Fiz de Mim o que Nao Soube
Pobre coração acorrentado, preso em elos fatais, anseia pela liberdade, em ser alado e seguir as correntes da liberdade pelas brisas tranquilas a fluir, por sobre terras mares, alçando voos estelares, nos mais distantes lugares, e enfim desfrutar das delícias do amor.
Efêmera vida que me seduz
Fraquejante sigo contemplando a cruz.
Que seria de minha vida, sem o Senhor Jesus?
Todo ser humano nasce ateu? Sim, claro. Mas a partir do momento que começa a contemplar o existencial, na grandeza e a diminuta manifesta da matéria, compreende perfeitamente que o nada é incapaz de criar tudo o quanto contemplamos com os olhos, sentimos com o tato, saboreamos com o paladar e identificamos com o olfato, seja o odor das mais belas flores, até mesmo os mais desagradáveis aromas.
Em tudo vejo a manifestação do Eterno Pai celestial, criando e transformando todas as coisas. Impossível para eu, me declarar um ateu.
Viver, ver e aprender.
Com os erros banais, ou ainda fatais, entretanto, melhor aprender com o erro dos demais.
Quantos sonhos, vidas e ideais, tantos planos que o ser humano faz, que a soberba e o orgulho deixaram para traz.
Sozinho nada podemos, mas basta um amigo ou irmão, ajudando no estender da mão.
A mão amiga de todas as horas, que sempre ajuda e nunca explora.
A mão amiga que a muitos conduz
Quão poderosa esta mão amiga de nosso Senhor Jesus.
Há muitos amigos por aí
Mas poucos a estender a mão
Principalmente quando cair
Num fosso fundo de solidão.
Num passado recente tínhamos caneta e papel para registrar o pensamento ideal, hoje tudo se resume numa tela e teclado virtual.
