Fiz de Mim o que Nao Soube

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O pedido de desculpa não nos garante restabelecer o relacionamento com quem magoamos e humilhamos, entretanto nos liberta da dor da culpa e da injustiça.

“Não sejam tolos, não falta amor - falta amar.”

Parabéns pelo dia de hoje e obrigado por existir. Afinal se vocês, mulheres, não existissem, eu também não existiria. Teria me matado por volta dos 7-8 anos.

Simplesmente cansei de viver.
A vida não passa mesmo de uma brincadeira de marionetes!
Somos todos bonecos prontos pra ser controlados.
Sem chance de resistência.
Os que tentarem se mudar serão descartados.

Maison Lockwood: Eu te conheço. Te elogiaram muito.
Damon: Sério? Que estranho. Eu não presto.

O Momento Decisivo: O Instante que Não Volta


A fotografia vive do instante. Há um segundo exato em que tudo se alinha: a luz, o gesto, o olhar, a atmosfera. É nesse ponto de encontro que nasce a imagem única, impossível de ser repetida.


O momento decisivo não é apenas técnica — é sensibilidade. É estar presente, atento, entregue ao que se revela diante de si. É confiar que, em meio ao fluxo da vida, há uma fração de tempo que guarda a eternidade.


Quando o clique acontece, não se captura apenas uma cena. Captura-se o irreversível: aquilo que não voltará a acontecer da mesma forma.


E é justamente por isso que a fotografia emociona. Ela congela a vida no exato ponto em que ela estava prestes a escapar.


A arte de fotografar é, então, a arte de estar pronto. Pronto para ver, sentir e decidir. Porque o tempo não espera — mas a imagem, uma vez feita, resiste ao esquecimento.


Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges

Ter fé não é garantia de prosperidade, mas de estar satisfeito em Deus e viver feliz na abundância ou na necessidade.

A marca distintiva de um filho de Deus não é a perfeição, e sim a fome por Cristo.

A arte não salva o mundo. Mas salva o minuto.

Eu não quero que seja meu, eu só quero ser sua. Quero que me tome e aperte meu coração que ameaça explodir toda vez que ouve seus passos. Ambos sabemos que isso não é pra dar certo, mas eu quero errado.

Me ame hoje e não me abandone amanhã.

Para associar os seres humanos entre si, não basta a identidade da sua natureza; é necessário ensinar-lhes a falar uma mesma linguagem, isto é, a da compreensão; a usufruir uma cultura comum; e a compartilhar os mesmos sentimentos. De outro modo, o ser humano preferirá encontrar-se com o seu cão, a encontrar-se com uma pessoa estranha".

Ter força não é forçar a barra. Ter força, ás vezes é deixar ir.

Não espere perceber a ausência de alguém depois que não tiver mais o privilégio de tê-lo por perto. Valorize a presença de quem você ama enquanto podes fazer isso, assim, a saudade amarga se converterá em lembranças doces.

Não tenho medo do escuro, mas deixe as luzes acesas…

Você não é vítima, você está se fazendo de vítima.

Quando se tem muito a proteger, às vezes você não tem escolha exceto ser insensível.

Não fique triste se uma história acabou. Logo você recomeça outra! Temos o dom de recomeçar todos os dias!

Que o nosso amor seja roda, que explore todas as estradas, para que ande em liberdade e não pare em qualquer curva.

Que o nosso amor seja roda, que gire mas não se perca, que rode e não estacione, capaz de transportar em carga leve tudo o que for contratempo.

Que o nosso amor seja roda que ande a favor do vento, pois de contrário já chega o mundo, pois de quadrado já chegam os outros.

Que o nosso amor seja roda, porque de círculo ela é feita e tudo o que é cíclico não tem um fim, logo todo início é recomeço.

Que a roda seja nosso amor, que embora fique careca, derrape mas não cesse, pois só se murcha o que não é cheio... seja de ar, seja de amor...

Despedindo-me em Silêncios


Há dias em que me percebo partindo sem sair do lugar.
Não é fuga, é cansaço de permanecer inteira.
Vou me desfazendo devagar,
como quem solta o ar e deixa o corpo repousar no intervalo.


Já não há pressa em resistir.
A resistência virou hábito, quase uma oração muda,
dessas que não se aprendem, apenas se sentem.


Deixo pedaços meus em cada esquina do dia
um pouco na roupa pendurada,
outro no copo que esqueci de lavar,
e tantos nos silêncios que deixei falando por mim.


Não há ruído na minha ausência;
há um eco que insiste em sussurrar: “ainda estou aqui”.
Mas estar tem me custado caro,
como se cada gesto cobrasse uma parte da alma.


Não quero piedade, nem perguntas.
Quero apenas o direito de ser brisa,
de existir em fragmentos,
de não precisar me reconstruir hoje.


Se um dia eu me dissolver inteira,
não busquem culpados,
apenas saibam que eu tentei.
E que, em cada fragmento que deixei,
havia uma tentativa de ficar.