Filosofia
"Enquanto tantos pensam nas reinvenções frente às passagens dos anos.
Digo que datas são pessoas, não convenções , que simplesmente se cruzam quando das procuras e interesses mútuos por enriquecimentos."
O(s) deus(es) debatido por: céticos, agnósticos, cristãos, judeus, budistas, islâmicos, jainistas, xintoístas, hinduístas, deístas, panteístas, panenteístas, teístas, monoteístas, politeístas, asceticistas, monolatristas, henoteístas, catenoteístas, sabeístas, dodecateístas, espíritas, candomblecistas, umbandistas, quimbandistas, satanistas, luciferianistas, bruxos, magos, feiticeiros, benzedeiros, capetistas, religiosos nordísticos, apateístas, e por infinitas existências religiosas, é um modelo, uma imagética, uma criação para se debater sobre a natureza, as propriedades, as ações, atributos, etc; deste deus(es) elaborado por seres humanos para existir diálogos, conversas metafísicas.
O meio ambiente, fonte de vida,
Berço da natureza, mãe querida,
De florestas, rios e oceanos,
Nasceu para nos dar seus dons.
Mas nós, seres humanos, tão cegos,
Não vemos que estamos a ferir,
Este lugar tão precioso,
Que devemos preservar e cuidar.
Nosso lixo, nossa poluição,
Vão matando a natureza,
E só quando tudo for destruído,
Veremos a nossa grandeza.
Mas não é tarde, ainda há tempo,
Para mudar nossa postura,
E agir com sabedoria,
E amor pela mãe natureza.
Vamos plantar, vamos reciclar,
Vamos amar o meio ambiente,
E juntos podemos salvar,
Esse lugar tão importante.
Que a nossa sabedoria,
Seja nossa maior arma,
E que possamos preservar,
Essa fonte de vida eterna.
O tempo é um sábio mestre que nos ensina a apreciar a beleza da vida, a valorizar os momentos verdadeiros e a compreender a efemeridade de todas as coisas.
A solidão pode ser um fardo pesado, mas também pode ser a chave para o autoconhecimento e a descoberta da própria essência.
O valor das lembranças está em como elas nos permitem reviver momentos preciosos do passado e nos ajudam a construir o nosso presente e futuro.
Quem somos nós senão a soma das nossas escolhas e experiências, moldados pela imprevisibilidade da vida e pela busca constante pelo significado da existência?
Ser ou não ser, eis a questão que permeia a existência humana desde tempos imemoriais, nos fazendo questionar a essência da nossa própria existência e o propósito de nossa jornada neste mundo.
Se somos reflexo do que pensamos, então o que acontece quando questionamos os nossos próprios pensamentos?
Se a verdade é a luz que guia nossos passos, por que temos medo de encarar a escuridão da ignorância?
Se a verdade é relativa e a realidade é subjetiva, como podemos ter certeza de que nossa percepção do mundo é realmente verdadeira?
A verdadeira sabedoria não é apenas compreender o mundo à nossa volta, mas também questionar as nossas próprias convicções e estar aberto a novas perspectivas.
Se a vida é efêmera e tudo o que construímos eventualmente se desfaz, qual o sentido em continuar lutando?
A matemática é a linguagem universal do universo, que nos revela a beleza da ordem e da harmonia presentes em todas as coisas.
Beethoven foi muito além de suas composições musicais, ele nos deixou um legado de superação, perseverança e paixão pela vida que ecoa através dos tempos. Sua música transcendeu as fronteiras da realidade, inspirando gerações de artistas e movimentos culturais, e provando que a arte pode transformar o mundo de maneiras inimagináveis.
Sou uma figura misteriosa,
Que muitas histórias já inspirou,
Nas noites escuras e silenciosas,
Muitos já me viram e se assustaram, mas quem sou?
Sou conhecido por ter asas,
E pelos sustos que já dei,
Mas também já fui tema de graças,
E inspirei a imaginação de quem sonhou.
Minha presença é inexplicável,
E meu poder é imaginário,
Muitos já me viram em sonhos incríveis,
E se perguntam se sou real ou imaginário.
Quem sou eu, pode me dizer?
Nas lendas e nos mitos estou presente,
Sou um enigma a desvendar,
Que envolve muita gente.
