Fingindo Amar

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“Amar alguém de verdade é encontrar paz no meio do caos… é olhar e sentir que, mesmo em um mundo cheio de incertezas, ali existe um lugar seguro. Não é sobre perfeição, é sobre conexão aquelas que não se explicam, só se sentem.
E quando é de verdade, até o silêncio entre dois corações vira conversa… porque o amor fala onde as palavras não alcançam.”

Amar Você é tão sublime....
Sentir o seu coração ❤️ bater forte a cada mensagem.
Música 🎶 com sentimento, palavra de carinho e incentivo, momentos importantes em minha vida, nossas vidas!
Amvc🌻❤️

Amar Você…
Ao acordar és a minha direção,
o primeiro pensamento que aquece o coração.
No silêncio da manhã, teu nome floresce em mim,
como luz suave anunciando um novo jardim.
Te sentir mesmo sem te tocar,
é ter a certeza de nunca estar só.
És meu sonho desperto, minha paz, meu querer,
a razão mais bonita de viver…
E assim sigo, entre suspiros e emoção,
amando você em cada batida do meu coração. 🌹✨

Como não te amar
se estás dentro da minha mente,
esparramado, indolente,
se fazendo presente
em cada canto desse lugar?

Como não te querer
se és o travesseiro velho,
o colo perfeito
onde me esparramo impaciente
sentindo o teu cheiro,
amando esse jeito
de me fazer relaxar.

Como se apaga um sentimento
depois de acasalar a alma
e finalmente descansar?

O peso do corpo
marcado no colchão,
a camiseta arrancada,
jogada no chão.

De que jeito se arranca
uma pessoa do coração?



Andréa⁠

“A Liturgia da Dor:
Quando Amar é Sofrer em Vida pelo Ser Amado”
Texto filosófico e psicológico.
Amar é sofrer em vida não por fraqueza, mas por excesso de humanidade. O amor, quando autêntico, carrega em si o germe do sofrimento, porque nasce do desejo de eternizar o que é efêmero, de reter o que inevitavelmente escapa. Amar é querer aprisionar o tempo no instante em que o olhar do outro nos faz existir; é suplicar à eternidade que não nos apague da memória de quem amamos.

Há uma liturgia secreta na dor amorosa. Ela purifica, depura, torna o ser mais lúcido e, paradoxalmente, mais enfermo. O amante vive uma crucificação sem sangue: carrega o peso invisível de um afeto que o mundo não compreende. Vive entre o êxtase e o abismo, entre o beijo e a renúncia. Freud chamaria isso de ambivalência afetiva: a coexistência de prazer e dor em um mesmo movimento da alma. Mas há algo mais profundo algo que a psicologia talvez não alcance, pois o amor, em sua forma mais elevada, é sempre um sacrifício voluntário.

Quem ama verdadeiramente, sofre antes mesmo da perda. Sofre por pressentir a fragilidade do instante, por saber que a ventura é breve, que o corpo é pó e que toda promessa humana é feita sobre ruínas. Esse sofrimento não é patológico, mas metafísico: é o reconhecimento de que a alma, ao amar, toca o eterno e, ao voltar à realidade, sente a mutilação de quem regressa do infinito.

Nietzsche, em seu niilismo luminoso, diria que o amor é a mais bela forma de tragédia, pois ele exige entrega total, sabendo-se fadado ao fim. Amar é afirmar a vida apesar do sofrimento, é dizer “sim” à existência, mesmo sabendo que o objeto amado um dia há de desaparecer. É um heroísmo silencioso, uma luta contra o absurdo.

Mas há também o lado sombrio o amor que se torna cárcere, o sentimento que se alimenta do próprio tormento. A psicologia o chamaria de complexo de mártir, mas o filósofo o vê como a tentativa desesperada de alcançar o absoluto num mundo que só oferece fragmentos. O sofrimento, então, torna-se o altar onde o amante consagra sua fé.

“Amar é sofrer em vida pelo ser amado” eis a verdade dos que ousaram sentir profundamente. É morrer um pouco a cada ausência, é carregar dentro de si a presença que já não se tem. O amor, quando verdadeiro, não busca recompensa: ele é em si o próprio sacrifício.

E talvez seja esse o segredo trágico e belo da existência: somente quem amou até sangrar conhece o sentido oculto de viver. Pois o amor é o único sofrimento que salva, a única dor que eleva. Quem nunca sofreu por amor, nunca amou apenas existiu.
Epílogo:
“Há dores que são preces disfarçadas. E o amor é a mais silenciosa de todas elas.”

