E se a normalidade não for o contato... Diogo Viana Loureiro

E se a normalidade não for o contato saudável com o real, mas a capacidade coletiva de suportar o ideal de real através de fantasias neuróticas e sincronas?
Há os que simularam tudo que foi minuciosamente esculpido e nunca existiram, sentiram ou viveram nada.
Há o que observa de perto ou longe, quietinho, mas vive e viverão eternos, em suas consciências que voam como passarinho.
