Fiz de Mim o que Nao Soube

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Não perguntes o que a tua pátria pode fazer por ti. Pergunta o que tu podes fazer por ela.

John Kennedy

Nota: Versão de trecho do Discurso de posse

A franqueza não consiste em dizer tudo o que se pensa, mas em pensar em tudo o que se diz.

A riqueza não é daquele que a tem, mas daquele que a goza.

Não se é líder batendo na cabeça das pessoas - isso é ataque, não é liderança.

O cinema não tem fronteiras nem limites. É um fluxo constante de sonho.

Uma fé que não duvida, é uma fé morta.

Abre a mente ao que eu te revelo e retém bem o que eu te digo, pois não é ciência ouvir sem reter o que se escuta.

O que distingue um grande poeta é o fato dele nos dizer algo que ninguém ainda disse, mas que não é novo para nós.

Não há conhecimento que não tenha valor.

Você não consegue escolher como vai morrer ou quando. Você consegue apenas decidir como você vai viver. Agora!

# 288

Não sou Ninguém! Quem és?
És tu - Ninguém - também?
Há, pois, um par de nós?
Não fales! Não vão eles - contar!
Que horror - o ser - Alguém!
Que vulgar - como Rã -
Passar o Junho todo - a anunciar o nome
A charco de pasmar!

Onde não estamos é que estamos bem. Já não estamos no passado, e então ele parece-nos belíssimo.

Um dos maiores travões aos delitos não é a crueldade das penas, mas a sua infalibilidade (...) A certeza de um castigo, mesmo moderado, causará sempre impressão mais intensa que o temor de outro mais severo, aliado à esperança de impunidade.

Há pessoas que a gente gostaria muito de largar, mas por quem não gostaria de ser largado.

O dinheiro não faz a felicidade. Um homem com 10 milhões de dólares não é mais feliz do que o que possui 9.

O difícil não é estar com os amigos quando têm razão, mas quando estão errados.

O problema do nosso tempo é que o futuro não é o que costumava ser.

Paul Valéry

Nota: A citação também pode ser atribuída aos poetas Laura Riding e Robert Graves, encontrada no artigo From a Private Correspondence on Reality, publicado em 1937 no jornal "Epilogue". O poeta francês Paul Valéry também escreveu a expressão em 1937.

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A arte de governar consiste em não deixar envelhecer os homens nos seus postos.

Não me importa a mentira, mas odeio a imprecisão.

Já é vender a alma não saber contentá-la.