Poema não é só falar, é pensar, guardar,
amar, sonhar.


Poema no sangue, nas noites de luar,
com versos que eu nem sei explicar,
e pra que explicar? sendo que é só ler, e
pensar


''Oque esse poema tem pra me falar?''

A busca infinita por riquezas traz uma pobreza de espirito muito grande. Passa-se amar mais o dinheiro, amar menos as pessoas.

“Crer na imortalidade é libertar-se. Amar é o grande dever da alma.”
— Léon Denis.

" Triunfar sobre o orgulho é aprender a amar em silêncio, onde a palavra não chega e onde o gesto simples de fraternidade se torna um evangelho vivo. "

Amar foi cronometrado, comprimido entre tarefas, como se coubesse no intervalo entre compromissos. Tornou-se item de agenda, gesto apressado, presença fragmentada. Mas o amor não obedece ao relógio: exige duração, atenção inteira, disponibilidade que não se mede. Quando se tenta encaixá-lo no tempo útil, ele se esvazia — permanece o ato, perde-se o encontro.

Às vezes duvido se meu esforço vale a pena,
te amar sempre me envenena.

Mesmo que eu te ame,
nosso amor foi como uma pena,
voou e ambos não sabem
o que realmente restou.

Sinto falta do início,
do teu cheiro,
abraços realmente apertados
e verdadeiramente mostrar que,
independentemente dos defeitos,
eu ainda te amava.

Porque mesmo com dores
me mantive forte,
mas acredito que seja hora de ir,
partir para não mais sofrer
por um amor inventado,
cansado de ser maltratado.

No fim, o que sempre quis dizer é:
eu realmente te amo.

Quero te amar
Amar e te levar.
Não apenas fantasiar,
mas presenciar.
Poder ver seus olhos
e com o seu sorriso me encantar.
Por que o que mais faria,
além de te amar?
Talvez poderia procurar,
mas igual você nunca iria encontrar
É com você que eu quero estar.

Cansei de ser intensa,
de te amar, de te chamar,
e sempre perceber
que você parece não gostar.

Se o sentimento for recíproco,
viverei o melhor amor da vida.
Mas, se não for,
farei dessa vida um desastre.

Quero ter a certeza
e dizer ao mundo, sem medida,
que você é,
e sempre será,
o amor da minha vida.

Se te propõe-se a amar como Jesus nos amou e ama, não esperes pela consideração do mundo. Não creias que te seja possível conciliar interesses tão antagônicos quanto os dos espíritos imortal e os da matéria, que passa. Sempre haverás de viver com o que te seja estritamente necessário, porque todo excesso de qualquer natureza pesar-te-á na consciência. Sentir-te-á na obrigação de mais dar que receber. Quando se tratar de renúncia, a iniciativa de ceder em favor dos outros caberá a ti. Não contarás com a compreensão da maioria dos que te cercam, principalmente daqueles que te integram o círculo familiar. (...) Porque incomodarás consciências adormecidas, raros reconhecerão o valor do teu esforço, que farão questão de deixar no desconhecimento.

Cuidar, amar e permanecer... não são deveres, são escolhas que revelam a essência de quem somos.


Janice F. Rocha

Nem todo pai ou mãe aprendeu a amar do jeito que você sonhava… e, muitas vezes, nem do jeito que eles mesmos gostariam. Muitos carregam marcas da própria infância, silêncios que gritam, carências que nunca foram preenchidas. Mas alguns, mesmo com todas as feridas, escolhem se reinventar, quebrar padrões, reaprender o que nunca lhes foi ensinado. É um ato de coragem que nem sempre os filhos compreendem, porque crescemos esperando que eles já soubessem tudo.

Julgar é fácil, amar exige entrega.
Enquanto falam de mim, eu escolho orar por quem fala.
Minha paz vem do alto e não depende da aprovação de ninguém.

Ore não apenas para que Deus mude os outros, mas para que transforme seu coração a ponto de amar quem o fere.

Como não amar a Deus, se foi Ele quem me sustentou quando as minhas forças acabaram e me fez caminhar quando pensei que não tinha mais chão?


Janice F Rocha

Jesus nos ensina que amar é estender as mãos sem apertar. Quem pertence de verdade não precisa de correntes: volta porque quer, permanece porque sente, cuida porque é a sua natureza mais linda.