Fiz de Mim o que Nao Soube
Me fiz inteira!
Mesmo quando tu me deixaste em pedaços.
Restaure-me
Pois tive pressa de sobreviver....
Mesmo tendo razões para desfalecer!
Desculpe as vezes que te fiz mal. Foi sem a mínima intenção. Desculpa por todas as brigas, as intrigas, mas somos um casal, e em todos os casais elas existem, ou então não seríamos um casal.
Falar de você é sem palavras; teu jeito, tua voz, tão meiga, tão marrenta, tão alegre, tão brava, tão doce, tão sal...
Eu quero viver o resto da minha vida ao seu lado, você é o que tenho de mais precioso.
Quero passar minha vida com você, te amando e respeitando.
Te amo, minha vida!
Reflexão diária 06/01/2017
Costumo muito ouvir duas palavrinhas: eu sei ou eu já fiz, assim como perguntar por que, ao invés de perguntar como fazer, hoje eu sou feliz por não ter todas as respostas para tudo, enquanto algumas pessoas persistem em agir por seus instintos perdendo seu precioso tempo e não resolvendo o problema, pelo simples fato de não saber ouvir. Seja humilde aprenda a ouvir e perguntar como fazer.
Fiz as pazes comigo. ´
Me cobrarei menos.
Sonharei mais.
Criarei tempo para o
que me faz bem.
Abraçarei o novo .
Não terei medo de mudar.
Não brincarei mais com o tempo .
Fiz um pacto com a felicidade
e sorrirei mais.
Minha cama
É feita de solidão
Revestida por frieza
Fui eu mesmo que a fiz
Com os materiais que
Você me deu.
Terminou.
Te fiz acreditar que estava tudo bem, desculpa eu tava mal e me sentindo usada
a gente nem tinha mais por que, e viver alongando uma história que nem era pra ser.
Eu confesso as vezes eu não quero escutar nada e as vezes eu preciso escutar tudo, é que eu não consigo conter, sou demais pra ser de menos.
Lembra daquele dia em que disse que eu não seria mais uma, e eu fui mais uma, eu realmente queria acreditar que o meu temperamento bipolar vai mudar, e eu vou estar te esperando, mais não é real você e eu sabemos.
Preciso sair antes que um de nós, acabe.
não é você sou eu, eu preciso me conhecer saber o que eu sou capaz, e minha força, minha coragem, minha fé.
Desculpa mas esse amor acabou faz tempo, eu só não sabia que podia ser a voz ativa desse relacionamento, já que sua coragem não falou, a minha tinha que gritar, acabou. Por mais clichê eu preciso dizer, não vamos por vírgula a onde é ponto final.
Eu nasci, eu cresci, eu vivi, senti dor,
todas essas coisas que eu fiz, foi por amor
eu olhei, eu sonhei , eu te vi.
tudo o que eu queria era você perto de mim
eu sou lobo solitário, com feridas de leão
respeita essa droga não mexe comigo não.
te mato em 3 segundos eu não ligo para o mundo
eu vivo num submundo lotado de latifúndios
você mexeu, você gostou mas agora de surpresa
seu tempo acabou não durou, sufocou
eu sou o lobo solitário e a dor não passou
vivendo e aprendendo já que um lobo é o que sou
Por vários caminhos percorri, de várias maneiras eu fiz, mas de nenhum jeito eu consegui lhe encontrar, e se hoje, já não faço mais esfoço pra lhe achar; não pense que é cansaço, pelo o contrário, minha vontade em lhe reencontrar só aumenta mais, dia após dia.
Então fiz uma oração para Deus e agora nele espero e confio na certeza de que:
"Um dia a gente se encontrará e a felicidade fará sua morada"
''Fiz algo de errado, algo que ninguém mais faria, falei a verdade a eles. Me olharam com um olhar de desdém, eles tentam me bitolar, mas serei resistente, eles com comentários ardilosos, olhei para eles, soltei um sorriso de deleite, e gritei:
-sou diferente, me orgulho de ser o que sou! E assim eles nunca mas riram de min''
Foi triste quando fiz aqueles que amava chorarem, mas foi ainda pior quando minhas lágrimas caíram por culpa de outra pessoa.
