Fim de Ano Escolar para Crianças
Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem.
Suco de maracujá
A década era de 1980, o ano não lembro ao certo, eu era acordado por minha mãe todas as manhãs com o intuito de ir à escola, época de prova acordava mais cedo pra estudar. Meio que no automático eu levantava e ia para a mesa tomar meu café, me servia de café com leite e pão caseiro com margarina, na época chamava de manteiga, não tinha noção que a verdadeira manteiga era mais cara. Dificilmente aguentava tomar um banho que preste, quando somos crianças sentimos tanto frio, meio que só molhava o cabelo e vestia a farda azul da escola Instituto José de Anchieta de Bragança, pegava a merendeira e nunca sabia ao certo qual seria o lanche daquela manhã.
Junto com meus irmãos, já prontos, também seguíamos em caminhada com destino à escola, eu nunca fui só para a escola, já que fui o segundo filho a nascer, sempre tive a companhia do meu irmão mais velho nessa caminhada. Os demais irmãos se juntavam assim que alcançavam a idade de estudar.
O caminho pra escola era seguido de algumas brigas e brincadeiras. Cada parte do caminho tinha para a gente uma conotação especial. Chegado à escola nos dirigíamos as nossas respectivas salas. Ainda lembro das primeiras letras que consegui fazer e sempre ficava muito feliz com cada coisa nova que aprendia. Na hora do intervalo, todos as crianças tiravam de sua lancheira os lanches e faziam sua refeição, ali mesmo sentados na mesma mesa a qual estavam estudando. Naquele dia minha mãe colocara alguns biscoitos e suco de maracujá, após o termino do intervalo recomeçava a aula, o pensamento as vezes voava longe, dando asas à imaginação e dando continuidade àquilo que a professora acabara de falar. O término das aulas era anunciado, me juntava aos meus irmãos e fazíamos o caminho de volta, com as mesma estórias, as mesmas brigas, com o pensamento longe e a imaginação fértil, imaginação que apenas as crianças podem ter...
A noite mais assustadora do ano chegou, crianças. Será noite de lua cheia, então os monstros vão sair. Espero que tenham feito todos os preparativos necessários e tenham escolhido a fantasia. E cuidado com todo tipo de coisas estranhas que vão arrepiar até seu último fio.
Tudo o que fazia sentido se foi, como o carnaval, escola de samba, bloco de rua, quem sabe ano que vem.
Eu passo 99% do ano rodeada de crianças, com as quais convivo em média oito horas por dia. E digo que nem sempre meus sentimentos por algumas delas são os melhores. As crianças de hoje, não são as mesmas de 20 anos atrás. A situação é preocupante. Eu que vivo diretamente ligada a estas mudanças ando muito triste. As vezes para mim é difícil acreditar do que uma criança é capaz... :( Tem algumas que nos colocariam na cadeia com um sorriso. Já tem outras que as vezes eu gostaria de trazer para casa.
2011.
Quando o ano começou, confesso que tive certos receios, pois começaria em uma escola nova, ganharia um irmão novo, me separaria de minhas amigas e outras coisas . O ano começou tenso, muitas idas ao hospital, muitas emoções. Já mais imaginei que seria tão marcante, agradeço a Deus pelos bons momentos, pelas pessoas e por tudo que aconteceu, pois só serviu para fortalecer meu espirito.
Vale o clichê 'Viver é estar na escola', porém, nem sempre ela permite recuperação ou cursar o ano novamente.
O tempo é uma escola onde não se passa de ano ou de semestre... O compromisso real é com a maturidade. Por isso pouco importa se atingimos 1.5, 2.8 ou 5.6... Para a vida não há formatura, não há colação de grau, tampouco se avalia uma classe... A vida dá a chance de que cada indivíduo avalie a si mesmo. Eu, você, todos nós estamos inseridos neste processo de crescimento a que chamamos vida... E neste processo me vejo por vezes olhar para trás, vislumbrando o caminho que trilhamos até aqui.
O fato é que, sorrindo, sofrendo ou nos fazendo sofrer, ao longo da vida vivemos experiências que nos fazem compreender lições que mais cedo ou mais tarde haveremos de inserir no nosso aprendizado individual, e estas, ficarão para sempre marcadas nas nossas lembranças. Teremos conquistado assim mais uma aprovação, das tantas que a vida nos irá submeter, e esta conquista será sempre individual, será só nossa. Poderemos celebrá-las com muitos, mas jamais poderemos responsabilizá-la a ninguém.
