Fiz de Mim o que Nao Soube

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“Um sorriso pela manhã, pode ser a solução daqueles dias onde você tem o pressentimento que ele não vai ser bom.”

Inserida por clarique07

“Não se aprofunde muito naquilo que você pensa. Afirmar em cima de suposições, não é muito seguro, e além do mais você pode passar a se comportar de acordo com aquilo que você está pensando”.

Inserida por clarique07

O pouco caso é um combustível, que serve para provar as coisas a quem não acredita em você.

Inserida por clarique07

O(a) ignorante não é aquele(a) que não sabe das coisas, é aquele(a) que não quer, não procura e não tem interesse em saber das coisas.

Inserida por tiagofassis

Não gosto de números para me definir, números não conseguem me medir.

Inserida por PatriciadeOliveira

A mulher do Sábio não conhece o guerreiro que ele é, quando Jesus revelar, ela se unirá a ele na grande batalha.

Inserida por AlexandreRezende

Uma conversa ao pé do ouvido traz desconfiança porque é do mal, se fosse do bem, não seria ao pé do ouvido.

Inserida por AlexandreRezende

O homem que não se revoltar em favor da justiça, perderá sua imortalidade.

Inserida por AlexandreRezende

⁠Surto de alforria
Estamos surtando -
Mas não.
Não é um surto psicótico.
Estamos em um surto contra nós mesmos.
Contra a vida.
Contra todas aquelas coisas e verdades que nos obrigamos a engolir diariamente.
A loucura brota da mesma vertente da sanidade.
Duas faces de uma mesma moeda.
A depender das circunstâncias:
veremos apenas uma delas como verdade absoluta durante uma vida inteira.
E do que tanto digo sem dizer?
Por ora, anuncio o descrédito por si mesmo.
Ou, a loucura de acreditar.
Falo do ódio a si próprio.
Ou, da loucura de, talvez, ousar se amar.
Quero proclamar minha loucura
com a aventura de dar-me alforria.
Denunciar minha sanidade,
de ter me mantido em cativeiro,
privando-me da exposição,
do julgamento,
do apedrejamento em praça pública.
Estou surtando.
Ou, sendo curada por minha loucura.

⁠A vida não examinada ilude, a examinada deprime.

Inserida por GabrieldeArruda

⁠Se seu coração não estiver onde você está, sua vida será um desespero silencioso.
Pr. Odair

Inserida por Odairalves

⁠A justiça enxerga, mas não é sábia.

Inserida por moribunny

⁠A nuance que a pele ostentas não define a essência do ser. Psicopatas existem e em todas as mais variadas pigmentação, porque bonito de se ver é uma pessoa e seu bom coração.

⁠o dinheiro é tão bom que quando você fica rico, não pode confiar em ninguém, tem que contratar seguranças, resumindo acabou a paz.

Inserida por rai_araujo

⁠Não viva de emoções, mas sim da realidade.

Inserida por Rayane7

⁠Entre minha costela esquerda e o baço,
ele instalou seu ateliê:
um ser que não é meu,
e que, no entanto, me conhece mais do que eu.

Não trouxe flores —
apenas o silêncio que já habitava minha boca
antes mesmo que eu aprendesse a mentir.

Veio como vêm as coisas irremediáveis:
sem alarde,
sem pedir licença,
sem se importar se eu estava pronto.

Chegou sem fazer barulho,
apenas se aninhou,
como se sempre tivesse estado ali.
Como se o corpo fosse seu
antes de ser meu.

Limitou-se a ocupar o espaço
que eu, ingênuo, julgava vazio.

Não paga aluguel,
mas exige tudo: os sonhos que engoli antes de sonhar,
as margens dos meus livros
sujas de hesitações,
a primeira palavra
que travei na garganta.

Não fala.
Não precisa.
É o hiato entre um pensamento e outro,
o instante suspenso antes do tombo,
a sombra que se alonga no meu cansaço.

Ele não dorme.
Fica acordado à noite,
costurando meus pesadelos.
E quando meu corpo — traidor — se entrega ao sono,
ele deita-se ao meu lado
e sonha os meus sonhos
melhor do que eu.

Às vezes, penso que sou ele.
Ou que ele me esculpiu
enquanto eu fingia estar vivo.

Move-se sob a pele,
apaga-me aos poucos no reflexo do espelho, mistura seu medo com meu suor.
Seus argumentos crescem em meus interstícios,
como ervas daninhas entre rachaduras.

Já tentei revoltas.
Ergui fortalezas de papel.
Quis incendiar a casa toda.
Tentei ser dono de mim.
Mas como arrancar da carne
aquilo que já se tornou carne?

Há dias em que temo
que esse vazio
seja a única herança que deixarei.
A certeza de que, um dia,
vou olhar para dentro
e não reconhecer
nem o vazio.

Talvez um dia eu acorde,
e ele terá ido embora.
Ou talvez eu acorde,
e já não reste
ninguém.

Inserida por GabrieldeArruda

⁠Não temos tempo para brincadeiras. O reino precisa de você.

Olhos de Wakanda (série)
1ª temporada, episódio 1.
Inserida por pensador

⁠Lá não tinha luz, não tinha asfalto, não tinha ônibus. Mas, pro governo dos ricos, não importava o nosso problema.

Inserida por pensador

⁠Malandro não ama. Malandro sente desejo.

Inserida por pensador

⁠Eu sou libélula.
Diferente da borboleta, eu não renasço, eu transformo (me transformo) e mudo.
Me liberto, eu voo, eu mudo.

Eu deveria voar, mas minhas asas estão molhadas, eu pus secar.

Eu deveria voar, mas as minhas asas molharam na chuva, então eu pus pra secar, para amanhã voar.

Eu sou a libélula.
Sem asas.
Asas provisórias ou à procura de asas.
Ou eu deixei no varal.

Eu sou libélula — quase liberta

Falta,
Pouco.

Inserida por guilherme_murao