Foi Deus que fez o Vento
Como uma flor esquecida pelo vento...assim tu minha alma, colhendo os perfumes dessa vida e levar um dia somente a essência da vida que é a amizade e o amor fraterno...
E o vento sábio, promoveu um doce envolvente encontro, estrategicamente, arremessou suavemente e provocante, mulher com natureza e elas se fundiram em um espetáculo, esculturalmente perfeito.
O vento com suaves batidas na janela convidava através das venezianas a cortina para dançar, seus movimentos permitiram que o sol penetrasse, em beijos quente a natureza me despertou.
vem da água que banha meu corpo nu, vem do sol que aquece meu corpo arrepiado, vem do vento que me acaricia e canta ao meu ouvido, vem do cheiro das matas a suave fragrância que me faz flutuar, de olhos fechados posso me entregar, sem reservas me deixo levar, ao que a matéria não pode explicar, doce energia me leva a sentir e relaxar,viajo através do tempo, vou a qualquer lugar. sinto a espiritualidade, a me acompanhar.
O BALANÇO DO VENTO!
Minha dança é energia que os males espanta, um rito de dor e esperança, por vezes lembra as peripécias de criança, uma leveza doce que encanta, mas sou uma guerreira que o vento lança, para os enfrentamentos vou com perseverança, minha ginga com santidade faz aliança, sigo com fé, força coragem e esperança meus ingredientes de autoconfiança, sou mulher negra trago ancestralidade como herança..
Aconteceu naturalmente!
Veio o vento, acariciou a flor, ela balançou, ela gingou e espalhou seu inebriante cheiro de amor, vento leva, vento leva, até o infinito íntimo, senti, faz arrepiar, se apaixona, querer mais e mais ate se embebedar...
A História Não Contada
O vento soprava forte sobre as águas revoltas. No horizonte, o sol se punha, tingindo o céu de vermelho, como se sangrasse em despedida. Nos porões escuros do navio, o ar era denso, pesado, misturado ao cheiro da madeira úmida e dos corpos amontoados.
Ali, entre as sombras, estavam aqueles que tiveram suas vidas arrancadas à força. Eram reis, guerreiros, mães e filhos, agora reduzidos a mercadoria. As correntes marcavam seus tornozelos, mas não podiam acorrentar suas memórias.
Dentre eles, um jovem chamado Obafemi mantinha os olhos fixos na pequena fresta de luz que entrava entre as tábuas. Ele não conhecia aquele mar, mas sabia que, além dele, havia uma terra desconhecida — e um destino cruel à espera.
— Meu filho… — sussurrou uma mulher ao seu lado. Era Iyalá, uma anciã que carregava no olhar o peso de muitas luas. — Se não podemos mudar o caminho, que o caminho não nos mude.
Obafemi não respondeu, mas apertou os punhos. Seu coração queimava com a dor de sua gente.
Alguns, em silêncio, decidiram que não seguiriam viagem. Preferiram entregar-se ao mar, nas mãos de Iemanjá, do que viver sob o domínio do inimigo. Obafemi os viu partir, um a um, dissolvendo-se nas ondas, e por um instante, pensou em fazer o mesmo.
Mas não fez.
O navio atracou dias depois. Os que restaram foram levados à força, empurrados para um mundo onde seriam vistos apenas como mãos para o trabalho, como corpos para o lucro. Chicotes cortaram sua pele, línguas estranhas tentaram roubar sua identidade. Mas dentro deles, a chama não se apagava.
O tempo passou. Obafemi sobreviveu. Seu nome foi mudado, sua voz abafada, mas ele nunca esqueceu quem era. Aprendeu a resistir, a lutar sem armas, a falar sem palavras. Seus filhos herdaram sua força, seus netos contaram sua história, e mesmo quando tentaram apagá-lo da memória do mundo, ele permaneceu.
Pois um povo pode ser acorrentado, mas sua essência jamais será escravizada.
Raízes do Tempo
Na vastidão da natureza,
canta o vento em liberdade,
soprando histórias antigas,
tecendo fios de ancestralidade.
Sob a sombra das mangueiras,
dança a vida em movimento,
num abraço de diversidade,
nos batuques do tempo.
O rio ensina com paciência,
a maré flui sem vaidade,
refletindo no espelho d’água
o pulsar da humanidade.
Que haja terra para os passos,
que haja voz para o afeto,
que o amanhã floresça livre
no caminho do respeito.
“O vento sussurra segredos para as folhas, enquanto a lua brilha no céu, iluminando o caminho para o desconhecido.”
Em Ituiutaba, sob a influência de um vento vigoroso nesta noite, as luzes oscilavam de maneira intrigante, criando uma atmosfera digna de um filme de terror.
Minha doce e indomável Lucia Iara,
Mesmo sem as palavras perfeitas, sussurro ao vento o clamor silencioso do meu coração apaixonado.
Você irrompeu na minha vida como uma tempestade de luz celestial.
tornando-se a essência mais sublime e divina do meu ser,
A musa eterna que inspira cada batida ardente do meu peito.
Mulher de coragem infinita, guerreira dos sonhos mais puros, que com paixão incansável persegue seus ideais sagrados.
Eu, ao seu lado, luto com fervor e devoção pelo destino que nossos corações entrelaçaram no tempo.
Desde o instante mágico em que nossos olhares se cruzaram,
Você transformou minha alma num jardim eterno de flores perfumadas.
Onde brotam esperanças, promessas e amores imortais.
Entrego-me a essa aposta divina,
Anseio por um futuro onde nossos corações batam em uníssono, em perfeita harmonia.
E te peço, com toda a sinceridade e ardor do meu ser,
Vamos celebrar o início da aliança sagrada do compromisso.
Almejo alcançar o sublime objetivo de noivar e, futuramente, casar para sempre.
Aceite ser minha namorada, minha eterna companheira, minha razão de viver.
"Ahh...
Como eu o queria agora.
Nós dois dentro do carro sem rumo.
Vento no rosto.
Olhando o céu.
Conversando qualquer coisa.
Trocando uns beijinhos e
de vez em quando uma mão boba.
Sem ninguém estar por perto.
Uma paradinha..."
☺
No calor do amor,
as mãos do vento movem
fios invisíveis no ar,
que unem as ondas,
os cabelos e
os pensamentos.
⛵
Árvores suspiram.
Nuvens choram.
O vento passa, tocando o barco.
Que ele seja a âncora que mantém
meus pés no chão e eu serei as asas
que deixam seu coração nas nuvens.
Quando a chuva cai,
O vento vai,
Saudade do pai,
Chove de novo,
Fim de um dia,
Saudade judia,
Vida vazia,
Longe de tudo,
No seu mundo,
De sabedoria.
Os filhos do vento
Do tempo
e Do espaço
Mirando o espetáculo
Do ócio criativo
Sondando
O apocalíptico
Caos
"Amo o som da chuva e do inverno, o barulho do vento e o azul do céu. Encontro paz no som do mar, na natureza e nas trilhas. A música e a dança me movem, assim como filmes tristes e romances. Nem sempre é fácil amar a vida, mas luto diariamente para encontrar o meu bem-estar."
Vento
Vem o vento
Arrasta-me
Devasta-me
Leva pra longe
Tudo que um dia
Me entristeceu
Vem o vento
Varre da memória
Todas as lembranças
Que não devem
Ocupar espaço
Em nossa mente
Vem o vento
Desmorona os sonhos
Que eram de areia
Desmonta e remonta
Novos sonhos
Para serem vividos
NA VIDA.
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