Filosofia Jurídica
A vida é dialética. Em muitos casos o que foi solução vira problema e o que foi problema vira solução.
Não é perder tempo, consumir todo o tempo cuidando de quem amamos. Não receie abrir mão do mundo para abraçar o MUNDO.
Tenho a impressão de que Deus escolheu nos fazer inacabados para que nós mesmos pudéssemos continuar a construção...
Fidelidade vai além do medo de se perder o outro. Fidelidade é não desejar nada além do que se tem. É só querer quem já é.
Minha poesia é a tentativa frustrada de tentar exprimir o que se passa aqui dento, quando te vejo sorrir...
Diálogo não é quando dois falam, isso é dueto. Diálogo é quando os dois escutam, dispostos a refletir a fala alheia e se reconstruir a partir dessa troca.
De tudo o que já vi o homem fazer...
Não consigo imaginá-lo feito à imagem e semelhança do Deus que habita em mim.
A TOLERÂNCIA NO CONTEMPORÂNEO
"Nos dias atuais, a tolerância é uma forma de hipocrisia social transformada em virtude com o intuito de repartir o pão, alcançar a utopia da igualdade em um mundo totalmente fragmentado, e promover a política de boa vizinhança em uma esfera de relações subjetificadas, cada vez mais voraz e antropofágicas. Ela incita a chamar nossos inimigos concretos, cultos e ocultos pra sentar a mesa, mesmo sabendo de seus desejos latentes de nos devorar como prato principal."
Oque é certo é e oque errado?
Oque é virtude e oque pecado? Oque é de Deus e oque do Diabo?
Oque é verdadeiro e oque é falso? Oque é estreito e oque é largo?
Oque é viver? e oque fazemos?
Aonde estamos e para onde iremos?
Oque é pergunta e oque é diálogo?
Oque é presente e oque é passado?
Oque é verdade e oque é mito?
Oque fazemos? E porque fingimos?
Oque é tudo isso? E porque fugimos?
Oque é nada? E oque é tudo?
Oque somos nós ? E oque é o mundo?
O estudo DEPENDE DA INSTITUIÇÃO da qual se estuda, mas o elemento mais importante é o SUJEITO que estuda tal disciplina. Foi isso que aprendi nos cursos de FILOSOFIA e HISTÓRIA. Lembro que desde o inicio do primeiro curso queria ser escritor, mas agora aprendi que só se aprende escrever com um único elemento: ESCREVENDO.
Não observa as orientações da metodologia científica, tão pouco os padrões do raciocínio lógico. Rege-se apenas pela vontade de arquitetar uma pseudo explicação que traga conforto quando me propor, mais uma vez, imaginar o que vem depois do epílogo da vida.
Convenço-me, e por esse motivo busco fundamentação no mundo empírico que reforce o raciocínio, de que com o fim deste ciclo, outro terá início. Assim mesmo. Sem padrão. Sem cogitar como. Apenas outro começo. Com cenários e atores diferentes.
Tomei consciência das minhas limitações intelectuais em relação a capacidade de responder perguntas assim e, por conveniência e alento, procuro dar sentido ao que me proponho como verossímil.
Sinto-me feliz assim. Sei que a verdade está distante e que talvez não exista, mas não posso renunciar a tarefa de preencher essas linhas com alguma resposta e, se sou eu quem as escreve, por que não torná-las fonte de tranquilidade?
Assim, a morte, sempre indesejada, representa um fim atrelado a um novo início. Instiga. Provoca curiosidade e traz a sensação de que experiências inéditas batem à porta.
P.S.: Se perguntarem, esta religião chama-se liberdade. Experimente com cautela.
