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Fonte da Juventude

Cerca de 41193 frases e pensamentos: Fonte da Juventude

⁠Quadra - Estudante

Sou estudante inteligente e curioso
Pesquiso e questiono dariamente
Procuro assimilar as aulas ministradas
E cresço em saber respectivamente.

⁠Sejamos inteligentes. A prática de esportes nos faculta a saúde!

⁠Amizade é afeição sentimental e entranhável em cada coração, que nos leva a melhor viver!

⁠Acreditar no amor, é a base, para uma sólida convivência.

⁠O bem e o amor formam verdadeira dupla, a transmitirem a paz.

Fada Madrinha

A fada madrinha rapidamente chegou
E me ensinou com amor ao sobreviver
Disse que não brinca, sempre trabalhou,
Nunca esperou simplesmente acontece.

⁠Quadra - Biscoito Falante

Comprei um biscoito falante
E contente com ele brinquei
Foi sucesso para toda criançada
E dele jamais desgrudei.

Durante a vida, o melhor é colaborar e sentir-se como se nunca tivesse feito, estando sempre pronto, para a próxima oportunidade doada pela mesma vida.
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

Um dos maiores presentes por nós recebidos e doado por Deus, é a vida e a continuação da mesma.
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)

Ao tratar com rispidez, logo despertará a tristeza e até a ria.

A mentira jamais fluirá, quando for apresentada e cultivada a verdade.

A verdade é alicerce para que tudo flua com respeito e segurança.

Como tanto exigir, se não possui a menor condição de respeito e confiança?

O homem sábio, fala quando necessário.

O muito falar, jamais será condições de sabedoria.

Vermes na pele


O frio do quarto me arrepia.
O som do vento me faz
Se mexer na cama. E cada vez mais
Eu sinto essa claustrofobia
Me levar pra lama...
Não me engana
Essa minha dor, minha agonia.


A pele esquenta, chega a queimar,
E eu sinto o formigamento
Desses tecidos tão nojentos
Entre as carnes se rastejar.
Que cheiro horrível, fedido.
Me faz esquecer que estou vivo
E que vou partir sem nem acreditar.


O meu mundo está virando
De ponta cabeça. E agora
Tenho de agir sem demora
Por que o tempo está parando.
Eu não vou conseguir
Viver assim ou prosseguir
Vejo que estou desmoronando.


Pequenas úlceras cutâneas
Latejam com pus em putrefação.
E nem a minha melhor oração
Irá curar essas dores instantâneas.
Sinto que aumentam os odores,
E esses horríveis fedores
Me sufocam de forma espontânea.


Engulo o pavor que cresce em mim.
Agora os vermes rastejam mais.
Eu continuo gritando alto pela paz,
Desejando que esse não seja o meu fim.
O meu corpo já está se agitando,
E, mesmo assim, com ele lutando
Tudo terminará assim:


Vermes na pele carcomida
Gerando dores que vão mais além.
Enquanto que nada aqui me faz bem.
Vejo meu corpo virando comida.
Com o meu olhar morto
Sinto que já perdi esse corpo
Para essas podres feridas.


No fim o esqueleto jaz no chão largado.
Por fim esqueço que tanto faz ser mais outro sepultado.


Tsharllez Foucallt.

Inserida por LucasCandido

Erupção cutânea


Eu tenho uma ferida
Que me causa repulsão,
E meso quando está limpa,
Ela só exala podridão.


Ela não doi, e nem corrói
Mas eu sei que destrói
A minha bela imagem.
Mesmo eu sendo o herói
Vejo o quanto ela se reconstrói
E quando ela remoi vira sabotagem.


Hoje amanheceu bem pior.
O pus que dela explodia
Me revirava o estômago
Devido ao cheiro que dela surgia.


É pura agonia tratar dessa doença.
Parece abstinência das dores do meu passado.
Revirando as minhas crenças
A torno minha sentença
Devido aos erros do qual já fui culpado.


O médico não quer mais me ver,
E o psicólogo já "arrumou" a sua agenda,
Dizendo: quero que você aprenda
A curar essa moléstia que há em você.


Remédios já foram medicados
Tratados também foram os problemas.
Amarelados como as gemas
Que há nos ovos descorados.


Quando ela escorre bastante
Já sei que a infecção está brava
Mesmo que futuque ou que se lava
A nojeira volta no mesmo instante.


Mas sabes que lá no fundo
O olfato se acostuma com o cheiro!?
No entanto o paladar é o primeiro
A tomar gosto num segundo.


Mesmo vendo o quanto isso é imundo.
Até eu mesmo nem quero mais tocar.
Ainda assim eu quero melhorar
A aparência dessa desgrama,


Essa ferida até que me engana
Está parecendo o pior desse mundo,
Eu só quero que ela suma num segundo
E não deixe nem mesmo uma só grama.


Tsharllez Foucallt

Inserida por LucasCandido

Precipício


Parte 01: bservação do Vazio.


Daqui a vista é bem vista,
E a visão não é mais turva:
Daqui o mundo tem explosão balística.
Só se arrisca quem erra a curva.


O paraíso é como um sonho,
Não exponho os meus medos.
E a dor do abandono,
Já corroeu os meus desejos.


