Mensagens de final de ano para alunos da educação infantil cheias de carinho

A única coisa de valor que podemos dar às crianças é o que somos, e não o que temos.

As palavras da criança na rua são as do pai e da mãe.

A criação é a mais eficaz de todas as escolas de paciência e de lucidez.

A vida é uma aventura aberta, exposta. Não protejam as crianças. Fortifiquem-nas interiormente para que brinquem bem com qualquer espécie de brinquedo.

A memória é muito vigorosa nas crianças e por isso a imaginação é excessivamente viva, pois esta não é mais que uma memória dilatada e composta.

Um pai vale mais do que uma centena de mestres-escola.

De todas as escolas que frequentei, a da rua, foi a que me pareceu melhor.

Existem apenas dois legados permanentes que podemos esperar dar a nossas crianças. Um deles é raízes; o outro, asas.

Desconhecido

Nota: O pensamento é muitas vezes atribuídos a Hodding Carter, mas ele apenas ajudou a popularizá-lo. Sua verdadeira autoria é desconhecida.

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As nossas escolas ensinam a moral feudal corrompida pelo comércio e oferecem como modelo de homens ilustres e que tiveram sucesso o militar conquistador, o barão ladrão e o explorador.

As lágrimas dos velhos são tão terríveis como as das crianças são naturais.

Não é bom ser criança: bom é, quando somos velhos, pensar em quando éramos crianças.

Reformemos as nossas escolas, e não teremos que reformar grande coisa nas nossas prisões.

Ao brincar, a criança assume papéis e aceita as regras próprias da brincadeira, executando, imaginariamente, tarefas para as quais ainda não está apta ou não sente como agradáveis na realidade.

Ninguém guarda melhor um segredo que uma criança.

Victor Hugo
Os miseráveis (1862).

As crianças não têm passado, nem futuro, e coisa que nunca nos acontece, gozam o presente.

Se deixássemos as crianças crescerem como são, teríamos somente gênios.

O mundo será julgado pelas crianças. O espírito da infância julgará o mundo.

Aquele que sabe muito e que não é capaz de conter a língua é como uma criança armada com uma faca.

Se nos cai nas mãos um volume, por exemplo, de teologia ou de metafísica escolástica, perguntamo-nos: contém alguma argumentação abstracta sobre a quantidade ou os números? Não. Contém alguma argumentação experimental sobre questões de fato e existência? Não. Então, que seja jogado ao fogo, pois contém apenas sofismas e ilusões.

A escola da experiência é a mais educativa.