Fim
Re-Tomar
Re-Buscar
Re-Encontrar
Se tudo isso bastasse para por um fim nos momentos de eterna procura, com toda a certeza eu Re-Ataria passados,amores e prazeres.
Mas nada do que passou será como hoje seria. Passou.
O verbo só se conjuga uma única vez, no futuro ele já será passado e o presente é muito velho mesmo sendo futuro. Restá-nos, portanto compor uma nova estória, a nossa história composta de um novo/velho personagem. Nós mesmos. 11/04/1996 03:45h
Um lindo fim de semana pra você meu amor!
"Estou a cada dia mais te amando.O tempo passa e me ensina mais te amar,
a natureza conspira a favor do meu amor por ti..."
Te amo...e se existe uma palavra ou um sentimento
maior do que o amor,então vivo hoje o que há de maior,
acima do limite humano...S2.
Eu quero uma vida,
uma vida só pra mim.
Com começo meio e fim.
Eu quero nascer e quero
crescer e com alguma honra morrer.
Sentir o frio e o calor
e quem sabe um dia talvez, morrer de amor.
Ter por perto meus amigos e minha família.
Realizar meus sonhos,construir uma vida.
E por fim olhar para trás e perceber que o tempo passou.
E tudo que tinha há muito planejado se concretizou.
Depois de tudo realizado perceber que este não é o fim.
E ver que a vida apenas começou para mim.
E se tudo isso acontecer vai valer a pena reler estas palavras que escrevi.
E o mais importante dos valores que aprendi: que com os olhos vendados não se pode ver nem ouvir.
Sendo assim somente existir...
E daqui para frente nada mais será o mesmo,
Estamos caminhando para o fim.
Mas o fim já é agora.
Amigos casam.
Outros viajam.
Alguns dormem.
Outros fogem.
E nós?
Caminhando...
Para um futuro incerto, talvez certo,
Não muito distante.. muito distante.
Imagine você agora; imagine você lá fora.
Tentando viver a realidade,
Procurando ofuscar a paisagem,
De que todos fogem com medo,
Com medo!
Caminhando...
Para um futuro não muito distante.. muito distante.
E daqui para frente?
Em frente!
Quem sou?
Sou dia ou noite?
Sou choro sem riso.
Uma dor, sem êxtase.
Do começo sem fim.
Só há um fim?
É assim desde o começo!
Sou só. Eu sou.
Balanço geral: somo créditos, subtraio débitos e no fim, mesmo com lágrimas revelando perda, um leve sorriso me diz que sempre ganho.
Que eu não ponho cada coisa em seu lugar
Comigo nunca foi assim
Princípio, meio e mais o fim
Que o meu fim é no começo das estórias
Onde eu morro pra nascer
No escuro é que eu sei ver
Eu não tenho esse poder de julgamento
Mas quando há bondade em mim
O bom nasce do ruim
Prezo muito a intensidade do momento
Meu amor quer me beijar
Eu procuro aproveitar
Nos gritos do silêncio denuncio a dor de existir em mim.
Me aproximo do que é o fim: o inaudível.
Pois se a morte proporciona algo, esse algo é o silêncio.
Os velórios são recobertos pelo som do inaudível.
E, os olhos são porta-vozes e as lágrimas os discursos ensurdecedores da finitude.
Por isso poucos suportam o silêncio...
e um minuto sem palavras
torna-se em momentos de angústia.
A angústia da morte que habita-nos
soa como brados arrebatadores no emudecer do mundo.
Fim de Verão
Chegam as primeiras chuvas anunciando
o fim de um tempo escaldante de verão.
Distanciam-se os dias de luar e cio,
fica o canto, a vibração, a nostalgia,
fragmentos de risos, sonhos e ilusão.
A praia sem a obrigação de ser verão,
serenamente perde-se na linha do horizonte.
Os dias continuarão mornos e ensolarados.
E ao fim da tarde o sol fará sua despedida
em coloridos raios até morrer atrás do monte.
Um vento errante há de vagar sobre a praia,
anunciando teatralmente o fim da estação,
soprando emoções quebradas na areia,
como a despedida dos amores de verão.
Termina temporada, termina o verão,
Recolhe-se a rede, o guarda sol, a esteira,
Recolhem-se as sereias e musas do mar,
Fim de viagem, morre a estação derradeira...
