Frequências energéticas: baixa vs.... Diane Leite
Frequências energéticas: baixa vs. alta
A distinção entre frequências baixas e altas não se resume a um conceito abstrato; ela se manifesta de maneira tangível em nosso corpo e em nosso cotidiano. Frequências baixas são caracterizadas por sensações de peso, letargia, tensão muscular e pensamentos repetitivos de escassez ou culpa. Quando alguém está imerso em uma vibração baixa, costuma sentir o “coração apertado”, notar a respiração curta e perceber que situações desafiadoras parecem se acumular. Em contraste, frequências altas se traduzem em leveza, expansão da respiração, sensação de calor interno e clareza mental. Uma pessoa que vibra em alta costuma relatar uma energia que “flui” naturalmente, permitindo que oportunidades surjam sem esforço aparente. Para ilustrar, imagine duas pessoas que entram em uma reunião: a primeira chega com preocupação constante, revisando mentalmente possíveis falhas; sua energia baixa cria um campo de tensão que pode influenciar o clima da sala, gerando resistência ou desconfiança nos demais participantes. A segunda pessoa chega com um sorriso genuíno, focada nas possibilidades de contribuição; sua vibração alta irradia confiança, facilitando a colaboração e a abertura dos outros. Essa diferença não é mera coincidência, mas o resultado direto da frequência que cada indivíduo emite. Praticar a elevação da vibração, portanto, significa cultivar hábitos que aumentem a frequência – como gratidão, movimento físico, alimentação leve e pensamentos positivos – e reduzir os gatilhos que a abaixam, como ruminação negativas, ambientes caóticos ou dietas pesadas.