INFELIZ ANO NOVO:
Como não se indignar, ao ver crianças morrerem de desnutrição, pessoas dormirem ao relento sem uma única refeição diária, 789 milhões de analfabetose a morte batendo às nossas portas.
E saber que na contra mão, apenas oito "indivíduos" possuem mais dinheiro que o restante do planeta.
É esse o país e o mundo que queremos para as novas gerações?
Novo? Que novo?
Como novo?
Se tudo permanece como antes...
O capitalismo, é sim, modelo inconteste de metástase cancerígena.
sabe aquela clareza que tínhamos quando éramos criança ao 1 ano de idade, sabe aquele momento que não existe a rocha nas costas ? é...sinto saudade disso, foi o momento em carne que mais me aproximei de santidade e inocência, cara eu só quero estar com Deus, que droga...é tarde de mais.
Nascido no ano de 1910 de uma família humilde e sem receber qualquer instrução escolar, meu Pai ensinava seus filhos com a sabedoria de um mestre. Certamente inspirado por Deus.
-A criança que eu fui um dia,
já espera com alegria o ano
que vem vindo...novinho em folha.
-Que seja doce feito pirulito!
Haredita Angel
30.12.23
A vida e grande escola e todo final de ano você descobre se vai ser aprovado reprovado ou vai fica recuperação
eu recomendo você análise bem sua vida ver qual vai ser nota final do ano
A vida real: Ano passado chorei por dias pq queria o abraço que não tive qdo criança de alguém que busquei o amor.
E com toda a minha ilusão achei que o tempo mudaria a pessoa e encontrei o vazio.
Encontrei a certeza que fui tolerada, mas não amada.
Encontrei a dor da desilusão…
Foram dias triste digerindo a realidade que eu já sabia, e paguei para ver: ali não tem amor para mim, e a pessoa tem todo o direito de não querer ou não poder me dar esse amor.
A minha criança sofreu de novo… foram poucas as pessoas que sabiam dessa minha dor, mesmo eu não conseguindo disfarçar muito o momento de tristeza.
A vida tem esses remédios amargos, cheio de realidade… as pessoas mesmo que da família não tem a obrigação de te amar e que eles escolhem os favoritos.
Outra verdade é que ao me colocar como vilã, mesmo não tendo feito nada de maldade justifica dentro deles me ignorar e não ter vínculo emocional comigo.
A vida real: encontrei nos meus poucos amigos o sorriso que eu queria recuperar. Na família que escolhi ter que não tem o meu sangue vi o direito de ser eu respeitado e valorizado.
As lágrimas limparam a minha visão e tirou o resto da ilusão do meu olhar.
A vida real: nem sempre é fácil, mas ensina muito. Foi necessário passar, desiludir e assim poder estar livre de emoções que a minha criança precisava amadurecer.
Isso foi um dos acontecidos do último ano que quis compartilhar para poder te lembrar…
… a vida real é off-line! E o abraço que a minha menina precisava era eu que poderia dar
E tirar a ilusão do amor de quem não tem para dar, a melhor postura é a realidade aceitar.
Texto e vida de Deborah Surian
Eu nasci em uma cidade pequena
Sou pobre
Mas sou honesto
Já repeti uma vez um ano na escola
Mas não é por isso que eu vou disistir de viver
não por isso
Eu amo do jeito que eu sou e do Jeito que eu Nasci
Eu não quero ser um Albert Ainstein, mas só quero ser uma boa pessoa e abrangar o meu penssamento para esse mundam a fora...
Nunca mude para agradar ninguem nem a sua propria Familia!
AMOR DE ESCOLA!!!
3º ano,ensino médio,quem diria ,justamente naquele ano
no qual eu havia decidido curtir,apenas curtir
tu me aparece,lindo, estilo irreverente,diferente
jeito louco, carente, metido, convencido...
Era o ultimo ano na escola,aquele ano em que tudo eh zueira
que já iniciamos pensando na festa final, nas despedidas...
Eu que jurei pra mim mesma não me apaixonar
não me deixar levar,mas não consegui evitar.
Ah! eu não poderia ter me apaixonado,amor de escola não dura
eh aquele em que termina junto com as aulas
mas com você foi alem,seu jeito, suas palavras tudo,tudo em você me conquistou.
O ano passou,as aulas acabaram mas meu amor petrificou,ficou permaneceu
e hoje estou aqui,sonhando em reencontrar aquele moleque
que em um ano me fez sentir uma felicidade outrora nunca vivida
aquele moleque chato,convencido que me ajudo a ver a vida de outra
maneira.
