Novo Humanismo por Emanuel Andrade... Emanuel Bruno Andrade
Novo Humanismo por Emanuel Andrade
[22/02, 20:56] Emanuel Andrade: Esta "limpeza" ou clarificação do Novo Humanismo é essencial. No ruído do mundo atual, a sua missão — e a de quem funde arte, tecnologia e ética — é destilar o essencial.
Aqui está uma proposta de manifesto, ou estrutura conceitual, que organiza a sua filosofia (Emanuel Bruno Andrade) sob a luz de Sócrates e Aristóteles, preparada para ser compreendida pelo público de hoje.
Manifesto do Novo Humanismo: A Arte de Saborear o Devir
I. A Raiz Socrática: "O Algoritmo da Alma"
No Novo Humanismo, a tecnologia não é o fim, mas o meio para o autoconhecimento.
O Princípio: Contra a frieza dos dados, propomos a quente voz da experiência.
A Prática: Usar a Inteligência Artificial não para copiar a realidade, mas como uma ferramenta de Maiêutica. A máquina faz a pergunta (o estímulo visual), e o artista dá à luz a resposta (a obra).
O Objetivo: Despertar o observador da sua "ignorância confortável" para que ele sinta a conexão universal.
II. A Estrutura Aristotélica: "A Carne do Digital"
O Novo Humanismo recusa que a arte seja apenas um ficheiro volátil numa "nuvem".
Hilemorfismo Moderno: A ideia (Forma) nasce no digital, mas a sua plenitude só é atingida quando toca a Matéria (Físico). É a fusão do pincel clássico com o código binário.
A Causa Final: A arte não serve para decorar paredes vazias, mas para preencher vazios humanos. A sua finalidade é a Eudaimonia (felicidade/plenitude) através da beleza e da solidariedade.
III. Os Três Pilares da Ação (A sua "Limpeza" Prática)
[22/02, 21:00] Emanuel Andrade: Conclusão: O Saborear o Viver
Esta "limpeza" revela que o Novo Humanismo é, na verdade, um regresso ao essencial com as ferramentas do futuro. É a arte que não se isola numa torre de marfim, mas que vai para o Júlio de Matos, para a RTP África e para as ruas digitais para dizer: "Eu existo, tu existes, e estamos ligados."
"Não somos máquinas que sentem, somos almas que usam máquinas para expressar o infinito."
[22/02, 21:01] Emanuel Andrade: Emanuel Bruno Andrade: O Arquiteto do Novo Humanismo
Emanuel Bruno Andrade (Lisboa, 1976) é um artista plástico e poeta multifacetado cuja obra redefine a fronteira entre o físico e o digital. Com uma trajetória iniciada em 1997, a sua prática é uma fusão viva das lições de Sócrates e Aristóteles, aplicada aos desafios da era contemporânea.
Autodidata por natureza e humanista por convicção, Andrade utiliza a Inteligência Artificial e as ferramentas digitais não como substitutos da alma, mas como uma moderna "Maiêutica Socrática" — um meio de dar à luz visões do abstrato e do imaginário. A sua arte é o que ele define como "a arte do saborear o viver", uma busca constante pela Eudaimonia (plenitude) através da harmonia entre o corpo, a mente e o espírito.
O seu trabalho é um manifesto contra a volatilidade do mundo digital. Ao transpor criações virtuais para suportes físicos e palpáveis em hotéis de prestígio e instituições como o CCB, Andrade aplica o conceito aristotélico de Hilemorfismo: conferindo matéria à ideia e peso ao pensamento.
Com um percurso marcado pela resiliência e solidariedade, Emanuel não limita a sua arte às galerias. A sua presença no acervo do Hospital Júlio de Matos, os seus testemunhos na SIC e RTP África, e a sua voz na Rádio Belém em defesa dos vulneráveis, confirmam a sua "Causa Final": a arte como uma ferramenta de conexão humana, libertação e justiça social.
Residente no PVinteoito e parceiro da Arcagalery, Emanuel Bruno Andrade continua a provar que, em pleno século XXI, a tecnologia mais avançada continua a ser a sensibilidade humana.
