Filosofia
"Psicologia o que é"???? Dinheiro do medo! E filosofia o que é???? Medo do dinheiro! Medo do dinheiro ao dinheiro do medo, assim, que funciona....
É preciso entender esta filosofia. Isto não é um conhecimento moderno — é antigo. Mas vocês diabolizam tudo que vem dos nossos ancestrais, diabolizam tudo que é da raça negra, porque estão colonizados mental e espiritualmente. Ou seja, tudo o que falam é a pura manifestação do colono.
"Filosofia é desafiadora na lógica da feiura, porque a beleza não põem mesa, mas é anfitriã da casa cheia de plenas cores"
A Filosofia não está somente correlacionado com poemas, prosas, frases de romance e paixões platônicas, mas está em um contexto geral, todo conhecimento é Filosofia, esses conceitos acima são apenas uma minúscula parcela do conhecimento, é um muito mais amplo do que isso, quem pensa assim é uma criança infantil ainda.
"Nada Adianta.. Conhecer
Toda Ciência, Toda Filosofia,
Fazer Cálculo Reverso..
E Não Conhecer o Amor De
Deus e Vivê-lo"
• Juliana.S.Morais •
Ataraxia
O caminho mais curto, na busca da felicidade está na filosofia. Essa nos permite, a conhecer a si mesmo e compreender que a felicidade não é atemporal. Ela nos auxilia na interação com o tempo. A felicidade é fragmentada, existem momentos felizes e infelizes. Logo digo; Tudo passa. É justo reconhecer a importância do passado, vislumbrar o futuro, mas viva o presente . Não se preocupe com aquilo que você não possa mudar !
Filosofia
Escrever é entrar para história, independentemente da dimensão e proporção. É copular-se de corpo, alma, espírito e mente. É feito plantar uma árvore, nunca se sabe quem no futuro irá desfrutar do mais simplório usufruto derivado dessa árvore. A magnífica, refrescante e colossal sombra.
02005
Em época de caos geral por vírus, usemos a Filosofia Estóica:
“Faça o possível; lave as mãos, ore e fique em casa, se mesmo assim algo de ruim acontecer, foi por força maior do que a sua - era para ser!”
O otimismo filosófico; é uma forma de fuga da realidade brutal, a filosofia pessimista; é uma forma brutal de encarar a realidade. Já o, otimismo irrelevante e irracional; é um meio de fantasiar saídas inexistentes, e o pessimismo irrelevante e irracional; é uma forma de negar-se a ver além das perspectivas e espectativas.
Douglas F. Engel.
Não leio mais. Todo mal que a filosofia poderia me fazer, já fez. E, quanto à poesia, esta também não tem mais nada a me dizer.
“O medo da injeção no adulto é a filosofia da dor reduzida a um ponto: pequeno o bastante para atravessar a pele, grande o suficiente para revelar quem realmente somos.”
Filosofia: pensar é um ato perigoso
Pensar até o fim sempre flerta com a loucura. Friedrich Nietzsche foi chamado de insano não por ter perdido a razão, mas por tê-la levado longe demais — a um ponto onde as convenções morais desmoronam. O pensamento radical assusta porque dissolve as narrativas que sustentam o poder, a religião, a moral de rebanho.
O mundo prefere a razão morna, funcional, administrável. A lucidez verdadeira é incômoda: ela revela o vazio por trás dos discursos, a fragilidade das verdades oficiais, a teatralidade das instituições.
A única orientação autêntica do ser humano é a orientação espiritual, o restante é filosofia de vida.
Exercícios de Pensar
Texto IV – Filosofia
A Filosofia não serve para decorar conceitos, mas para desinstalar o que parece óbvio.
Ela começa quando desconfiamos do que parece natural e perguntamos quem ganha com o silêncio, com a exclusão, com a ignorância.
Por isso, a Filosofia é sempre um incómodo: começa quando não aceitamos que o mundo é como é porque tinha que ser assim mesmo.
Filosofar serve para contrariar.
— Ramos António Amine
Eu não comecei pela filosofia.
Eu cheguei nela por insistência.
Insistência em entender por que certas ideias organizam o mundo e, ao mesmo tempo, machucam as pessoas. Insistência em perceber que nem todo conhecimento liberta — alguns apenas sofisticam a violência. Insistência em não aceitar respostas prontas, principalmente quando elas vêm embrulhadas em moral, salvação ou promessa.
Quando olho para trás, vejo um caminho estranho, não linear, mas coerente.
Começa com Sócrates.