Aquele que os professores expulsavam,que os meninos invejavam,as gurias desejavam
mas só eu tinha
Ah amor como ainda te desejo,como eu queria volta na época em que estudar era
ter você ao meu lado me ensinando a verdadeira importância do amor.
Naquela época sim ir a escola valia a pena.Mas o tempo
Não volta e agora não tenho mas você,será que você ainda lembra de mim?
Eu todavia vivo a lembra-te e a desejar viver um amor igual jamais vivido....
Um amor de escola!!!
"Na escola da vida só não passa de ano quem morre".
Sabendo disso, tem gente que não se esforça para aprender (a viver).
Daí perde boas oportunidades...
até mesmo de ficar calado em certos momentos.
o ano é 2022
ano onde beber até cair, é hobby
trair virou brincadeira de criança
amar de verdade ficou no passado
e ser romântico só para os
verdadeiros apaixonados
mais quem? quem realmente se apaixona
hoje em dia? difícil encontrar alguém assim
e quando encontra a pessoa fica indecisa ou
simplesmente ignora
depois fala que nada nem ninguém presta..
mais quem? quem nesse ano realmente presta?
quem nesse ano realmente ama?
ou será que o amor ficou no passado
e brincar com sentimentos virou rotina ou hobby de muitos.
Colaçao de grau 3°ano B turma 2022 Escola João Pessoa Maschietto Mogi Guaçu SP
Boa noite senhoras e senhores, professores e todos os envolvidos.
Hoje estamos aqui, juntos, para darmos fim a um ciclo, infelizmente este ciclo não foi totalmente completo.
Vivemos uma pandemia, qual nos obrigou a ficar afastados da escola, dos colegas, professores e todos aqueles que cuidam de nós com tanto carinho na escola. Tivemos aulas online passamos por dificuldades, matérias difíceis de entender, mas nossos Mestres continuaram firmes no objetivo de nos ensinar.
A volta foi difícil e gradativa, meses com máscaras e álcool em gel, tentando não nos aproximar, o que pode ter gerado certos conflitos, mas no final tiramos de letra.
Se hoje estamos aqui é porque fomos persistentes e tivemos muito apoio de todos da escola.
Não fomos alunos fáceis ou modelos, como todo bom adolescente, gostávamos de dar nossas escapadas, fugir por alguns minutos de algumas aulas, e tentar não ser pegos, isso é o poder da adrenalina, mas não significa que respeitamos menos nossos Mestres, era só uma pequena forma de rebeldia.
Coisa que a partir de agora não poderemos mais fazer, agora estamos indo em direção ao nosso futuro, somente de nós depende o que nos tornaremos, e acreditem, nada será tão fácil como nosso colegial, haverá dias que sentiremos falta desde os "bom dia" aos professores e o tchau para as inspetoras, o tanto que perturbavámos as tias da cozinha, ou até mesmo a própria coordenação.
Eu, especialmente, me lembrarei com muito carinho de nossa única festa julina que tivemos nesses três anos, mesmo em recesso acordava cedo para poder ajudar na decoração e preparativos para festa, pois queríamos tudo perfeito... e foi perfeito. Nem sempre estivemos em acordo, afinal somos seres com opiniões diferentes, mas um dia sei que sentiremos saudades do que éramos.
Aproveito agora para agradecer acima de tudo Deus, que nos escolheu para estarmos aqui.
Nossos pais e família, que são o nosso alicerce, é deles que recebemos a educação e da escola o conhecimento.
A toda a coordenação que sempre nos apoiou, pelos puxões de orelha do vice-diretor Daniel, do carinho da diretora Solange , pessoa que eu muito admiro.
Aos professores, que tiveram tanta paciência conosco, em especial nossa Paraninfa professora Elaine, que teve toda a calma e paciência para se fazer ouvir e passar seus conhecimentos.
Agora nos despedimos, 3 ° ano A, turma de 2022, sem saber o que o futuro nos espera, mas com a esperança de nós tornarmos grandes. Um sincero muito obrigado.
Professora me desculpe
Mas agora vou falar
Esse ano na escola
As coisas vão mudar
Nada contra ti
Não me leve a mal
Quem descobriu o Brasil
Não foi Cabral
Pedro Álvares Cabral
Chegou 22 de abril
Depois colonizou
Chamando de Pau-Brasil
Ninguém trouxe família
Muito menos filho
Porque já sabia
Que ia matar vários índios
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