Fiz de Mim o que Nao Soube
Escolha a ponte entre dois caminhos ou duas decisões, você não é obrigado a estar fadado a viver na dualidade imposta por conceitos retrógrados.
A religião não é a verdade que dita o que é verídico ou correto no mundo real, só possui seus efeitos nas páginas mágicas de sua história mitológica, a realidade é dura e cruel, onde não existe resolução de problemas através de liturgias focadas em pensamento forte e convicção fantasiosa. Esse tipo de paradigma já deveria ter sido superado a muito tempo, mas como sempre a religião seja qual for, atrasa o progresso da humanidade com suas falácias e regras toscas, vazias e sem sentido significativo.
"As pessoas não percebem que estão dentro de um prisão ideológica e egocêntrica que os prende em um sistema onde não são capazes de enxergar, pois sua percepção e compreensão limitante da realidade se curva perante as falácias de sofistas contemporâneos e seus discursos persuasivos de paz e eternidade em suas fantasias platônicas de idealismo, com o fim de tornar os indivíduos gregários e cegos quanto a esta vida".
Nada ameaça mais a democracia do que um juiz que esquece que sua caneta serve à lei, e não ao próprio ego.
Ter dinheiro pode proporcionar conforto, segurança e oportunidades, mas não é garantia de felicidade. É importante refletir sobre como usar o dinheiro de forma consciente, buscando equilíbrio entre as necessidades materiais e o bem-estar emocional. Além disso, é fundamental lembrar que o verdadeiro valor está nas relações interpessoais, na saúde e no crescimento pessoal, não apenas na riqueza material.
Ter dinheiro pode abrir portas e facilitar o alcance de objetivos, mas não deve ser o único foco na vida. É essencial cultivar outras áreas, como a espiritualidade, os relacionamentos e o autoconhecimento. O dinheiro pode trazer conforto, mas a verdadeira riqueza reside na capacidade de apreciar as pequenas coisas, cultivar conexões significativas e encontrar propósito e satisfação em nossa jornada.
Não se pode modificar ou alterar o visual, a paisagem de um pôr do sol, mas nem é necessário, pois a natureza é sábia.
Na quarentena, a gente percebe como as flores nascidas na adversidade e que não precisam ser irrigadas são as que se tornam mais belas.
Não devemos fazer do conhecimento um fim, devemos fazer do conhecimento um meio.
Um meio de se conseguir desenvolvimento sustentável, um meio de se combater a fome, a pobreza e a miséria no planeta.
Quando a relva fina, seca e rasteira parece não suportar mais nem um dia, quando num lago enlameado os peixes começam a desvencilhar do barro, quando as folhas secas parecem não pertencerem mais aos galhos e caem, aí Deus com sua suprema e infinita bondade e sabedoria manda a chuva e a natureza já esverdeada volta a favorecer a vida.
Mesmo se você tiver foco, disciplina e determinação, não se chega ao objetivo, sem antes passar pelas adversidades diárias.
Como se não bastasse o milagre da vida, naquela noite o alinhamento de Júpiter com Saturno mostrou um exemplo da grandeza de Deus.
Não importa se é a lua que passa entre a terra e o sol, ou se é a terra que passa entre o sol e a lua, o que se vê na noite do eclipse é mais um espetáculo celeste e universal extraordinário.
Não se pode alterar ou modificar a paisagem, o visual do firmamento, um ceu estrelado, mas nem é necessário pois a natureza é sabia.
