Fiz de Mim o que Nao Soube
Algo que aprendemos tão facilmente, é julgar o outro. Julgamos a todo momento baseado em nossos achismos. E como temos sido mal juízes...
Julgamos o vestir, o falar, o andar, o estado ser...
Julgamos a beleza ou até mesmo a falta dela.
Julgamos a vida do outro que aparentemente é maravilhosa e as vezes julgamos porque a vida do outro poderia ser maravilhosa...mas qual o propósito desses nossos julgamos? Onde nós levará?
Mas já parou para pensar onde esses julgamentos podem levar aquele que por nós são julgados?
Talvez a um tribunal, sem direito a defesa para que seja condenado.
Cansei dos belos rostos, do status, das roupas caras, quero algo além disso, porque, quando me encontro comigo mesmo, preciso me despir das minhas roupas caras, o status não faz diferença e a face da solidão é feia.
O ideal é a bússola que assinala para a alma uma direção firme e constante por entre as incertezas. Por isto, o sentimento de insatisfação, de vazio e de tédio que experimentamos quando traímos ou esquecemos o ideal é o sinal de alarme que nos permite corrigir o rumo e reencontrar o sentido da vida.
Se o sentido é aquilo a que se orienta a nossa vida e a que ela tende com todas as suas forças, então, deve estar colocado num outro tempo ou num outro espaço que não os do presente e do imediato num futuro ou num plano mais abrangente de realidade. O ideal é a presença deste futuro no presente, deste outro espaço no aqui e no agora.
O ideal é a medida efetiva do tempo existencial, o padrão de intensidade e profundidade da significação dos momentos. Sem ideal, os instantes e os lugares se homogeneízam na massa do indiferente, após a breve excitação casual que os torna interessantes.
O ideal é a coluna mestra e a força da personalidade. Traí-lo ou esquecê-lo é entregar-se, de ossos quebrados, nas mãos da contingência e do absurdo.
Conta e Risco
Existem coisas inexplicáveis, mesmo se eu perdesse a memória o meu coração iria reconhecer você,
a vida é feita de momentos, vamos embaraçar as linhas do destino e escolher por nossa conta e risco apenas os momentos que nos tragam felicidade,
quero ao teu lado olhar do alto de uma montanha para o por do Sol com uma fogueira acesa e a brisa da alegria batendo no rosto sentindo aquela sensação de liberdade segurando a flor da intimidade,
enquanto houver amor, haverá paz, haverá nós.
Encarado psicologicamente ou teologicamente, o ideal de perfeição humana sugerida pela imagem do divino é a meta obrigatória e universal da existência humana sobre a terra, e a perda deste ideal é, segundo [Paul] Diel, a causa das neuroses.
A exaltação imaginativa é um estado em que a mente, embevecida com o seu ideal, se identifica mais ou menos inconscientemente com ele e atribui a si as perfeições que a ele pertencem, como se já as tivesse realizado. [...] O exaltado toma o potencial por atual, imaginando possuir as perfeições a que aspira.
Interpretar cada opinião pessoal minha como se fosse instrução disciplinar dada a um grupo militante é coisa de gente que, na cabeça, só tem mesmo discurso militante.
Impávido Sentimento
Pequenos sacrifícios podem levar à um mundo de amor,
em meio as oportunidades, não perder o dom de um simples sorriso te trará uma experiência incrível,
não transforme uma conquista em uma competição, conhecer alguém especial já é uma vitória, os dois envolvidos são vencedores automaticamente,
o admirável de viver um amor é saber compreendê-lo é saber valorizá-lo é interpretá-lo como o segurança do seu coração.
A inversão banalizante só pode ocorrer mediante uma mutação súbita, longamente preparada no subconsciente. [...] Quebram-se, assim, inúmeras cadeias de reflexos condicionados que constituíam a base subconsciente do comportamento, e o homem se vê num estado de indeslindável confusão.
A banalização consiste neste nivelamento-por-baixo do sentimento moral e estético. Ela permite que o indivíduo adote, como normais e indiferentes, atitudes e opiniões que antes lhe pareciam imorais e desprezíveis. Não raro a mutação apaga blocos inteiros da memória, de modo que o indivíduo, para sustentar com alguma coerência o seu novo padrão de comportamento, chega a negar os fatos mais óbvios e patentes que presenciou.
[...] a neurose do idealista exaltado tem sua origem na soberba, pois o ego, ao identificar-se com a imagem do ideal, atribui a si mesmo, atual e efetivamente, qualidades que só lhe pertencem de modo virtual e por espelhismo. É uma forma de autolatria. Quando os teólogos dizem que a soberba é a raiz de todos os pecados, é isto o que eles têm em vista: o idealista exaltado corrompe o bem na sua própria raiz, corrompe-o na medida em que tem por ele um amor egoísta.
