Fim de Curso de Economia
O País precisa do engajamento de todos para poder desenvolver a economia domésticas e não de políticos doméstico que descredibilizam as instituições do Estado perante o povo e perante a comunidade internacional.
Sistemas políticos e econômicos podem ser responsáveis por levar cidadãos à pobreza, ignorância e miséria, mas é inegável que a religião é a maior favorecida por esta combinação.
Amizade também é Amor.
O tempo tudo consome
a perda do mesmo,também.
Isto posto,economize e gaste com quem de fato o mereça.
Um dia, Satã fundará com a antítese de si mesmo isto é, do egoísmo, o edifício de uma economia coletivista, engendrando o anti-homem, expresso na figura do "homo economicus"
"Lixo não é mais só lixo, é resíduo sólido urbano e tem grande valor econômico dentro de uma cadeia de produção global."
Financiar carro, casa, apartamento não é errado, só não é inteligente e econômico. Fazer um consórcio é investimento.
A Executiva Nacional dos Estudantes de Ciências Econômicas me dirigia, ainda em janeiro, convite para conferência e diálogo com os calouros de todas as Faculdades de Ciências Econômicas de São Paulo; o tema ficaria à minha escolha, mas sugeriam, entre outros, os seguintes: "A realidade brasileira", "Perspectiva de emancipação", "Amazônia". Não me foi possível, por motivos óbvios, aceitar esse convite
A FÚRIA DE CALIBÃ, pág. 225
A Economia segundo a Empatia
Falar sobre economia hoje se tornou um tema delicado devido à politização do assunto. Certamente, economia e política são temas que caminham juntos, mas abordá-los de forma neutra é um desafio. Se afirmamos que a situação está boa, um lado da moeda quer impor sua ideia com força; se dizemos o contrário, enfrentamos o mesmo problema, mas do lado oposto.
Agora, já pararam para pensar que há um vasto grupo de pessoas que nem ao menos têm "moeda" para escolher um lado? O que sobra para elas é apenas a opção de trabalhar para sobreviver, e, se quiserem uma vida melhor, trabalhar em dois ou até três empregos. Será que é só isso que têm como opção? De que forma a economia pode ajudar essas pessoas? Será que a economia pode ser empática com elas?
A definição de economia é simples: a ciência que estuda como pessoas e sociedades utilizam recursos para produzir, distribuir e consumir bens e serviços, buscando atender a todas as necessidades. Pelo menos, era para ser assim, não é?
Na prática, infelizmente, não é isso que acontece. Poucos têm muito, enquanto muitos têm quase nada ou absolutamente nada. A "senhora economia", como costumam chamar, parece não ter empatia alguma, e seu peso é maior exatamente onde a carga já é insuportável.
Mas o que fazer diante dessa realidade? A resposta é complexa, já que a empatia da economia depende diretamente de quem governa. E, desde os primórdios, a desigualdade existe. Não se resolve um problema estrutural como esse em um passe de mágica.
O primeiro passo, ao meu ver, seria focar em políticas públicas que tragam mais empatia para o sistema econômico. Contudo, o maior desafio é que o sistema não nos dá muitas opções de participação ativa. O principal instrumento de mudança que nos apresentam é o voto. No entanto, mesmo com o voto, um político iniciante que não se adapta às regras do sistema logo se torna "carta fora do baralho".
O tema é complexo, o problema é profundo e, honestamente, a solução parece distante, seja no curto, médio ou longo prazo. Ainda assim, acredito que, se tivermos um governante com coragem de pensar fora da caixa, talvez possamos iniciar uma transformação. Esse líder precisaria compreender que melhorar as políticas públicas e reduzir desigualdades não é apenas um ato de caridade, mas um investimento em uma sociedade mais sólida e resiliente.
E quanto a nós? O que nos resta? Precisamos agir com as ferramentas que temos: votar com consciência, cobrar resultados dos governantes e, acima de tudo, evitar a omissão. Não podemos nos acomodar em uma postura de "quando é o meu governante, está tudo ótimo; quando é o rival, está tudo péssimo".
A economia deve ser um meio para melhorar a vida de todos. Isso não acontecerá apenas com mudanças nas leis ou regras, mas com uma mudança de mentalidade. Precisamos entender que não é só a nossa mãe que não quer que seus filhos passem fome. A mãe do João, da Maria, do Carlos, da Júlia, e todas as mães – biológicas, adotivas ou sociais – compartilham do mesmo desejo. Uma sociedade verdadeiramente empática começa por reconhecer isso.
Não será fácil transformar um sistema tão desigual, mas a mudança começa com pequenas ações: participação política, cobrança ativa e, principalmente, um olhar mais humano. A economia precisa ser construída para servir a todos, e não para perpetuar privilégios. Essa transformação exige coragem, mas, acima de tudo, empatia.
Não existe desperdício na arte, pois a arte supera o valor econômico, cultural e social do produto original.
"NUNCA COLOQUE 0S OVOS NUMA CESTA SÓ" princípio econômico que quer dizer que se ela cair, ficaremos zerados. Isto se aplica ao trabalho, se não temos um plano B, em circunstâncias que não conseguimos renda proveniente dele, para onde vamos correr? Às profissões acabam gerando hábitos, que acabam sendo difícil de acabar, perguntem aos fumantes, usuários de bebidas alcoólicas e usuários de droga quantas vezes tentaram deixar? Por isso, um plano B na vida, sempre nos ajudará"
Ciclos de prosperidade acontecem de tempos em tempos, não duram para sempre. Economize. Esteja sempre preparado para manter a dificuldade financeira longe da sua casa.
"Ser econômico é uma virtude admirável e até bonita, mas ser miserável vai além do aceitável e chega a ser um pecado."
ENTENDA QUE:
Não são seus pais, seus antigos relacionamentos, seu trabalho, a economia, o clima, uma discussão ou sua idade que devem ser culpados. VOCÊ, E SOMENTE VOCÊ, é responsável por cada decisão e escolha que faz. Ponto.
A verdade é que só quem pode movimentar a economia são os trabalhadores, a massa, trabalhando e sendo bem paga para isso. O mundo está uma merda porque a maioria só consegue o suficiente para sobreviver, e a minoria fica acumulando bilhões. Bilhões de dinheiro acumulado não servem para nada, não são investidos em nada, não melhoram nada, não servem para nada. O dinheiro tem que ser movimentado. Se a maioria dos trabalhadores ganhasse melhor, a economia giraria, os bens seriam melhor distribuídos, haveria mais oportunidades, mais empregos, mais trabalho, mais riquezas. Ficar acumulando dinheiro infinitamente deveria ser crime. Por causa disso, há pessoas que morrem de fome e frio.”
Imagino que você já saiba que sou muito mais socialista em minha teoria econômica do que capitalista.
