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O homem na enxurrada da vida

Ultimamente venho notando que o tempo vai rodopiando num giro estonteante. Parecido com labirintite. O homem vai aumentando o seu plano insano a fim de sanar o seu próprio desengano o qual persiste como dor de apendicite. Não depende apenas de um homem, é o conjunto que o consome. Por mais que a hombridade grite. No mundo político ser honesto é tornar-se paralítico e por esse mesmo motivo se é conivente ao instinto animal e restrito a barganhar o bem racional pelo ignaro movimento do mal. Então no meio da multidão o homem se torna só, sendo arrastado pelo efeito dominó. Não dá pra ter ideal partilhando da máfia e, chutado à saca de ráfia, portadora de execrável pecha de desonesta escolha e a alma do ser que se encolha no interior da própria pessoa.
A vida é uma dança que acompanha a música tocada e dirigida por força estranha, advinda da própria entranha de desajuizada criança fanha e muito tacanha.
Acomodar-se à sã consciência é optar pela simplicidade de viver na divina ciência.
O bem-estar se encontra na mente sóbria, e sombria é a mente hedionda que, aparvalhada nesta estrada anda desgarrada da paz a sofrer pela própria ganância da ignorância insana.
Na pior de todas as hipóteses, o ser necessita de uma simples vestimenta, uma cama macia, e apenas uma refeição por dia, portanto, o que passar disso é privilégio o qual não se aprende no colégio.

jbcampos

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Inserida por camposcampos