Foi Deus que fez o Vento
Quem você foi no passado, quem você é no presente e quem você pode se tornar no futuro, são três pessoas totalmente distintas.
A lacração sempre foi uma marca dos religiosos e das universidades. Wesley e seus amigos do clube santo eram cancelados diariamente na Universidade de Oxford, onde eram difamados e apelidados de “Sacramentários”, “Entusiastas”, “Mariposas da Bíblia” e “Metodistas”. Esse último espantalho ou lacração acabou sendo definitivo, se tornando o apelido do movimento Metodista no século 18.
Jesus foi adorado por João Batista no ventre de Isabel. Não tem como ser Cristão e ser a favor do aborto.
Certa vez alguém me perguntou por que não sou calvinista. Minha resposta foi: Eu leio as Escrituras Sagradas diariamente e também leio os pais da Igreja até o 3º século, antes da Constatinização da igreja e sua posterior paganização.
Como disse Roger Olson certa vez: “ninguém se torna calvinista lendo a Bíblia”.
Lázaro era amigo de Jesus, mas não foi escolhido para apóstolo. Aprenda, intimidade é tão importante como a vocação.
Ninguém pode negar que a reforma foi importante em alguns temas, mas a reforma não foi uma volta ao espírito e aos ensinos do cristianismo primitivo do primeiro ao terceiro século, antes da Constatinização da igreja e a entrada de superstições dentro dela. A reforma foi uma volta ao cristianismo de Agostinho de Hipona, um ex-maniqueísta convertido ao catolicismo romano e que depois se tornou bispo da igreja católica romana.
Muitas pessoas não sabem, mas a primeira patrologia da história foi escrita por um protestante. O termo patrologia foi cunhado pelo Luterano Jhonannes Gerhard no livro - Patrology the lives and works of the fathers of the church.
Assim, fico estupefato quando vejo um protestante dizer que a patrística o fez retornar ao catolicismo ou se tornar católico, sendo que foram os protestantes que recuperaram o interesse pela patrologia.
Os Vários Grupos do Tempo de Jesus
O ministério terreno de Jesus foi cercado por vários grupos que exerciam forte influência na vida do povo do seu tempo.
Resumidamente falaremos sobre cada um deles nesse breve artigo:
Os Sacerdotes. Os sacerdotes eram ministros religiosos, habilitados para participar e conduzir as cerimônias religiosas de culto. Estavam divididos em três categorias: os sumos sacerdotes, os sacerdotes e os levitas. Os sacerdotes haviam sido distribuídos por Davi em vinte e quatro classes (1º Cr 24.1-19). Em Lucas 1.5, lemos que esta organização subsistia ainda na época de Jesus. Os evangelhos só mencionam dois sumos sacerdotes: Anás e Caifás (Mt 26.57 e Jo 18.13-14). Esperava-se do sacerdote que servisse de mediador entre Deus e os homens, e também que fosse capaz de pronunciar-se sobre questões éticas e legais.
Os Escribas. Eram homens cujo trabalho era estudar a lei, transcrevê-la e escrever comentários sobre ela. Eles eram conhecidos como os doutores da Lei (Mt 13.52). Eles eram uma espécie de “acadêmicos” dos tempos bíblicos.
Os Fariseus. Fariseu deriva de um vocábulo hebraico que significa “separado”. Eram extremamente apegados à Torá, o livro sagrado dos judeus. Eles foram uma reação conservadora á influencia grega. Por isso desenvolveram uma teologia de separação étnica e ritual. Foi o grupo mais popular entre o povo. Não se misturavam. Escribas e fariseus eram simpatizantes entre si.
Os Saduceus. Principais opositores dos Fariseus. Eles beberam muito da cultura grega. Eles eram amplamente constituídos pelos elementos mais ricos da população. Entre seus componentes se encontravam os sacerdotes mais poderosos, mercadores prósperos e a classe aristocrática da sociedade. Estavam associados ao poder e á riqueza. Eram uma espécie de pré-cessacionistas antigos, pois não acreditavam em anjos, demônios e na vida futura.
Os Zelotes. Eram patriotas com motivação religiosa. Tinham crenças parecidas com as dos Fariseus, mas não aceitavam espécie nenhuma de governo sobre eles. A grande revolta Zelote em 66 d.C. gerou a destruição de Jerusalém em 70 d.C. Temos o registro bíblico de que antes de ter-se convertido, Simão, o Zelote, um dos doze apóstolos de Jesus, havia pertencido a esse partido revolucionário (Lc 6.15 e At 1.13).
Os Essênios. Este grupo levou as ideias do farisaísmo ao extremo. Vestiam-se de branco e tomavam banhos rituais de imersão diariamente. A maioria não se casava e vivia no deserto. Evitavam o comércio, se afastaram do sacrifício no templo, possuíam bens em comum, amavam-se uns aos outros, mas odiavam os de fora. Rejeitavam a ressureição do corpo e esperavam um Messias sacerdotal e outro político, que faria uma nova aliança com eles.