Vida…
Levarei comigo,
Para toda a eternidade,
As maravilhas que vi, fiz
E encontrei nesta vida.
Falarei aos quatro cantos que amei muitas vezes
E que cada amor foi diferente,
E que em todas as vezes,
Eu fui feliz.
Neste tempo que aqui vivi
Sorri, chorei, sofri, me diverti, amei, fui amada,
Fiz muita gente feliz, mas também fui magoada,
E com certeza, também magoei alguém.
A vida é assim.
Sei o que fui e o que deixei para este imenso universo,
Sei que tudo o que fiz aqui não se foi comigo
E que muitos serão capazes de sentir as emoções que aqui deixei.
Minha vida fez sentido
Porque todos os sentidos e prazeres que a vida me deu para viver
Eu vivi, não somente sobrevivi.
E fui feliz.
Que você possa sentir minhas vibrações,
Onde quer que eu esteja
E que viva a vida como ela tem de ser vivida intensamente em todos os momentos
Sejam momentos alegres ou tristes
E que cada sentimento te ensine…
Que amar é fundamental.
Fiz papel de bobo
Meio desajeitado
Em um lugar inadequado
Quando recitei palavras belas da qual não me pertencia
Mas tinha um único propósito, te fazer feliz...
Fiz papel de bobo
Quando te mostrei a minha canção
com o meu violão desafinado
E você ficou pasma em ver a canção
E depois riu com uma feição como estivesse pensando: que cara sem mais sem noção...
Fiz papel de bobo(...)
Para te fazer sorrir
E para não te deixar sair
Fiz papel de bobo(...)
Para te manter perto de mim
Vaqueiro
No pasto cerco meu gado
do couro fiz minhas vestes
em casa um vaqueiro amado
no mato um cabra da peste
nesse sertão desprezado
o orgulho é desembestado
de ser filho do Nordeste.
Por muitas vezes eu tentei sorrir e o fiz, embora a maior força a que me regia era aquela tristeza sua jogada ao vento. Só o sorriso e essa multiplidades de "eus" foram os restantes em que me deparei.
Amor próprio
Arrumando as coisas...
Fiz um poema de amor.
Ele parecia colorido demais.
Coloquei nele todas as coisas especiais.
Tirei das prateleiras de cima, as empoeiradas paixões.
Ao assoprar não apenas ví, como enxerguei o bonito que nunca tinha percebido.
Para parecer coincidência, tropecei numa caixa de sapatos velha. E nela encontrei meu amor-próprio. Ele parecia bem surrado, mas era uma das poucas coisas que poderia afirmar "é meu". Resolví entitular o poema com ele.
Sentí uma brisa vinda das frestas da janela. Então a abri. O vento entrou e roubou-me um beijo. "Sedutor barato!" Pensei. Aproveitei e tornei a admirar a natureza.
Infelizmente tinha muita natureza morta. A mesma onde escrevo o poema.
Pensei. Resolvi. Percebi. Pensei "O que fazer com esta vida, afinal?" Resolvi que não pensaria mais nisso. Percebi que precisava terminar o poema.
Ao contrário, li um pouco de Schopenhauer. Lembrei que o acho engraçado. Mas esqueci o por quê. O pus de volta na estante.
Por fim, ví cartas na mesa. De amigos que nunca mais ví. De amores que já esquecí. De mentiras que nunca direi. De verdades que eu já sorrí.
Eis que a carteira cai e abre. Com a foto de uma familiar família. E por fim concluí o poema de Amor. Não totalmente concluído. Não tão cheio de amor.
Poderia lembrar de mais alguém. Que me faz neste momento tão Feliz. Então lembrei que um velho conhecido disse: "todas as cartas de amor são ridículas". E aí que isso não é uma carta. Mas sim um poema!
Quando você quis voltar, eu mais uma vez rasguei o caderninho de ofensas de te fiz e fui. Mas, com um novo e ainda maior guardado no bolso, por conhecer sua inconstância e saber que dessa vez seria ainda pior.
Eu? Estou com medo de tudo. Estou com medo do que eu vi, estou com medo do que eu fiz, de quem eu sou, e acima de tudo, estou com medo de sair desta sala e nunca mais sentir do jeito que eu sinto quando estou com você.
