Força Amiga
Tu és uma criatura admirável, traz vida no teu ventre.
Traz força, saúde, amor e paz para esta gente.
Mulher que corre, grita, se agita, educa, ama e sente-se aflita.
Aflita em ver os teus em harmonia, desejando a todos alegria.
No teu íntimo gera vida, teu ventre acolhe um novo ser,
Que se alimenta, cresce e se aquece dentro de você.
Ah... não podes gerar no teu ventre? Consideras-te doente?
Geras de forma diferente, pois a doença está apenas na mente.
Geras vida quando acolhes e acalenta uma criança.
Que vive neste mundo, jogada, abandonada, sem esperança.
Geras vida por tuas atitudes e dedicação.
Quando abres teus braços e o teu coração.
Não mereces apenas um dia, mas sim muitas melodias.
És guerreira, amiga, companheira e tens ousadia.
Ousas em trabalhar, estudar, educar e ser dona de casa no fim do dia.
És exemplo de determinação, amando a todos, pais, filhos e irmãos.
A autoridade da policia é a força! É por isso que sempre andam em bandos e armados! Desde quando a força significa respeito e autoridade?
Esses instantes em que se revela a trama da nossa existência, pela força de um ritual que reconduziremos com mais prazer ainda por tê-lo infringido, são parênteses mágicos que deixam o coração à beira da alma, porque, fugaz mas intensamente, um pouco de eternidade veio de repente fecundar o tempo. Lá fora o mundo ruge ou dorme, as guerras se inflamam, os homens vivem e morrem, as nações perecem, outras surgem e em breve serão tragadas, e em todo esse barulho e todo esse furor, nessas erupções e nessas ressacas - enquanto o mundo vai, se inflama se dilacera e renasce -, agita-se a vida humana.
Então, bebamos uma xícara de chá.
A essa tal gravidade
Sabe força: às vezes não enxergamos o mal. Às vezes (quase sempre) não enxergamos o bem. Vemos o real. Sonhamos o irreal ou com ele e Voamos como se não existisse força que nos puxasse para baixo. Caímos por que o sonho acabara. E não nos machucamos por que acordamos. Sim, existe uma força (real) que nos puxa para o sub. Puxa-nos tanto que é melhor ter um chão. Mas se já estamos no chão, essa força é controlável, puxa! Ela puxa tudo. E se não tem um chão, derruba no meu chão. Todavia antes de parar no meu chão, tudo paira no meu corpo. Tenho culpa de existir essa força? Sim. Se existo é por que ela existe. Ou será ao contrário? E se...e se...não, não. E se eu usasse o meu instinto humano. Meu instinto diz que essa tal força existe. Meu instinto diz que - quando olho para cima - tudo pode um dia pairar por meu corpo. Meu mundo diz que não tenho como sair daqui. Ah! Voltando ao sim: ela existe. Então existe uma força muito maior que a controla? Puxa! A força (a muito maior) tem o controle e controla dessa maneira? Já entendi...a tal força maior controla, porém não controla. Calma, vou explicar melhor: ela é só a dona. Enquanto não precisar de controle (de guia) não há como mexer. Acredito que a força (a maior) é do bem. Acredito não, tenho certeza que ela é o bem. Mas, se a força (a tal) é do bem - ou é o bem - por que ela quer me matar e matou meus entes queridos (são 12). Tudo que provocou um alvoroço na minha vida (e neste instante provoca) é do bem. São essenciais ao meu viver. Quer ver? Então presta atenção: chuva; córrego; árvore; barro; pedra. Senhora que atrai, a senhora é do bem, a senhora é o bem, e por que aquilo que são de extrema importância para o meu viver foram as que quiseram me matar por completo. Matou partes de mim, por quê? Estive pensando, talvez filosofando: e se...e se o causador desse mal fosse o ser humano. Fosse eu. Eu não mataria minha família; mas matei? Agora é filosofia pura...como eu pude olhar para o alto e pudera ter um presságio do mal e não fiz nada...nada. Não fiz porque estava enclausurado no mundo perverso dos perversos; é aquele mesmo mundo que dizia: daqui você não pode sair. Então esperei...eu sabia que o meu mundo era mais importante