Os Herodianos. Formavam mais um partido político do que um grupo religioso. Eram assim chamados por serem partidários assalariados da dinastia de Herodes. Eles acreditavam que era possível uma aliança política com os romanos. Esse grupo tinha a antipatia do povo e mantinham contato direto com os saduceus numa manobra política para eliminar Jesus (Mc 12.13-17).
Os Samaritanos. Os judeus excomungavam os samaritanos, considerando-os a escória da raça humana. As fortes objeções dos judeus eram: a insistência dos samaritanos em considerar o monte Gerizim o principal local de culto e a rejeição destes a Jerusalém como cidade sagrada (Jo 4.20).
Os Publicanos. Costumava-se dizer: “Só os publicanos são ladrões”. Na época de Jesus a profissão de publicano era a pior. Eles eram comparados aos pecadores da pior espécie. Quando um judeu exercia esse ofício, e, sobretudo, quando cobrava de seus irmãos o imposto destinado a Roma, era tratado com enorme desprezo.
Como disse, foi apenas um resumo!
Pesquise mais e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Sim, o decreto já foi feito; e aconteceu antes da fundação do mundo. Mas que decreto? Certamente este: “Eu colocarei diante dos filhos dos homens a vida e a morte, a bênção e a maldição. E a alma que escolher a vida viverá, assim como a alma que escolher a morte morrerá.”
O calvinismo nunca foi e nunca será o Evangelho! O calvinismo é apenas uma construção filosófica e teológica humana.
Alguém me perguntou o que caracterizava um pastor bem sucedido, e minha resposta foi: “segundo o mundo gospel, ter uma "igreja" lotada, milhares de seguidores nas redes sociais e agendas em congressos famosos; mas segundo o Reino de Deus, um pastor bem sucedido é aquele que é fiel à palavra de Deus”.
Moisés não foi esquecido no deserto; José não foi esquecido na prisão; Jonas não foi esquecido dentro do peixe; Lázaro não foi esquecido no túmulo e Jesus não ficou na cruz. Continue crendo, Deus não se esqueceu de você!
Jesus Cristo veio para salvar a TODOS, mas nem TODOS O querem.
Jesus foi claro quando disse em João 6.40: “Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que TODO aquele que vê o Filho, e CRÊ nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.”
Agora compare com João 5.40: “E não quereis vir a mim para terdes vida.”
O calvinismo não é bíblico, nunca foi e nunca será enquanto não abandonar a incondicionalidade! Esse é o primeiro de muitos passos que ele terá que dar para ser bíblico é ortodoxo. Por enquanto, o calvinismo e apenas um grande esforço de engenharia teológica humana, numa tentativa desesperada de acomodar e adaptar as Escrituras e Deus em um esquema determinista e fatalista.
Feliz Natal
- O primeiro Natal foi celebrado no céu e na terra.
- Anjos e homens se alegraram.
- Na pequena cidade de Belém, na casa do pão, nasceu o Pão da vida.
- O Verbo Eterno, pessoal e divino se fez carne.
- As profecias se cumpriram.
- Naquela noite, nasceu o Sol da Justiça.
- Deus se fez homem, o Eterno entrou no tempo, o Imenso Esvaziou-Se, O mais Exaltado entre os anjos, Humilhou-Se.
- Sendo o Rei dos reis, Fez-se servo.
- Sendo rico e o dono do mundo, Tornou-Se pobre.
- Sendo transcendente, nasceu de uma virgem.
Esse é o grande mistério do Natal que ainda hoje celebramos. Celebramos porque Jesus está vivo. Está vivo e no trono. Está vivo e vai voltar. Está vivo entre nós e dentro de nós.
Feliz Natal e boas festas!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
A Cruz de Cristo
“A cruz foi apenas um instrumento de morte; porém, Aquele que morreu sobre ela é a Vida! A cruz não tem poder de salvação; porém, o Crucificado sim. A Cruz é apenas um cenário histórico do que aconteceu na eternidade passada; porém, O Cordeiro é o sacrifício eterno da salvação. Quando Paulo diz que só se gloriava na cruz, ele não nos aponta o madeiro, mas O Crucificado; pois O Cordeiro é ‘o mistério outrora oculto e agora revelado’, com todas as implicações da Graça em favor daqueles que creem. A cruz revela a maldade humana; porém, O Cordeiro revela o Amor de Deus pela humanidade caída.”
