Força
Ser mãe de uma criança autista é aprender todos os dias sobre amor, força e paciência.
É comemorar pequenas conquistas que muitos não entendem, enfrentar julgamentos em silêncio e ainda assim continuar firme.
Nem todos vão enxergar o cansaço por trás do sorriso, as noites sem dormir, as crises, as preocupações e o medo do futuro.
Mas só uma mãe atípica sabe o quanto cada abraço, cada palavra e cada evolução do seu filho valem o mundo inteiro.
Ser mãe de autista não é fácil…
Mas é um amor tão profundo que transforma dores em coragem e desafios em aprendizado.
A todas as mães atípicas:
vocês são mais fortes do que imaginam, mais importantes do que escutam e mais especiais do que o mundo consegue ver.
Quando a beleza das palavras ganha corpo na força das ações, o discurso floresce em fenômeno. É onde o companheirismo cria raízes, a lealdade se torna abrigo e a sinceridade vira o solo firme onde crescem a irmandade e a amizade verdeira.
Eu não conhecia a minha própria força até que a vida me exigiu ser invencível. A superação me revelou um homem que eu ainda não conhecia.
Que nenhum dia difícil te faça duvidar da sua força. O passado é a sua maior enciclopédia: basta olhar para trás para perceber o quanto você é resiliente e quantos obstáculos já foi capaz de superar.
“Não é a força que nos mantém de pé, é o amor teimoso que ainda sentimos por aquilo que um dia nos quebrou é ele que nos faz cravar as raízes mais fundo na mesma terra que nos machucou.”
Re Pinheiro
Mulher: matriz da vida
Tua luta firme e incansável nos protege todos os dias.
Tua força vigorosa e admirável nos sustenta todos os dias.
Tua sensibilidade delicada e humana nos ensina todos os dias.
Tua sabedoria prudente e luminosa nos orienta todos os dias.
Tua presença doce e inspiradora ilumina nossos caminhos todos os dias.
Tua esperança viva e resiliente renova nossas vidas todos os dias.
Teu brilho sereno e materno no olhar traduz tua delicadeza de ser mãe.
Teu sorriso largo e acolhedor nos encanta e nos abraça.
Teu carinho terno e generoso nos fortalece suavemente.
Teu carinho constante e afetuoso revela tua amabilidade e proteção.
Teu amor sincero e fiel e tua fé firme e serena são símbolos de paz interior.
Teu significado nobre e profundo é importante para todos nós eternamente.
"Se a Revolução Industrial ampliou a força dos braços, a IA ampliará a força da mente; mas o futuro continuará dependendo da grandeza do coração humano."
(Osman Matos, séc. XXI)
“A mulher foi venerada como símbolo da vida e, ao mesmo tempo, vigiada como se sua força fosse ameaça.”
Do livro Mulher: Entre Correntes e Asas, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A ansiedade perde força quando encontra nome, cuidado, compreensão e um lugar legítimo para ser escutada.”
Do livro Transtorno de Ansiedade Generalizada, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Há uma crueldade social em chamar de força aquilo que, muitas vezes, é abandono institucional.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A mãe atípica carrega documentos, laudos, medicações, alimentos, estratégias e uma força que ninguém vê.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A serenidade não nasce da ausência de tempestades, mas da força interior que aprende a não se perder dentro delas.”
Do livro Tempestade Serena, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A sopa é uma medicina silenciosa: devolve calor, centro e acolhimento ao corpo que perdeu força.”
Do livro Medicina Tradicional Chinesa — História, Filosofia e Prática da Medicina do Imperador Amarelo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“No Borderline, uma ausência pequena pode acordar uma ferida antiga com força de abandono definitivo.”
Do livro Borderline: A Montanha Russa das Emoções — Compreendendo o Transtorno de Personalidade Limítrofe, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Direitos Humanos não são favores concedidos pelo poder; são limites impostos à força para que a dignidade sobreviva.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Defender Direitos Humanos é recusar que a força, o preconceito ou o interesse decidam quem merece viver com dignidade.”
Do livro Em Nome da Humanidade — A História, as Lutas e as Feridas dos Direitos Humanos, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
