Fingir
Você não precisa se arrumar pra Deus te amar.
Não precisa fingir força quando está fraco.
Não precisa bancar o justo quando o coração está em ruínas.
A religião vai te mandar melhorar.
O Evangelho vai te convidar a crer.
Você nunca vai conseguir ser bom o suficiente.
E tudo bem.
Deus já sabia.
Foi por isso que Ele enviou Jesus.
A justiça não vem do seu desempenho,
vem da sua dependência.
Não é tentando ser perfeito que você agrada a Deus,
é confiando naquele que já é perfeito por você.
O céu não é o prêmio dos bons,
é o presente dos que creem.
Então pare de tentar se salvar.
E comece a descansar.
Porque Jesus já fez tudo.
Você não é aceito por se esforçar.
Você é aceito por confiar.
“Convencidos de que nenhum ser humano pode agradar a Deus por auto-melhoramento, nós acreditamos em Jesus como o Messias para que nós pudéssemos ser feitos justos perante Deus por confiar no Messias, não por tentar ser bons.” — Gálatas 2.16, MSG
“Há silêncios que gritam mais que palavras — e fingir não ver, às vezes, é a forma mais elegante de dizer: eu sei.”
“Fingir que não vê é diferente de não enxergar — quem observa em silêncio escolhe o momento de agir.”
Ser forte o tempo todo
é fingir para si mesmo
que está tudo bem
que não dói, que não
queima, mas tem um
fardo pesado.
Fingir é o "novo" normal.
Fingir que não ouviu, que não viu, que não percebeu, que não sabe, que não lembra, que não sente...
Fingir pra não parecer grosseiro, pra não "gerar" conflito, fingir pra conseguir um objetivo, fingir para não ser descoberto, fingir para ser aceito. E assim abster-se até que você desapareça e não sobre mais nada de si mesmo, além de um conjunto de atuações teatrais para suprir as expectativas e imposições de uma mentalidade social hipócrita, falha, mascarada, e injusta.
Ser de verdade tornou-se revolucionário! E paralelamente incômodo, desconfortável, em especial para todos aqueles que preferem trilhar pela mediocridade, afim de manter algum status socialmente "relevante".
Sentimentos não são descartáveis. Ignorá-los, oprimi-los ou reprimi-los não farão com que eles deixem de existir, apenas continuarão ali sintomatizando das piores formas...Invalidar os sentimentos dos outros e os próprios é como tentar desumanizar-nos.
Abrir espaço para nos percebermos e nos reconhecermos em nossa verdade, é essencial para o cuidado com a saúde mental.
(16/09/2025)
Não precisamos fingir que estamos sempre bem; Deus nos ama inteiras... inclusive nas nossas fraquezas. É no colo d’Ele que o ânimo renasce.
Janice F Rocha
O grande defeito do ser humano é sempre querer se sobressair melhor que o outro, é mentir, fingir e fazer o que for necessário para satisfazer seu ego,isso o torna desprezível,quebra ser o melhor sim,mas o melhor de você mesmo a cada dia e é assim tenha consciência que foi por mérito. A melhor hora do dia é deitar e ao repensar seu dia ver que tudo que fez foi sem causar danos ao próximo e que você, sim você é muito especial.
Você pode empurrar a culpa pra frente,
pode fingir que não sente,
pode se distrair com outra pessoa, com bebida, com amigos…
mas quando o mundo fica quieto,
quando a velhice chega,
quando as lembranças aparecem…
a consciência cobra com juros.
E cobra caro.
Não vou fingir ser o que não sou para agradar ninguém. A carapaça pode disfarçar, esconder, até enganar, mas quando a máscara cai, não há ninguém para testemunhar a decepção e a vergonha das aparências.
Não precisa dizer o que não sente, nem fingir elogios. As atitudes que espero de você ficaram paradas em uma lembrança, esquecida, talvez, por conveniência, não por falta de oportunidade.
Eu não vou fingir, nem seguir adiante, se você não estiver comigo nesta empreitada. Tudo bem, eu fico aqui, não passo daqui.
"O problema deve ser encarado de frente. Fingir que ele não existe ou postergá-lo só irá piorar as coisas."
– Anderson Silva
Dessa vez eu vou falar sério. Sem piada, sem exagero, sem fingir que tá tudo bem. Eu paro, penso, respiro e tento lembrar de quem eu era quando era mais novo, quando o bairro inteiro já conhecia meu nome não por mérito, mas por bagunça. Aquela época em que a rua era extensão de casa e o juízo claramente tinha tirado férias.
Eu olho pra trás e até tento dar um significado bonito, dizer que era liberdade, infância, energia demais. Mas a verdade é que era só eu sendo eu: barulhento, inquieto e convencido de que nada tinha consequência. Cada esquina guardava uma história, quase nunca uma boa ideia.
Só que… não dá. Eu não consigo manter esse tom sério por muito tempo. Porque falar sério sobre isso exige maturidade, e eu ainda rio lembrando das fugas, das risadas abafadas, dos olhares tortos dos vizinhos. Eu tento parecer reflexivo, mas minha memória faz questão de me entregar.
No fundo, eu sei que era imaturo demais pra entender limites. E talvez ainda seja imaturo demais pra falar disso sem sorrir. Porque aquele garoto bagunceiro ainda mora aqui dentro, só que agora ele pensa um pouco mais antes de aprontar. Às vezes.
Eu cresci, mudei, aprendi algumas coisas. Outras eu só disfarcei melhor. O bairro já não escuta meu nome com tanta frequência, mas as lembranças continuam andando pelas mesmas ruas.
E o final não é sobre arrependimento nem sobre saudade. É só a constatação de que eu não virei um adulto sério e certinho. Virei alguém que olha pro passado, balança a cabeça e pensa: eu não sabia o que tava fazendo… e, sendo sincero, ainda não sei.
— Cyrox
Sei que ainda consigo perdoar pelo meu amado coração, mas fingir que esqueci e apagar os erros não cabe eu viver ou ser;
