Filósofos da Ciência
Pressão, opressão, depressão, escravidão.
A ciência da vida.
Cardioneuro.
Tecnoligião.
A mente movida.
Política da nação.
Torá, bíblia, alcorão.
Espiritualidade binária.
Ordem ordinária.
Iluminates, escuridão.
Quantos individuos alvos.
Quantos dentro desse jogo.
Participando da perseguição.
Refém.
Remédio, psiquiatria, ansiedade, preocupação.
Enganados, perseguidos, atropelados por esse trem.
Arena sangrenta.
O coliseu feroz.
Ninguém vê.
Aliás, de repente muitos de acordo com a trama nojenta.
O pranto, o sangue, a voz.
O grito de quem sente o ódio, a inveja, a desumanidade algoz.
Pressão, opressão, depressão, escravidão.
Individuos alvos.
A ciência tecnológica.
Politica e religião.
Calados, sinais pra todo lado.
O site mundo paralelo.
A grande programação.
Giovane Silva Santos
"Cegos pela religião, surdos para a ciência e analfabetos da história, mas cheios de opiniões sobre tudo – a síndrome do 'eu sei tudo' nunca foi tão patética, um monumento à ignorância autojustificada!"
A política não torna todos iguais, a ciência não torna todos iguais, a religião em si não torna todos iguais, a música sim, faz isso e de uma maneira linda.
Todo homem tem desejo natural de saber; mas que aproveitará a ciência, sem o temor de Deus? Melhor é, por certo, o humilde camponês que serve a Deus, do que o filósofo soberbo que observa o curso dos astros, mas se descuida de si mesmo. Aquele que se conhece bem se despreza e não se compraz em humanos louvores. Se eu soubesse quanto há no mundo, porém me faltasse a caridade, de que me serviria isso perante Deus, que me há de julgar segundo minhas obras?
La ciencia siempre ha sido considerado incomprensible a la revolución analógica de sus principios antes de los tiempos modernos, la historia le hace más grande o transcrita abtida abdicó?
Maravilhosa ciência,
De mil textos complicados,
Que provém da inteligência,
De seres tão desalmados,
E a natureza bondosa,
Já sente a transformação,
Pois hoje planta-se rosa,
E brota espinhos do chão.
A ciência fala de Big Bang, mas não explica o Incriado. “O Incriado gerando toda criação” disse "Haja luz e houve luz".
"A ciência é método e os métodos utilizam-se em campos decisivos do saber e o saber é ponto determinante para o crescimento condigno de uma sociedade"
Segundo a ciência, o amor é um processo neurológico. Filosoficamente o amor é o que não se pode descrever em palavras.
No final do século XIX, quando a ciência acreditava ter desvendado todos os mistérios da mente humana, um homem provocou uma verdadeira revolução ao afirmar que grande parte do que somos permanece oculto. Sigmund Freud, o pai da psicanálise, trouxe à tona a existência do inconsciente, mostrando que o ser humano não é senhor de si mesmo. Essa ideia, ao mesmo tempo perturbadora e libertadora, ainda ecoa no pensamento contemporâneo e continua a moldar a filosofia, a psicologia e até mesmo a cultura popular.
Historicamente, Freud foi um neurologista austríaco que, insatisfeito com os limites da medicina tradicional, buscou compreender os sintomas psíquicos por meio da fala. Seu método rompeu com séculos de crença na supremacia da razão, revelando que desejos reprimidos e traumas da infância são forças decisivas em nossa vida adulta. O inconsciente, portanto, não era um detalhe oculto, mas o verdadeiro palco da existência. Essa concepção o aproximou de filósofos como Nietzsche, que já havia questionado a racionalidade humana, e abriu caminho para debates intensos no século XX.
Atualmente, suas ideias permanecem influentes, mesmo diante de críticas. O grande desafio é lidar com a constatação de que o sujeito é fragmentado, movido por conflitos entre instinto, moral e razão. Enquanto parte da sociedade encara a psicanálise com ceticismo, outros reconhecem nela uma ferramenta poderosa de autoconhecimento. Muitos especialistas consideram que Freud nos obrigou a abandonar a ilusão de transparência sobre nós mesmos, convidando-nos a encarar nossas próprias contradições.
O futuro desse pensamento aponta para uma humanidade cada vez mais consciente da complexidade da mente. Se as tendências atuais persistirem, pode-se esperar uma integração maior entre psicanálise, filosofia e neurociências, ampliando nossa compreensão do ser humano. Soluções como o diálogo entre disciplinas podem superar antigas oposições e dar novos significados ao estudo do inconsciente, mostrando que ele não é apenas uma teoria clínica, mas também uma reflexão sobre a condição humana.
Em síntese, Freud não apenas fundou uma escola terapêutica, mas inaugurou uma nova forma de pensar o homem. Sua tese de que não somos donos de nós mesmos permanece atual e desafiadora. Cabe à sociedade, especialmente aos jovens estudantes, aproximar-se desse legado para buscar compreender as forças invisíveis que nos habitam. Afinal, reconhecer a existência do inconsciente não é motivo de pessimismo, mas um caminho de esperança: somente quem se conhece pode transformar-se.
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