Fiz de Mim o que Nao Soube
A palavra de uma criança, embora honesta e verdadeira, tem pouco valor para aqueles que não sabem mais ouvir.
Os que questionam são sempre os mais perigosos. Responder não é perigoso. Uma única pergunta pode ser mais explosiva do que mil respostas.
Algumas pessoas não sabem o que dizem. O Beija flor ão é um pássaro comum. Sua frequência cardíaca é de 120 batidas por minuto. Suas asas batem 80 vezes por segundo. Se você segurasse um beija flor e impedisse ele de bater as suas asas ele morreria em menos de 10 segundos. Ele definitivamente não é um passaro qualquer! E isso é um verdadeiro milagre! Uma vez observaram através de uma camera lenta o bater das asas de um beija flor, sabe o que eles viram? As extremidades das asas se movem fazendo o numero 8 no ar; Sabe do que o numero 8 é simbolo matemático? Infinito!
"Sou cego de um olho, não ouço muito bem.. tenho espasmos musculares e tremores continuos, as vezes perco a linha do pensamento... Mas sabe de uma coisa? Deus tem me lembrando sempre da sorte que tenho por estar vivo"
Não me lembro do nome dela... Acho que era... Ou... A verdade é que as pessoas que mais marcam nossas vidas, são as que esquecemos os nomes.
Dez coisas que eu adoro em você
Adoro quando você dança de olhos fechados.
Adoro a forma como você fica quando eu te deixo arrepiada.
Adoro quando você diz coisas fofas.
Adoro suas camisetas da Amelie Poulain.
Adoro suas sobrancelhas grossas e esse olharzinho doce.
Adoro a forma como você me deixa arrepiada.
Adoro dançar Pavement com você como se estivesse num bailinho de escola.
Adoro o fato de Teenage Fanclub e Belle & Sebastian serem suas bandas favoritas.
Adoro saber que ainda tem muita coisa sobre você que eu vou descobrir e adorar.
10 coisas que odeio em você
Odeio o modo como fala comigo
E como corta o cabelo
Odeio como dirige o meu carro
E odeio o seu desleixo
Odeio suas enormes botas de combate
E como consegue ler minha mente
Eu odeio tanto isso em você
Que até me sinto doente
Odeio como está sempre certo
E odeio quando você mente
Odeio quando me faz rir muito
Ainda mais quando me faz chorar...
Odeio quando não está por perto
E o fato de não me ligar
Mas eu odeio principalmente
Não conseguir te odiar
Nem um pouco
Nem mesmo por um segundo
Nem mesmo só por te odiar
Adoro quando você dança de olhos fechados.
Adoro a forma como você fica quando eu te deixo arrepiada.
Adoro quando você diz coisas fofas.
Adoro suas camisetas da Amelie Poulain.
Adoro suas sobrancelhas grossas e esse olharzinho doce.
Adoro a forma como você me deixa arrepiada.
Adoro dançar Pavement com você como se estivesse num bailinho de escola.
Adoro o fato de Teenage Fanclub e Belle & Sebastian serem suas bandas favoritas.
Adoro saber que ainda tem muita coisa sobre você que eu vou descobrir e adorar.
Nunca deixe alguém te fazer sentir como se não merecesse o que quer.
EIS UM PEQUENO FATO:
Você vai morrer.
(...)
REAÇÃO AO FATO SUPRACITADO:
Isso preocupa você?
Insisto - não tenha medo.
Sou tudo, menos injusta
(...)
UM ANÚNCIO TRANQUILIZADOR:
Por favor, mantenha a calma, apesar da ameaça anterior.
Sou só garganta...
Não sou violenta.
Não sou maldosa.
Sou um resultado.
O senhor não imagina bem que eterna variação de gênio é aquela moça. Há dias em que se levanta meiga e alegre, outros em que toda ela é irritação e melancolia.
Que a palavra parede não seja símbolo
de obstáculos à liberdade
nem de desejos reprimidos
nem de proibições na infância
etc. (essas coisas que acham os
reveladores de arcanos mentais)
Não.
Parede que me seduz é de tijolo, adobe
preposto ao abdômen de uma casa.
Eu tenho um gosto rasteiro de
ir por reentrâncias
baixar em rachaduras de paredes
por frinchas, por gretas - com lascívia de hera.
Sobre o tijolo ser um lábio cego.
Tal um verme que iluminasse.
Não devo ter sociedade senão comigo
mesmo, nenhum amigo, senão Deus.
Generoso estrangeiro, adeus, sê feliz.
Adeus para sempre!
Não, meu coração não é maior que o mundo.
É muito menor.
Nele não cabem nem as minhas dores.
Por isso gosto tanto de me contar.
Por isso me dispo,
por isso me grito,
por isso freqüento os jornais, me exponho cruamente nas livrarias:
preciso de todos.
Sim, meu coração é muito pequeno.
Só agora vejo que nele não cabem os homens.
Os homens estão cá fora, estão na rua.
A rua é enorme. Maior, muito maior do que eu esperava.
Mas também a rua não cabe todos os homens.
A rua é menor que o mundo.
O mundo é grande.
Tu sabes como é grande o mundo.
Conheces os navios que levam petróleo e livros, carne e algodão.
Viste as diferentes cores dos homens,
as diferentes dores dos homens,
sabes como é difícil sofrer tudo isso, amontoar tudo isso
num só peito de homem… sem que ele estale.
Fecha os olhos e esquece.
Escuta a água nos vidros,
tão calma, não anuncia nada.
Entretanto escorre nas mãos,
tão calma! Vai inundando tudo…
Renascerão as cidades submersas?
Os homens submersos – voltarão?
Meu coração não sabe.
Estúpido, ridículo e frágil é meu coração.
Só agora descubro
como é triste ignorar certas coisas.
(Na solidão de indivíduo
desaprendi a linguagem
com que homens se comunicam.)
Outrora escutei os anjos,
as sonatas, os poemas, as confissões patéticas.
Nunca escutei voz de gente.
Em verdade sou muito pobre.
Outrora viajei
países imaginários, fáceis de habitar,
ilhas sem problemas, não obstante exaustivas e convocando ao suicídio.
Meus amigos foram às ilhas.
Ilhas perdem o homem.
Entretanto alguns se salvaram e
trouxeram a notícia
de que o mundo, o grande mundo está crescendo todos os dias,
entre o fogo e o amor.
Então, meu coração também pode crescer.
Entre o amor e o fogo,
entre a vida e o fogo,
meu coração cresce dez metros e explode.
– Ó vida futura! Nós te criaremos.
Quem não sabe lidar com as suas frustrações jamais será feliz. É impossível ter tudo o que se quer, logo, frustrações, haverão muitas ao longo da vida. Mas quem compreende bem as decepções e desilusões não sofre nem se desespera. É feliz dentro das suas possibilidades e limitações, à sua maneira. Somente aprendendo a lidar com as adversidades é que o ser humano poderá encontrar, um dia, a verdadeira felicidade, que não está nas coisas da matéria, como dinheiro, romance, status ou profissão, mas na paz interior que ilumina a alma e torna o espírito inabalável diante das imperfeições do mundo. A paz interior finalmente conquistada é a felicidade real que ninguém, nunca, poderá nos roubar.