que o outro, entretanto não mais poderoso, que por sua vez não passava de um minúsculo ser, frente a sua força. O mundo sabe que a senhora é poderosa. O meu mundo sabe que a senhora é poderosa. O mundo matou minha família; esta é minha conclusão. Não foi a senhora; foi o mundo. Vou chorar...chorar muito...e muito...não resta outra alternativa. Não posso deter o mundo. Vou culpá-lo até o resto da minha vida. Outros mundo virão trazer solidariedade para mim, no entanto não esquecerei o mundo: está no meu inconsciente; em um lugar onde não se envelhece jamais. Creio que a dor consciente diminuirá. A inconsciente não. Quiçá aumentará. Força, rendo-me a sua força. Aprendi que o seu poder é incondicional. Conscientizei-me de fato que o seu poder puxa. E sei, pois até o meu chão não está seguro e está a todo o momento sendo puxado para o sub. Escrevo à senhora para te isentar da culpa e te respeitar cada vez mais. Amo seu controlador. Adoro-o. Jamais o culparei por não ter impedido o horror, porque aquilo estava sob controle do mundo. Não deixarei mais meu único copo de vidro na beira da mesa, porque a senhora puxa e qualquer descuido se quebrará. A senhora é constante. Cabe a mim, (com o meu poder) administrar tudo a qual me rodeia. Um dia - quem sabe - eu aprenda a puxar também. E o primeiro ser a qual puxarei será o mundo perverso. Puxa! Como é bom; como é satisfatório; como é sensacional percebê-la: ó tal gravidade.
Muito prazer, desabrigado!
E me olha com uma força de despir, a espinha esfria inteira; as pernas não respondem ao cérebro. É um olhar malicioso que me apavora e pulsa de vontade, mas digo ‘oi’, te dou um beijo no rosto despretensioso; eu preciso ser polida, enquanto na verdade estou louca de desejo. Mas você não deve saber disso, não ainda, não vestido.
Uma força
A força do sonho menino.
É suor que aflora no seio da família.
Nasce também, na escola e na briga do jogo de bola.
A inspiração do Criador forjando seu espírito,
Despertando-lhe uma LUZ que lhe impulsiona a alma.
- Dirigi seus passos, meu Senhor!
Grita a mãe em oração...
E ELE revela as ferramentas certas à medida que a jornada avança.
As mãos,
Vão ganhando destreza e habilidade.
Os braços,
Finos, já mostram alguma musculosidade.
As pernas e o tronco,
Transformaram o menino de cabelo castanho,
Criando com o tempo, o primeiro fio branco.
A certeza do sonho, do ontem menino, empurra-o à frente,
Mostrando que as marcas da mão
Vão também no coração.
Os olhos,
Revelaram-lhe cores e dores de uma longa caminhada,
Do qual o menino de ontem e o homem de hoje,
Construíram juntos de um sonho,
A própria realidade.
Eu não sou mais o mesmo depois que senti a força de seu olhar.... Pela primeira vez senti vontade de chorar...
as palavras ganham força não pelo tempo que duram, mas pela itensidade que elas te atigem. Dramático é que as vezes a itensidade vem com o tempo.
Perder o sentido seria perder uma força interior no qual nos faz caminhar... sentido somente é uma direção no qual tomamos parte a seguir... o mais importante do que o sentido é a vontade de chegar... muitas vezes não observamos para onde estamos indo, mas não paramos. Quando se perde o sentido, perde-se a direção e motivação... Tem horas que não sabemos o porque as coisas acontecem e/ou como aconteceram, mas seria muito bom se fossemos suficientemente fortes para não nos abalar, mas sabemos que não é assim. Pessoas surgem e vão, algumas trazem uma mensagem, outras uma lição... já aprendi muito... e contudo.. aprendi que muitas vezes quando a vida não nos dá sentido é porque não estamos dando sentido a ela e é aí onde devemos começar tudo de novo... Recomeçar é pensar em um motivo para desistir e lembrar de dez para continuar.
Te desejo Força...
Quando um homem tem seus sonhos esmagados, só lhe resta buscar em seu coração a força necessária para continuar vivendo.
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