Fim

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Mas veja que pra mim, morrer não é o fim. O fim é viver vendo você sem mim

Não me importo com o fim do mundo. Por mim pode tudo explodir, eu não tenho mínima afinidade com a humanidade. Mas então, eu lembro de você. E por mais que estivéssemos condenados, eu ainda assim tentaria lhe salvar.

E eu ainda posso seguir em frente porque ainda nao cheguei ao fim.

Quando te conheci, imaginei que você seria o fim das minhas
desilusões.Agora vejo que você tornou-se a minha desilusão sem fim.

“Não dá pra fugir do que faz seu coração acelerar.
Fim.”
@Suedson_Corey

Quando o teatro torna-se insuportável, a covardia argumenta que o amor chegou ao fim!

No fim, tudo acaba.

⁠Mas quando Heitor morreu Tróia chegou ao fim.
sfj,caracteres

Só existem duas ocasiões que acho muito enfadonhas,velórios por que marcam o fim da vida e casamentos que marcam o inicio do fim.

Imortalidade é coisa sem começo nem fim.
sfj,reflexões⁠

⁠Obtendo o fim da vossa fé a salvação da vossa alma.
sfj,reflexões bíblicas

No fim das contas, é impossível ter uma vida que vale a pena a menos que seja uma vida com sentido. E é muito difícil ter uma vida com sentido sem um trabalho com sentido.

Cristo é o fim da lei no sentido de que Ele a cumpriu por aqueles que crêem nEle. Ele é o fim da lei no sentido de que Ele executou os ditames da lei perfeitamente, em todos os aspectos. Tudo quanto a lei requer, em função da justiça perante Deus, Cristo realizou.

Um pequeno erro no início torna-se grande no fim.

Tudo depende do amor, pois no fim, é segundo o amor que seremos julgados.

Era fim de outubro, em ano resseco. Um cachorro soletrava, longe, um mesmo nome, sem sentido. E ia, no alto do mato, a lentidão da lua.
(A hora e a vez de Augusto Matraga)

E, no fim das contas, de que adiantava ficar reexaminando nossa tristeza o tempo todo? Era como cutucar uma ferida e se recusar a deixá-la sarar. Eu sabia o que tinha vivido. Sabia qual tinha sido meu papel. De que adiantava repassar isso?

A mudança começa na mente, depois vem a pratica. E por fim, os resultados virão! Em processo..

A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos em frente. Nada além de um novo rumo, um novo capítulo da história. Já não é mais possível fazer curvas, retornos, nada mais nos prende ali. Não há mais argumentos que justifiquem a nossa permanência. A não ser o medo. O medo do novo. Do incerto. De tudo aquilo que tira a sensação de segurança do peito. De tudo aquilo que parece não ser firme o suficiente para que nós mergulhemos de cabeça. Todos que me veem me enxergam como a pessoa mais bem resolvida do mundo. A mais decidida. A que encoraja a todos, a que estimula a cada amigo ou conhecido a ir além dos seus próprios limites, sair da zona de conforto, não ter medo do escuro, do que ainda não se pode saber se vale a pena insistir, persistir ou desistir. Mas de perto, olhando assim, em zoom, eu não passo de mais um desses seres humanos meio perdidos, tentando saber qual é o seu lugar no mundo, por onde preciso ir para chegar onde quero ou se tomo meia dúzia de decisões irrevogáveis que mudarão o meu destino para sempre. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende, eu diria – o medo. Em contrapartida, tenho tentado me aproximar cada vez mais de tudo aquilo que não me impede de bater asas. De voar. De ir além. Mas, ridiculamente, eu não saio do conforto e da segurança do chão. Eu não bato as tais asas que sinto prenderem, que sigo procurando espaço suficiente para abrir. Vivo a dualidade de um passarinho que sonha em conhecer o mundo, tem a porta da gaiola aberta, mas não se move. Não sai do lugar. Eu só não queria ter tanto medo. Queria que alguém me jurasse, me prometesse que tudo vai dar certo, que não vou me arrepender do próximo passo, que não preciso do que é mais cômodo e menos feliz, só por não ter certeza se a vida vai me sorrir de volta ou vai me receber com uma porta na cara e um aviso de – volte mais tarde. A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos mais em frente. É como aqueles jogos de videogame que a tela te empurra para frente e te obriga a enfrentar todos os vilões, todas as dificuldades que surgirem pelo caminho. Mas repito – tenho medo. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende a este presente que já não me acelera o coração, não me faz feliz, não me faz bem, pelo contrário, me suga, me sufoca, me maltrata, me maldiz, me adoece, eu diria – a falta de coragem. Vivo a angustia de ser um passarinho com sonhos do tamanho do mundo, com a oportunidade de realizar, ao menos por ora, pequenos feitos, mas que não se move. Não sai do lugar. Por medo de que só a vontade de ser feliz não seja suficiente para ser.

Não importa o quanto você se esforce pra comunicar certas dores para alguém, no fim do dia elas são só suas. Amores que nunca foram. Memórias sepultadas. Ninguém nunca vai conhecer o toque gelado dos seus fantasmas, e, ainda assim eles, são tão reais, vagando, dançando, arrastando correntes pelos porões da consciência. De dia, espetam seu coração com espinhos; de noite, sussurram que você é insignificante. Vai ver eles só estejam entediados, revoltados, por terem sido enterrados vivos.