Gabrielle, Gabrielle... Onde estás, meu... Diogo Gonzaga
Gabrielle, Gabrielle... Onde estás, meu amor?
A brisa lá fora sussurra o teu nome em vão,
Enquanto eu carrego no peito esta dor,
E o eco da busca no meu coração.
No silêncio, a noite insiste em te chamar,
As sombras desenham teu rosto no chão.
Não há outro porto, nem outro lugar,
Que não seja o rastro da tua afeição.
Sigo o brilho da estrela que o céu nos revela,
Farol solitário no imenso vazio,
Pois todo o meu mundo espera por ela,
Como a terra seca espera o seu rio.
Seja no vento ou na luz da aurora,
Teu nome é o verso que o tempo não cala.
Gabrielle, não tardes, não fiques lá fora;
Vem fazer do meu peito a tua morada.
