Fim

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Deixem uma mulher pensar ou viver livremente, e ela será no fim, no mínimo, odiada.

Seu pedaço em mim


Meu coração virou destroço,
um vazio sem fim,
no lugar onde perdi você,
procuro pedaços de mim.


Cada lembrança é ferida,
cada silêncio, uma dor,
eu sobrevivo à saudade
de quem um dia chamou isso de amor.


Tento juntar meus pedaços,
mas sangro ao tentar,
porque há feridas na alma
que não sabem cicatrizar.


E sigo, mesmo quebrada,
sem saber onde vou chegar,
carregando no peito a certeza:
há amores que acabam,
mas nunca deixam de machucar.

Salmos 61:2

Desde o fim da terra clamarei a ti,
quando o meu coração estiver desmaiado;
leva-me para a rocha
que é mais alta do
que eu.

A angústia revela o tamanho da tempestade; a fé revela a grandeza do nosso Deus.

Jó 19:25

Porque eu sei que o meu Redentor vive,
e que por fim se levantará
sobre a terra.

“Minha dor pode tocar meu corpo, mas minha fé descansa nesta certeza: o meu Redentor vive, e Ele se levantará por mim.”

Não pense que o silêncio seja um fim. No marasmo dele se encontra a força do meu amor.

No fim você recebe apenas o que mereces.

"Aliança é um círculo, não tem começo nem fim. Aliança não é um triângulo,é um círculo.."

☆Haredita Angel

"A vida é curta
O tempo é longo
O amor é fugaz
E o fim imprevisível.
- Demorar- se naquilo que nos faz bem e feliz, é o que realmente importa!"
Haredita Angel
07.08.25

"O amor tem que ser uma história com principios, meios e tentativas sem fim..."
Haredita Angel
30.10.14

"Um dia o fim chega...
Mas, não precisa ser hoje!"
Haredita Angel
22.04.13

- Só vou ficar com você até o fim!
Haredita Angel
14.05.16

"...e por fim a gente entende que o amor é aquele que fica, e segue conosco a enfrentar chuvas e vendavais sem jamais largar a nossa mão!"
Haredita Angel
23.02.26

"Um dia o fim chega...
Mas, não precisa ser hoje!"
Haredita Angel
22.04.13

"A vida é cheia de mistérios e reviravoltas, mas no fim dá tudo certo, no fim tudo faz sentido."
Haredita Angel
02.07.26

"Quando alguém vai embora em silêncio,
é o fim definitivo de uma conexão!"
Haredita Angel
28.08.23

⁠Quase todo mundo lendo — quase ninguém interpretando. Seria um começo admirável, se o fim não negasse os meios.

⁠No fim, os Bandidos Assumidos acabam sendo muito mais honestos do que os bandidos que se escondem
sob a égide da política.


Os Assumidos não demonizam, ridicularizam ou tentam pintar suas podridões nos outros.


Há algo de perversamente transparente nos que escolhem não esconder a própria natureza.


O criminoso que assume seus atos, ainda que moralmente condenável, ao menos não se fantasia de salvador.


Não sobe em palanques para discursar sobre virtude enquanto negocia a dignidade alheia nos bastidores.


Nem aponta o dedo em rede nacional tentando convencer o povo de que o problema sempre mora no vizinho, no adversário ou no diferente.


Os mais perigosos quase nunca são só os que carregam a violência estampada no rosto.


Estes despertam cautela imediata.


O verdadeiro risco mora nos que aprenderam a vestir o verniz da moralidade, da eloquência e do patriotismo para transformar ambição em espetáculo e manipulação em discurso de esperança.


Existe uma diferença muito brutal entre o homem que diz “eu sou assim” e aquele que constrói uma narrativa inteiramente rebuscada para parecer aquilo que jamais foi ou almejou ser.


O primeiro pode até provocar medo, mas o segundo provoca confusão.


E sociedades confusas e divididas se tornam fáceis de conduzir.


A política, quando perde sua essência de serviço, vira palco.


E no palco, muitos não querem governar — querem apenas convencer.


Convencer de que são incorruptíveis, indispensáveis e escolhíveis.


Enquanto isso, seus erros são sempre relativizados, suas incoerências recebem novas nomenclaturas, e seus interesses pessoais passam a ser vendidos como se fossem interesses coletivos.