Não quero mais ficar aqui
Mesmo sem ter pra onde ir.
Não quero mais existir,
Mas não quero perder o fim...
Mas não quero me perder no fim...
Não quero que seja o fim!


Enfim... Fique por mim!
Enfim... Siga assim...
Mesmoooo!


Parte 02: Escolha do Ato.


Agora o frio me abraça,
Me enlaça como uma forca.
As minhas forças somem de graça ,
E isso só me ameaça...


Não sei como agir.
Nem pra onde ir...
Mas não quero ficar aqui!!!


Não sei como fugir,
Nem sei como fingir...
Mas não quero ficar aqui!!!


Parte 03: Últimas memórias.


Sinto o vento cortar o meu rosto,
E o meu corpo sem movimentos.
Sinto o meu ar saindo aos sopros,
Absorto nos meus pensamentos.


O meu tempo tá ficando curto,
E não curto essas emoções,
Minhas memórias em curto-circuito
Só aumentam as minhas aflições.


Meu coração lateja,
Na peleja,
E na certeza do meu destino.
Não há incerteza,
Vejo a moleza,
Do meu corpo franzino.


A minha última visão,
Se enevoa por um segundo...
O meu coração,
Bate mais forte,
E a morte,
Será mais que tudo!


Não quero mais ficar aqui,
Mesmo sem ter pra onde ir...


Não quero mais existir,
Mas não quero perder o fim...


Mas não quero me perder no fim...
Não quero que seja o fim!!!


Tsharllez Foucallt

Inserida por LucasCandido

A Sombra Livre vs O Peso das Escolhas


Aquele vazio do lugar
Me mantém aprisionado
As correntes que me grudam lá
Não detém o meu desejo de refugiado.


Sei que estou "acordado",
Mesmo assim o meu corpo falha
Tentando vencer a batalha
Da qual eu já estou derrotado.


A ferrugem corrói as correntes
E meu corpo quase dormente
Grita no fim que devo reagir.
Na minha frente movendo-se em ondas
Aquelas malditas e asquerosas sombras
Querem a todo custo me coagir.


Reluto tentando não desisti
Olhando as pressas muito atordoado.
Todos que ali estão acorrentados
Se esforçam para não me verem insistir.


Eu tento então proceguir.
Vejo o teto como se fosse o véu,
Mas acredito que aquele céu
Não consiga mais me manter aqui.


Ergo o meu corpo decrépito e frágil
Sob os protestos que me acusam de plágio
Tentando sair daquela caverna.
Agora serei totalmente hábil
Cruzando entre eles, serei ágil,
E passarei para a vida "eterna".


Daqui de cima vejo todos moribundos,
E grito que são fantoches projetados.
São como sombras de seres desprezados
Subjugando-se todos a cada segundo.


Criaturas de corpos imundos
Nunca passaram de seres pecadores.
Atacam nas chagas, nas dores,
Rasgando as feridas até aos fundos.


Essa visão me dilacera
Até o coração acelera
E o meu estômago embrulha inteiro.
O mundo não passa de uma grande quimera
Controlado por grandes bestas e feras,
Abusando dos sofrimentos de terceiros.


Há tantas cores que me sufocam,
Gostaria de voltar para lá, dentro.
Até volto, mas assim que entro,
Vejo que as sombras me provocam.


Os olhares que agora elas trocam,
É que gargalham de ironia comigo.
Vendo que agora sou o meu próprio inimigo,
Então mais medo em mim, elas colocam.


Sento, ponho as correntes novamente.
A minha mente quase que inconsciente
Me relembra a minha eterna luta.
Sei o quanto eu fui inconsequente
E agora deitado com o corpo quente
Quero que a morte seja minha última disputa.


Os meus olhos vão se fechando rápido demais.
A sombra que se deita sobre mim me assombra cada vez mais.


Tsharllez Foucallt

Inserida por LucasCandido

Falha natural


Quando ergo os meus olhos é sempre assim.
Tentando melhorar num mundo que está perdido.
Buscando alcançar os meus objetivos, mas no fim
O meu desejo mesmo é de já ter sumido.


A cada passo nesse abismo que me sufoca,
Já me provoca as ideias de partida.
E a visão que tenho logo me coloca
Contra a força que carrego dessa vida.


E nessa despedida eu já fui ligeiro
Sempre o primeiro a sair sem deixar passos.
E no compasso da vida sei que fui certeiro
Por derradeiro eu destrir-me como o aço


Que se aquece na fervura vinda do fogo.
Eu até rogo por uns que sejam mais úteis.
No final essa será a minha logo:
Suportar tanto peso com ideias inúteis.


Medo fútil e pavor crescente,
Que eu consiga romper as correntes
E no final que eu não fique descontente,
Com todo esse ódio que me passa decorrente.


Quando olho pro passado
E vejo o que me persegue.
Ele me alcança logo de leve


Então eu vejo o meu maior legado
Sobresaltado
Posturado
Se tronar algo tão breve.


Mas no fim é assim,
A vida é bela,
E embeleza tudo a minha volta
E por mais que tenha vivido dias ruis
Essa balela
Tem a destreza a qual me revolta.


Por fim volto a deixar os meus olhos fechados,
O que vi -vejo- não valeu de nada.
É melhor me manter aqui, mesmo, parado.
Essa vida não passa de um conto de fadas.


Tsharllez Foucallt

Inserida por LucasCandido