Mulher virtuosa, cadê você quando te... Raimundo Santana
Mulher virtuosa, cadê você quando te vejo e meu corpo inteiro estremece? É como se o mundo parasse só para confirmar que existes.
Meu dengo, meu xamengo bom, teu nome é abrigo e teu jeito é calmaria depois da tempestade. Tu és espelho brilhante na sombra, luz que não fere, apenas revela.
Xamengo bom, vem me fazer feliz não com promessas, mas com presença. Porque quando és, já basta.
Visionária, libertas o amor da paixão vazia e ensinas o coração a amar com propósito. Em ti, o sentir não grita — ele permanece.
