Há uma poesia silenciosa no deságue... Rosicler Ceschin
Há uma poesia silenciosa no deságue das águas, um ritmo que não se apressa, mas que nunca para.
No abraço da tarde, a cascata se torna um véu de luz, onde cada gota que cai carrega consigo a promessa da renovação.
Olhar esse movimento é aprender com a própria natureza: o segredo da vida não está em reter, mas em deixar fluir com a força da queda e a serenidade do destino.
Que a gente saiba ser água — forte o suficiente para moldar caminhos e leve o bastante para refletir o brilho do sol.
