Foi Deus que fez o Vento

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O vento sopra onde quer, mas até ele encontra barreiras.
Somos livres até o ponto em que não ferimos a liberdade do outro.

Tem dias que a inspiração vem como um vento que invade, mas tem dias que simplesmente não tem vento algum!

Sou pedra bruta e busco o vento para erodir.
Com suavidade e paciência
Minhas arestas esculpir.
Para toda eternidade, assim
seus feitos em mim perpetuar.

"A felicidade é como o vento: vem e vai, leve, inquieta, efêmera. Já a paz é o chão onde os pés descansam depois da tempestade. Há momentos em que escolher a paz é renunciar ao brilho momentâneo da alegria para abraçar o silêncio sereno de quem sabe que fez o que precisava ser feito. Nem sempre o coração sorri, mas quando a consciência repousa tranquila, a alma agradece. Porque a felicidade é emoção; a paz, é sabedoria.

Quando o vento soprar forte, não lute. Aprofunde-se no que te sustenta.

O vento que balança a sua árvore é o mesmo que espalha as suas sementes.

Influência é vento que sopra, decisão é o leme que guia.

Poderia te mostrar o caminho da felicidade, mas não confiou na força do meu vento, na primeira tempestade me deixou ir com ela.

Eu não vejo o vento;
Mas sinto o seu sussurro como um lamento;
Quando as árvores se balançam e suas folhas se arrancam;
Observo queno vento é potente, é forte e raivoso;
De repente se acalma;
Se torna suave, balança meus cabelos, me refresca.
Este vento!
Que balança o mar e movem os barcos;
O vento que assusta e ao mesmo tempo encanta.
O vento que afugenta;
O vento que trás catástrofes é o mesmo vento que nos acalma.
Vem do oeste a leste.
Atravessam os trópicos da Terra;
Nos traz frio, nos traz a brisa.
O vento carrega coisas e nos trás a brisa.
O vento carrega coisas e nos trás a chuva, que nos limpa, nos renova.
O vento nos seca;
Ao mesmo tempo ele é vida, é riqueza.
É o ar que sopra onde quer.
Fico sem saber da onde vem, ou para onde vai.

E no final você verá que o vento acalma, que por mais longo que tenha sido o inverno o frio passa, que devagarinho a chuva volta, a primavera chega, o verde se sobrepõe às folhas secas e a vida em toda a sua exuberância de cores e perfumes renasce junto com as flores.

Ecos do Teu Nome


Letra original escrita por Maycon Oliveira dos Santos)


Há um eco no vento chamando teu nome,
Toda vez que a noite se torna canção.
Te procurei nas estrelas, no tempo e nos sonhos,
Mas foi no silêncio que achei tua mão.


E se o mundo apagar as luzes do céu,
Ainda verei teu rosto em mim — fiel.


Porque o amor não morre, só muda de forma,
E o teu vive aqui, queimando na alma.
Se um dia eu partir, serei tua lembrança,
Cantando baixinho que o amor não se acaba.


Teu sorriso tem o dom de curvar o tempo,
E tua voz me faz querer acreditar.
O destino pode ser o nosso inimigo,
Mas o coração insiste em te esperar.


E mesmo se a vida me fizer calar,
Meu silêncio vai te procurar.


Porque o amor não morre, só muda de forma,
E o teu vive aqui, queimando na alma.
Se um dia eu partir, serei tua lembrança,
Cantando baixinho que o amor não se acaba.


E se um dia o tempo nos dividir,
Promete, amor, que vai me ouvir…
Na chuva, no vento, no mar que dorme,
Meu coração ainda te chama pelo nome.


Porque o amor não morre, só muda de forma,
E o teu vive aqui, queimando na alma.
Se o destino falhar, o amor te encontra,
Pois o que é eterno, o tempo não cala.


Ecos do teu nome…
Vivem em mim…
Pra sempre.

Então o Sol disse ao Vento:
Não adianta meu amigo vento, ter várias ações de amor, se não tem amor. O importante não é só a atitude, mas sim a intenção que vem com ela.

Perfume Estragado


Primavera rareia minha vida tão feia,
mas vem o vento esperneia
o perfume estragado,
como um Judas traindo
na hora da ceia.

Consertei meu jardim —
as flores voltaram a sorrir,
o vento brinca entre os ramos
e a terra respira por vir.


Mas hoje há muros altos,
feitos de calma e cautela;
onde antes havia frestas,
agora há grades, sentinelas.


Entre as rosas, pus tranças,
raízes firmes, seguras;
nenhuma lagarta ousada
ultrapassa minhas muralhas puras.


O jardim segue belo, enfim,
mas aprendeu com a dor:
flores que um dia sofreram
agora florescem com amor —
sem deixar de lembrar
quem tentou roer seu florir interior.

Hoje eu escrevo não com tristeza, mas com calma.
É uma despedida - um sussurro ao vento, um último olhar para o horizonte antes de partir.


A vida me ensinou a sentir, a cair, a levantar, e a amar com intensidade. Houve dias de sol, chuva, risos que ecoaram com alegria e silêncios que pesaram a minha mente. Mas, em cada um deles, aprendi um pouco mais sobre o que é ser humano.


Deixo para trás o medo, as culpas e os "e se" que me acompanharam por tanto tempo. Levo comigo as lembranças que me quebram por dentro, não só, mas as que aquecem meu coração - os rostos, as vozes, os momentos de paz, e que me tornaram ser quem eu realmente sou.


Se algum dia alguém ler estas palavras, por favor entenda: não é o fim, é apenas um cansaço eterno.
A vida não termina quando o corpo de cala, mas quando a calma deixa de sonhar.
E a minha, enfim, aprendeu a descansar em paz, grata por ter existido não desejo viver neste mundo.

Pare de esperar motivação, ela é como o vento que vem e vai. O que te mantém em movimento não é o impulso de um dia bom, mas a disciplina dos dias comuns.
É o hábito que te leva onde o entusiasmo não consegue permanecer.

Dentro de nós há uma chama que nunca se apaga, só precisa de coragem para soprar o vento certo.

Sopra o vento contra os ouvidos e ensurdece. Cala os gritos que te querem de volta.
Pinga a chuva contra a pele e umedece. Camufla as lágrimas e chora. Projeta a luz contra os olhos e ofusca. Apaga o farol que me conduz e afunda. Estampa um sorriso contra o peito e queima. Queima saudade, lágrima e farol, o amor que era acabou — e só sobrou sua marca, enganosa, que te vende a mim, eternamente.

Tínhamos planos traçados no vento,
risadas que enchiam o silêncio,
porque estar contigo já bastava.


Dividíamos sonhos, quase tudo,
a casa, a rotina, a alma cansada.
Era simples, era bonito
era o tipo de amor que a vida raramente dá.


Mas um dia o som da tua voz calou,
o abraço virou lembrança,
e a saudade fez morada
nas horas em que o mundo pesa demais.


Será que você também sente falta?
Das fotos, das bobagens, das conversas que curavam?
ou será que o "nunca mais"
foi mesmo pra sempre?


A dor vem mansa, de madrugada,
quando lembro da tua risada.
E eu me pergunto, baixinho, pra não acordar o coração:
se eu fui tão pouco pra você,
por que ainda dói tanto em mim?

Há pessoas que se vão com o primeiro sopro do vento.

Não segure o que já nasceu para ir embora.