Fizemos Amor
Nos momentos mais difíceis, o amor é o único refúgio.
O Amor Bate na Aorta
Cantiga de amor sem eira
nem beira,
vira o mundo de cabeça
para baixo,
suspende a saia das mulheres,
tira os óculos dos homens,
o amor, seja como for,
é o amor.
Meu bem, não chores,
hoje tem filme de Carlito.
O amor bate na porta
o amor bate na aorta,
fui abrir e me constipei.
Cardíaco e melancólico,
o amor ronca na horta
entre pés de laranjeira
entre uvas meio verdes
e desejos já maduros.
Entre uvas meio verdes,
meu amor, não te atormentes.
Certos ácidos adoçam
a boca murcha dos velhos
e quando os dentes não mordem
e quando os braços não prendem
o amor faz uma cócega
o amor desenha uma curva
propõe uma geometria.
Amor é bicho instruído.
Olha: o amor pulou o muro
o amor subiu na árvore
em tempo de se estrepar.
Pronto, o amor se estrepou.
Daqui estou vendo o sangue
que corre do corpo andrógino.
Essa ferida, meu bem,
às vezes não sara nunca
às vezes sara amanhã.
Daqui estou vendo o amor
irritado, desapontado,
mas também vejo outras coisas:
vejo beijos que se beijam
ouço mãos que se conversam
e que viajam sem mapa.
Vejo muitas outras coisas
que não ouso compreender...
O amor não morre. Ele se cansa muitas vezes. Ele se refugia em algum recanto da alma tentando se esconder do tédio que mata os relacionamentos. Não é preciso confundir fadiga com desamor. O amor ama. Quem ama, ama sempre. O que desaparece é a musicalidade do sentimento. A causa? O cotidiano, o fazer as mesmas coisas, o fato de não haver mais mistérios, de não haver mais como surpreender o outro. São as mesmices: mesmos carinhos, mesmas palavras, mesmas horas... o outro já sabe! Falta magia. Falta o inesperado. O fato de não se ter mais nada a conquistar mostra o fim do caminho. Nada mais a fazer.
Muitas pessoas se acomodam e tentam se concentrar em outras coisas, atividades que muitas vezes não têm nada a ver com relacionamentos. Outras procuram aventuras. Elas querem, a todo custo, se redescobrir vivas; querem reencontrar o que julgam perdido: o prazer da paixão, o susto do coração batendo apressado diante de alguém, o sono perdido em sonhos intermináveis e desejos infindos. Não é possível uma vida sem amor. Ou com amor adormecido. Se você ama alguém, desperte o amor que dorme! Vez ou outra, faça algo extraordinário. Faça loucuras, compre flores, ofereça um jantar, ponha um novo perfume...
Não permita que o amor durma enquanto você está acordado sem saber o que fazer da vida. Reconquiste! Acredite: reconquistar é uma tarefa muito mais árdua do que conquistar, pois vai exigir um esforço muito maior. Mas... sabe de uma coisa? Vale a pena! Vale muito a pena!
O inimigo de um amor nunca vem de fora, não é homem ou mulher, é o que falta em nós mesmos.
O amor não começa na palavra, o amor começa no olhar, palavras são passageiras, olhares duram a vida inteira.
Um corpo perfeito começa com bons pensamentos, autoestima elevada, amor e prazer nas coisas simples.
Embaixo de cada face de mulher existe uma beleza escondida que só o amor-próprio e a autoestima são capazes de revelar. Empodere-se!
Eu te amo, quero passar o resto da minha vida com você. Você é o amor da minha vida. Eu não posso te deixar, você é como uma brisa de ar fresco. É como se eu estivesse me afogando e você me salvasse. Eu tô apaixonado por você, eu sempre estive apaixonado por você.
O amor é a coisa mais bela do mundo. Infelizmente, também é uma das coisas mais difíceis de manter, assim como uma das mais fáceis de se desperdiçar
Do Livro: Pausa
"Ontem me disse que fez uma lista de como o seu amor por mim estragou a sua vida, e eu entendo, e facilitei pra você. Também fiz uma lista, de como amar você mudou a minha: Você estava ao meu lado quando eu precisava de um amigo; Você me fez rir; Me fez dançar; Me mostrou que encontraria o amor de novo, e eu entendo se você precisar de tempo pra se curar, pra viver a sua vida sem mim, eu entendo que possa ter que esperar, e eu vou, vou esperar, e quando estiver pronta pra mim, eu vou estar pronto pra você."