Ele diz que nada sabe, mas inaugura um tipo de saber que desautoriza todos os outros. Tudo passa a ter que ser explicado pela razão. O mito vira erro. O sofrimento vira falha de compreensão. A vida passa a precisar fazer sentido para ser aceitável. Ali, algo se perde: o simbólico, o trágico, o que não se resolve.
Platão organiza esse erro. Cria um outro mundo, perfeito, verdadeiro, e rebaixa este aqui a rascunho. O corpo vira suspeito. A vida concreta vira insuficiente. A salvação é sempre fora, depois, acima. A singularidade já não importa tanto quanto a ideia.
Quando chego a Nietzsche, algo finalmente quebra. Ele não quer consertar o mundo, não quer substituir um Deus por outro, não quer fundar um novo ideal. Ele apenas desmonta a mentira e vai embora. Não promete nada. Não consola. Diz, em essência: a vida é isso — e agora aguenta. É duro, mas é honesto. E pela primeira vez não me sinto sendo conduzida.
Marx aparece com uma denúncia importante: a desigualdade, a exploração, o sofrimento material. Mas comete, para mim, o mesmo erro de Sócrates. Acredita demais na própria teoria. Acha que descobriu a causa última e que, a partir disso, o mundo pode ser reorganizado. Troca Deus por História, fé por sistema, salvação por revolução. Quando essa filosofia sai da estante e vira prática, vira também morte, imposição, gente reduzida a meio. Talvez o erro não tenha sido pensar — mas aplicar como verdade final.
Depois vem Foucault. Ele explica com precisão como funcionam os dispositivos de poder, os ambientes de privação de liberdade, a autoridade travestida de cuidado. A obra é brilhante. Mas algo me incomoda profundamente: ele ganha status falando sobre o cárcere, enquanto quem viveu o cárcere permanece invisível. Pior — o sistema aprende a linguagem da crítica, se apropria dela, e continua violentando de forma mais sofisticada, mais limpa, mais aceitável. A tortura não acaba. Ela se educa.
É aí que algo se esclarece para mim:
o conhecimento não é neutro.
Ele pode abrir horizontes, sim — mas também pode reforçar estruturas injustas, legitimar desigualdades e camuflar violência.
Eu sei disso não por teoria.
Eu sei disso no corpo.
Privação de liberdade não é conceito.
É porta fechando.
É decisão retirada.
É palavra desautorizada “para o seu bem”.
É cuidado que dói.
É tortura institucional que depois ganha nome bonito.
Quando alguém que nunca viveu isso fala com autoridade, é celebrado.
Quando quem viveu tenta falar, é silenciado, patologizado, desacreditado.
Isso me ensinou algo fundamental: há saberes que não cabem na teoria. Há verdades que não se transformam em conceito sem perda. E há experiências que, quando viram objeto de estudo, já foram traídas.
A tragédia grega me ajudou a entender isso melhor do que qualquer sistema filosófico posterior. Na tragédia, o sofrimento não tem moral da história. Não há redenção. Não há aprendizado edificante. Em Édipo Rei, tudo acontece, o horror se revela, e nada melhora. Ainda assim, há catarse. Não porque a dor é resolvida, mas porque ela deixa de ser solitária. O sofrimento não vira culpa individual. Ele vira condição humana compartilhada.
A tragédia não diz que a vida vale a pena.
Ela diz que a vida não precisa valer a pena para existir.
E isso, estranhamente, alivia.
No fim desse percurso, eu não virei filósofa acadêmica, nem teóloga, nem militante de nenhuma verdade. Eu virei alguém com anticorpos. Anticorpos contra mentira elegante, contra promessa de salvação, contra sistemas que dizem saber demais sobre a vida dos outros.
Eu pensei o dia inteiro. Questionei Sócrates, Platão, Nietzsche, Marx, Foucault. Atravessei filosofia, cristianismo, tragédia, poder, sofrimento. Meus neurônios pediram demissão. Ficaram só dois — Tico e Teco — repetindo: aguenta.
E valeu a pena.
Não porque encontrei respostas, mas porque alcancei clareza. Uma clareza sem conforto, sem missão, sem necessidade de contar para ninguém. Porque nem toda descoberta quer plateia. Algumas só reorganizam silenciosamente a forma como a gente vive, lê, escuta e não se deixa enganar.
Eu não vou sair por aí explicando isso.
Não por medo.
Por discernimento.
Nem todo mundo quer atravessar esse tipo de pensamento. E tudo bem. Eu atravessei. Isso basta.
Monalisa Ogliari