Talvez seja por isso que tanta gente anda tão cansada.


Não apenas da corrupção, mas da hipocrisia.


Porque a corrupção rouba dinheiro; a hipocrisia rouba também a confiança, a lucidez e a capacidade de acreditar em qualquer coisa sem desconfiança.


No fim, o problema não é apenas a existência dos maus.


É também o talento que alguns desenvolveram para parecer bons enquanto fazem exatamente aquilo que condenam nos outros.


E talvez essa seja a forma mais sofisticada de desonestidade: não cometer erros às escondidas, mas transformar a própria máscara em instrumento de poder.

⁠Quase todo mundo lendo — quase ninguém interpretando. Seria um começo admirável, se o fim não negasse os meios.


Vivemos a curiosa contradição de uma época em que a informação nunca esteve tão acessível, mas a compreensão parece cada vez mais escassa.


Lemos frases de efeito, compartilhamos pensamentos, colecionamos citações e reproduzimos discursos com uma facilidade impressionante.


Mas, entre o contato com as palavras e a assimilação de seus significados, existe um abismo que nem sempre estamos dispostos a atravessar.


Porque ler é um exercício dos olhos; interpretar é uma disposição da consciência.


É uma questão de querer…


A leitura nos apresenta às palavras, mas é a interpretação que nos confronta com aquilo que elas exigem de nós.


E talvez seja justamente aí que muitos desistam.


Afinal, compreender de verdade não significa apenas reconhecer a beleza de uma ideia, mas aceitar o desconforto de perceber o quanto ela questiona nossas certezas, denuncia nossas incoerências e expõe nossas conveniências.


É relativamente fácil admirar um texto sobre empatia.


Difícil é exercê-la quando o outro pensa diferente.


É simples compartilhar uma reflexão sobre humildade, desde que ninguém toque no nosso orgulho.


É confortável aplaudir discursos sobre respeito, até que a liberdade alheia contrarie aquilo que julgamos correto.


Há quem leia sobre amor sem aprender a cuidar, sobre liberdade sem respeitar escolhas, sobre justiça sem abandonar privilégios e sobre humanidade sem conseguir enxergar a humanidade de quem está do outro lado.


Não por falta de acesso às palavras, mas, muitas vezes, por excesso de apego às próprias convicções.


O problema, portanto, não está necessariamente na ausência de leitura, mas na resistência à transformação que uma leitura verdadeira pode provocar.


Afinal, interpretar exige mais do que inteligência: exige honestidade para reconhecer que nem sempre estamos certos, maturidade para rever posições e conceitos, e coragem para permitir que uma ideia nos modifique.


Talvez por isso tantas pessoas saibam citar grandes pensadores, mas tão poucas consigam traduzir seus ensinamentos em pequenas atitudes.


Confundimos conhecimento com sabedoria, eloquência com consciência e a capacidade de falar sobre virtudes com a disposição de praticá-las.


Eis uma das maiores ironias do nosso tempo: podemos terminar um livro e continuar exatamente no mesmo lugar em que estávamos antes de abri-lo.


Podemos atravessar centenas de pensamentos sem permitir que nenhum deles atravesse nossas certezas.


No fim, a leitura só cumpre plenamente seu propósito quando deixa de ser um hábito dos olhos e se torna um compromisso com a maneira como enxergamos o mundo.


Porque não basta compreender o que está escrito; é preciso perceber o que aquilo revela sobre nós, sobre os outros e sobre a responsabilidade que carregamos diante do que aprendemos.


Talvez a maior prova de que alguém realmente interpretou uma boa leitura não esteja naquilo que consegue explicar, mas naquilo que já não consegue continuar fazendo sem se questionar.


Afinal, de que adianta ter acesso a tantas palavras capazes de nos tornar melhores se continuamos encontrando justificativas para permanecer os mesmos?


Quase todo mundo lendo.


Quase ninguém interpretando.


E, entre uma coisa e outra, a humanidade segue acumulando conhecimento, enquanto ainda tropeça no básico: aprender a transformar aquilo que sabe naquilo que vive.

Gero a escassez, coloco a necessidade, dou as migalhas, por fim, sou caridoso, democrático e ótimo gestor.

Crise não é fim, é redistribuição de renda.