Fiz de Mim o que Nao Soube
Fiz uma análise e ainda não consegui entender o que aconteceu comigo naquele segundo em que você sorriu e o beijo rolou🙃❤️
Incompreensão
Não tatuei o teu nome na minha pele,
Sem intenção tatuei-o no meu coração e fiz-te parte dele.
Estava perdida, sem saída.
Não que eu quisesse lembrar-me de ti assim,
Eu só não conseguia tirar-te de mim.
Eras como uma rosa que colhi do meu jardim,
Com o tempo as tuas pétalas voaram de mim.
Certamente não cuidei bem de ti,
Ou talvez foi o facto de eu não ter um jardim.
Murtagh: Eu lhe fiz um juramento, Jamie Fraser, quando você não tinha mais que uma semana e era um belo menino no colo de sua mãe.
A libélula no âmbar
►Versos em Chamas
Comemore, saltitante sobre meu corpo
Não me resta mais nada
Os versos que fiz quando estava afoito,
Agora estão chorando, me cortando como uma adaga
Acabe logo com isso, me mate, dê um jeito
Estou morrendo enquanto me arrependo
Arrependo do dia que escrevi para você
Arrependo de ter me deixado viciar em seu beijo
Choro agora, implorando para que Deus me ajude
Faça-me esquecer, te esquecer, me cure
Não sei mais qual a diferença entre medo e desespero
Apenas me mate de uma vez, não me torture.
Aquela tal Dama nunca existira
A criei, apenas para romantizar em sinfonia
Mas, agora penso em queimar página por página
E soprá-las, em cinzas, para longe, cada palavra
Cada verso que dediquei e talhei por todos esses anos,
Foram para uma musa imaginária, quanta fantasia
Uma verdadeira ninfa, linda, mas, em volta de enganos
Chorar é a única passagem visível no momento, pobre caderno
Pobrezinha da caneta, fora usada tantos dias
Enfim descansará eternamente, pois de ti me despeço.
Talvez esta ilusão consiga me derrubar
Mas, não se preocupe, caderno meu
Pois, deixo dentro de ti, meus sentimentos ilusórios
Para que talvez, verdadeiros amantes te devorem, caderno meu.
Quem sabe um dia eu o leia novamente
Ou talvez, você se torne uma lembrança,
Para que eu não me esqueça dos erros
Posso não ter amado aquele amor de aliança,
Mas, eu imaginei romances, por isso não me culpe
Caderno meu, as lágrimas impedem que eu lute
E, já estou cansado, cansado de romantizar o inexistente
Cansado de poetizar sem uma luz no túnel a me guiar
Caderno meu, lembre-se de como eu era, sorridente
Não grave meu rosto molhado, não me veja chorar.
Dama, quem um dia criei como utopia
Como a amada, como a prometida
Mas que, ao ser dada ao tempo, tornara-se Dalila
Poesias, rimas, tudo para ela, todos os meus dias
Mentiras, farsas, tragédias em sincronia
Cada texto meu fora um engano, mais quantos terei este ano?
Estou aqui, cinco da manhã, sustentado pelo energético
Sem dormir, querendo conversar contigo, caderno meu
Empurre-me de um prédio, talvez assim eu enxergue uma nova miragem
Necessito de algum remédio, chega de donzelas nulas de sinceridade
Se eu queimasse essas folhas, o fogo viveria poucas horas
Quatro anos reduzidos a horas, que tristeza
Devo ter deixado a felicidade ancorada em um porto longínquo
Talvez eu me perdi, levado pela correnteza,
E acabei parando em um hospício, para aqueles que acreditam
Amor, cumplicidade, confiança, um vínculo eterno
Mas, tudo que eu encontrei foi o gélido término.
Eu queria voltar no tempo sabe, não para desfazer, mais para fazer o que eu não fiz, pra retoma a pessoa que eu era, aquela pessoa fria mais forte, aquela nojenta,que não tinha amigos mais que fala com todos e que não se importava se eles estavam bem ou mal, se estavam triste ou felizes, eu sempre fui assim, até que eu mudei, no começo foi ate legal, mais, depois eu me dei conta de que isso está cada vez me atrapalhando, eu estou acabando com o que eu conquistei até hoje, que estou expulsando o que eu mais temia em perde, e em nenhum momento quero que ninguém tenha pena porque foi eu que comecei, ninguém me obrigou, apesar das vezes eu me senti bem, mais isso é uma coisa momentânea.
Decidi que não vou prestar atenção ao que as pessoas pensam. Fiz isso por muito tempo - toda a minha vida. Não vou mais viver assim.
Te procurei, você nunca mais apareceu. Não sei se foi algo que eu disse ou fiz, mas espero que não esteja chateado comigo. Tenho saudades das nossas conversas e brincadeiras, quando puder me procure.
O escuro do quarto que já não tem mais importância
As canções que eu fiz não falam mais do nosso amor
Eu não sei você, mas vivo bem com a dor
Tudo o que não foi diz tanto de nós dois
Sabe aquele sorriso que dei quando te vi? Então, fiz isso por você, mas no fundo eu não estava feliz. Não posso rir e estar feliz ao mesmo tempo... era apenas um eco de um sorriso triste nas profundezas do meu coração.
Só espero, que minhas vontades acumuladas, daquelas vontades, eu queria fazer e não fiz, não me empurre para um grande abismo. Mas até lá quero que as penas das minhas asas já tenham crescido.
Você não entende, me fere sabe o'que fiz, e essa dor, essa dor esta Comigo o tempo todo, e todo dia penso, se eu me entregar ao sangue posso fazer a dor para.
Tentei te amar, fiz de tudo
para o nosso amor
chorei ao te deixar
você é a mais bela flor
não me deixes sozinho na
imensidão
dos meus sentimentos
olhando para as estrelas
sem ter você aqui eu preciso de você
eu te quero agora
eu preciso de você agora
eu te amo, meu amor
é o bastante para mim
sem ter você aqui
eu te quero agora
eu e você até o fim
até o fim do mundo
quando o mar se enfurecer
e as estrelas caírem sobre mim
quando o sol parar de brilhar
meu amor, eu te amo
ainda não é o fim.
vamos recomeçar
e ser um do outro,
dai-me uma chance para o
nosso amor
vamos recomeçar
as estrelas vão brilhar
o amanhecer será lindo
meu amor, eu te amo.
Tudo o que fiz foi lidar com as coisas que me aconteceram. Não chamo a isso ser corajosa, é só uma questão de sobrevivência.
Arrependo-me muito menos do que fiz, que do que deveria ter feito e não o fiz. A História se constrói desses arrependimentos de inação.
