Foi muito Facil Gostar de Voce

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O narcotráfico sabe que é melhor corromper o Estado do que combatê-lo.

Um rei não tem amigos. Tem apenas seguidores e inimigos.

Extrema vaidade e narcisismo. É o ego supervalorizado. Dissolução deste ego requer coragem e determinação.

⁠Cinco Fases do Luto (Modelo Kübler-Ross) e ao ter neoplasia maligna.
Negação, Raiva, Negociação, Depressão e Aceitação.

Do jeito que está, a oferta e a demanda descontroladas de drogas ilícitas e lícitas e uma geração atual, dos 17 aos 27 anos, sem escrúpulos, cheia de ódio e sem propósitos, será preciso de mais leitos futuramente e mais profissionais multidisciplinares para um atendimento de excelência.

Os melhores prazeres da vida são os mesmos que querem te matar cedo ou tarde.

Geração Z e a choradeira por um trauma. Não dá para transformar nisso em realização ou em câncer como todos fazem.

⁠Em vez de uma verdade absoluta e universal, sobre a natureza da existência e a presença inevitável do sofrimento e do fracasso, que pode ressoar de forma diferente com base nas experiências de vida e na perspetiva de cada indivíduo.
A perda, de alguma forma, é uma condição universal e constante na experiência humana.

Todos ganham, em algum momento.
Até lá, todos perdem em quase todo tempo.

É importante conhecer o "inferno" para dar valor ao "paraíso".

"Não há professor melhor que a adversidade. Cada derrota, cada coração partido, cada erro e cada perda contém sua própria semente."

Isso é quid pro quo. É corrupção não importando o nível. É suborno sempre ligado a algum tipo de poder.
Todos itens essenciais à vida, através da corrupção, se tornam fontes de riqueza à elite.
"A situação é manipulada em favor dos que têm muito dinheiro, desde das grandes corporações, empreiteiras a bancos e grandes instituições financeiras, da classe política e área agropecuária a facções criminosas."

"Uma vez é ao acaso, duas vezes é coincidência, três vezes é um padrão (ou intenção)."

Mentiras clássicas do cinema:
- Virar a cabeça com as mãos quebrando o pescoço lesionado a espinha dorsal;
- Usar lenço com substância química ( éter ou clorofórmio) e imediatamente desmaiar;
- Usar queimadura com pólvora ou metal quente para estancar hemorragias ou fechar ferimentos e esterilizá-los;
- Reviver imediatamente bem após uma assistolia (PCR) com desfibrilador;
- Injeções no pescoço em 90°;

Mentirosos habilidosos só contam meias verdades.

Mesmo a arma perfeita tem uma única imperfeição. Aquele quem a usa.

A cura para a condição humana é a doença. Assim há esperança.

Diferença entre conhecimento e sabedoria.
Exemplo, saber que o tomate é uma fruta é conhecimento. Sabedoria é não colocar o tomate na salada de frutas.

Diferença entre dor e sofrimento é esta última ser opcional.

LIBERDADE REAL - Por João Paulo Bernardes de Andrade


A liberdade real não é apenas a capacidade abstrata de escolher entre alternativas. É a capacidade de permanecer no bem sem ser coagido. Quando a criatura escolhe o bem, ela não perde liberdade; ela permanece dentro da finalidade para a qual foi criada. Obedecer ao bem preserva a liberdade, porque mantém a criatura em harmonia com a vida, com o limite e com a ordem recebida.


O contrário acontece quando a criatura escolhe o mal. A escolha má se apresenta como autonomia, mas termina em escravidão. Antes do ato mau, havia vida, ordem, possibilidade de obediência e domínio próprio. Havia também a possibilidade de negar tudo isso. Mas, quando a criatura atravessa o limite e produz o mal, ela já não permanece diante das mesmas possibilidades. Certas consequências não podem simplesmente ser desfeitas.


Um exemplo extremo ajuda a perceber isso. Se alguém, movido por ódio, deseja matar outro ser humano, diante dele há uma escolha: preservar a vida ou negá-la. Se escolhe não matar, mesmo enfrentando ira, dor ou desejo de vingança, ele permanece no caminho da vida. A possibilidade do mal não desaparece, mas não se torna fruto. A liberdade continua aberta, governada pelo domínio próprio e pela obediência ao bem.


Mas, se ele escolhe matar, algo muda. Ele não apenas “usou sua liberdade”. Ele usou sua liberdade contra a vida. Negou o bem que já estava presente. Produziu uma realidade que antes não existia naquela situação: a morte daquele inocente, a culpa daquele ato, a ferida aberta na história. Ele não pode “desmatar” aquele que matou. A escolha que parecia expressão de autonomia torna-se prisão. O pecado realizado escraviza aquele que o praticou.


Nesse sentido, Deus criou a vida, a ordem, o bem e a liberdade. Mas a morte produzida pelo assassinato não é fruto do coração de Deus. É fruto da criatura que, colocando-se no lugar de Deus, rompe o limite, nega a vida e transforma a liberdade em instrumento de corrupção.


Assim, o mal não precisa ser entendido como uma substância criada por Deus. Ele é a negação ativa do bem, a corrupção da liberdade e o fruto da criatura que rejeita a ordem para a qual foi criada.


João 8:34 — “todo o que comete pecado é escravo do pecado”;
Romanos 6:16 — quem se oferece ao pecado torna-se servo do pecado;
Tiago 1:14-15 — o desejo concebe, dá à luz o pecado, e o pecado gera a morte;
Gênesis 2–3 — o limite dado por Deus preservava a vida; a transgressão produziu morte;
Deuteronômio 30:19 — “escolhe, pois, a vida”.
I Coríntios 6:12 — "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma".