Fiz de Mim o que Nao Soube
Poetas.
Era uma vêz !
E não mudou muito,
Lá pelos pequenos anos
Descobrindo gostos e sabores
Ouvindo músicas em suas letras
Percebendo a sensibilidade
Suas frases em harmonia
Algo era singelo e eterno
Um sentimento, um prazer
A escolha pelo romântico surge
A vontade de participar de alguma forma
Uma a paixão sem identidade
Como uma dor sem corte sem sangue
Sem fraturas ósseas ou qualquer trauma
Mas uma grande e intensa eterna dor
O desejo de entender e explicar crescente
O querer expressar tal sentimento
Que a música acentuava como perfume das rosas
E então pensamentos leves e suaves
Obrigando as mãos ao papel e caneta sem lugar.
A insaciável vontade de escrever e dividir
Passar ao mundo um nobre sentimento
Um passear pelos sentidos do amor
Um jornal de sonhos e desejos
De um âncora da então poesia
Que pode tocar ao longe
Assim como sentir em sua alma
Pois é da alma e do coração
Que nasce o dom da poesia
Entregue a aqueles chamados,
Poetas.
José Henrique
Um amigo foi reclamar com outro, que não o estava acompanhando no Instagram.
Veja a resposta:
Eu estava lhe seguindo, mas você andou tão depressa que eu não consegui mais lhe acompanhar. 😇
Na busca pela santificação percebo que não é sobre evitar ou estar paralisado na sua zona de conforto é sobre lutar e vencer, Cair e levantar, tropeçar e não desistir.
Pelo mesmo motivo que não se deve devolver o Ouro para o barro e a lama; Não saia distribuindo o melhor de si , para aqueles que não fizeram nada para conquista-los.
Não são as minhas estratégias que são boas, é que tudo o que eu vou fazer convido Deus para participar.
Quando a dor estar dentro do peito nao conseguimos expressar a felicidade, Mas quando a felicidade e maior, a dor é sufocada e deixa de existir
“ Não há necessidade de esforço para conquistar meu amor, pois minha essência me permite amar até aqueles que desejam o meu mal; Mas se queres algum tipo de convivência comigo, se esforce para conquistar meu respeito.”
No silêncio de suas cores .
E quando a noite enfim pousou
Não envaideceu, assim percebeu
E era o mesmo assim anoitecido
Não esmoreceu com a escuridão
A vontade de viver não empobreceu
E mediante o olhar da noite
Viu que não nem sempre era a luz do dia que a trazia com a mais bela visão.
Era a escuridão de seus olhos fechados e silenciosos que a trazia com perfeição.
Tinha de ser de forma pura e distante,
Apenas a lembrança de que ainda e sempre existirá.
Doce você, doce e silencioso amor que resiste ao tempo e a feriados sem destino.
Se ao olhar os quadros em um stand não vejo cores é porque não há cores ali para mim.
Olhar para todos e não ver ninguém, é que não há ninguém para mim.
Ver a mim assim no sempre eu comigo mesmo.
Não esmoreceu, não envaideceu e não empobreceu o que aconteceu.
Não me recordo o dia que parti, pois sinto que nunca o fiz.
O rosto da chegada é bem mais claro na minha lembrança e assim fica.
E apesar da solidão, é o silêncio mais prazeroso de alguém.
É nele que pinto os diversos quadros de sua lembrança.
Todos em todas as formas e cores, sentimentos e dores.
Com tons suaves e fortes misturados as cores de um amor que só a vida pode colorir.
E por mais distante, noite ou dia,
Escuro ou claro, continuo a pintar quadros de muitos sonhos .
Do amor que calado apenas sente,
O silêncio de suas cores.
José Henrique