Marcelo Rissma
D. A. Carson disse com muita propriedade:
“O que você pensaria se uma mulher chegasse ao trabalho usando brincos que estampavam uma imagem da nuvem, em forma de cogumelo, da bomba atômica lançada sobre Hiroshima? O que você pensaria de uma igreja adornada com um afresco das inúmeras sepulturas em Auschwitz? Ambas as visões são grotescas. Não são intrinsecamente detestáveis, mas são chocantes por causa de suas poderosas associações culturais. O mesmo tipo de horror chocante estava associado com a cruz e a crucificação no século I. Sem a sanção explícita do próprio imperador, nenhum cidadão romano seria morto por crucificação. Ela estava reservada para os escravos, estrangeiros, bárbaros. Muitos achavam que esse não era um assunto que devia ser conversado entre pessoas educadas. À parte da tortura perversa infligida àqueles que eram executados por crucificação, as associações culturais traziam à mente imagens de maldade, corrupção e rejeição profunda. No entanto, hoje, cruzes adornam nossos prédios e timbres de cartas, embelezam bispos, resplandecem em lapelas, oscilam em brincos — e ninguém se escandaliza. Essa distância cultural do século I nos impede de sentir apropriadamente a ironia de 1º Coríntios 1.18: ‘A palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus’. Essa distância cultural precisa ser encurtada. Precisamos retornar sempre à cruz de Jesus Cristo, se temos de determinar a medida de nosso viver, serviço e ministério cristão.”
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
A função de Cristo foi morrer pelos nossos pecados, a função da Igreja é semear o Evangelho que transforma o pecador, a função do Espírito Santo é convencer o homem caído do pecado, e a função de Deus será julgar a todos no grande dia.
Sobre o Dízimo
- Primeiro, é importante você saber que foi com o imperador Constantino que o dízimo voltou a ser exigido novamente; isso a partir do 3° Século. Antes de Constantino, o dízimo não era praticado por Jesus, os Apóstolos e nem a igreja primitiva. Os motivos da volta da cobrança do dízimo foram por causa da institucionalização do Cristianismo por Constantino, que gerou uma máquina monstruosa de templos, sacerdotes e funcionários, assim, o estado precisava arrecadar fundos para manter essa máquina gigantesca.
- Segundo, antes da Lei, o dízimo era uma ação voluntária e expressão de agradecimento, reconhecimento e honra a Deus. Abraão deu o dízimo de forma voluntária, ninguém lhe obrigou (Gênesis 14:20). Melquisedeque não pediu e nem cobrou, muito menos inventou que se Abraão não desse, um espírito devorador iria devorar as finanças dele.
- Terceiro, na lei, o dízimo foi institucionalizado e passou a ser de carácter obrigatório, não pelo dinheiro ou bem em si, mas pelo propósito do mesmo.
Ele servia para os mantimentos do templo (MALAQUIAS 3:10) e para as necessidades e mantimentos dos levitas, que não haviam recebido terras e serviam exclusivamente no templo.(Números 18:21 e 24). Assim, quando o povo parava de devolver o dízimo (o que gerava falta de mantimento no templo e de recursos para a subsistência dos levitas e suas famílias), Deus os punia com pestes. As pestes de insetos, principalmente gafanhotos (Joel 1:4), devoravam as plantações e as outras formas de pestes matavam os animais. Isso levava o povo a um estado de fome, necessidades e aflições (pois as duas maiores fontes económicas eram afetadas), que fazia o povo lembrar o mal que causavam aos levitas (ao não ajudar com o dízimo) e consequentemente, se arrepender e voltar a ser fiel a Lei e Deus. Por isso é que em Malaquias 3:10 Deus promete repreender o devorador (gafanhotos, pestes, pragas) caso o povo voltasse a ser fiel. Ou seja, ele impediria as pestes de gafanhotos de destruírem as plantações e assim, arruinarem uma das bases da economia. Aqui, não tem espírito algum envolvido. Em suma, o sacerdócio Levítico é a causa, ou uma das causas primárias da institucionalização e obrigatoriedade do dízimo. E não estando mais ele em vigor e tendo desaparecido, suas exigências não ratificadas no novo pacto ou aliança deixam de vigorar.
- Quarto, com o advento da Graça, não estando mais nós debaixo do sacerdócio levítico (que era temporário e sombra do vindouro), mas debaixo do sacerdócio de Cristo, que é eterno, superior e da ordem de Melquisedeque (Hebreus 7, Hebreus 5:10, etc.), o dízimo voltou no seu lugar de antes, como uma contribuição voluntária (oferta na nova aliança) e espontânea, livre de coerção ou imposição. Assim, é uma tremenda mentira afirmar que se alguém não devolver o dízimo um "espírito devorador" vai acabar com a vida financeira de tal. O devorador na Bíblia é literalmente um gafanhoto, não um espírito (Joel 1:4).
Dito tudo isto, entenda que, o dízimo é bíblico, mas não é evangélico; ou seja, não faz parte da Nova Aliança. E essas ameaças de maldição para quem não dizima mensalmente são invenções dos mercenários e malandros da fé para roubarem seu dinheiro suado.
Pense nisso e cuidado com os empresários da fé!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
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