que vinha, do idolatra, que a tudo no fogo do bem lhe via, a vida veio então a brilhar, e do brilho desta vida, a morte, que estranha vida, veio ali a ficar...
Zildo De Oliveira Barros 21/09/20
