Filhos Martha Medeiros
Não é fácil perdoar. Quem sou eu para negar o perdão se eu fui perdoada por Ele quem me amou primeiro?
“Perdoar” é ato sublime, requer esquecer de verdade o que trouxe magoa, é virar a página e recomeçar na folha em branco.
Nietzsche em "Máximas e interlúdios" destaca que as consequências do que fizemos nos alcançam, indiferentes a que tenhamos “melhorado” nesse meio-tempo. É a evidente lei da semeadura.
As maiores divergências são frutos da ignorância dos julgamentos (palavras ou episódios) sem conhecimento dos fatos reais.
O sábio ouve mais do que fala. Observa e reflete. O ignorante inflama, corrói e destrói suas próprias oportunidades.
A história da educação registra, de modo particular no sistema capitalista, a luta permanente dos trabalhadores pelo acesso aos benefícios gerados pelo trabalho, tanto no que concerne aos bens materiais quanto ao conhecimento.
O currículo escolar é uma peça importante para a participação de jovens e adultos nesse universo valorizado da ciência, da tecnologia e da cultura.
(CIAVATTA; RUMMERT, 2010, p. 475-476)
O trabalho é a mediação fundamental do processo que se desdobra na contradição entre capital e trabalho, na divisão técnica e
social do trabalho, na formação das classes sociais e em suas lutas pela superação das desigualdades.
(CIAVATTA; RUMMERT, 2010, p. 475-476)
O desafio do século XXII continuará sendo a tecnologia. Sua evolução acelerada recria necessidades, expectativas e horizontes. Encantamento e insegurança serão suas dicotomias cuja contrariedade também é complementaridade. A qualificação técnica e as relações de produção constituem o dualismo que não poderá fugir do equilíbrio dinâmico destas energias teoricamente opostas.
O empobrecimento social através da soma das subjetividades autocêntricas é reflexo da supremacia do individualismo, consequência da lógica do capital.
O que você é capaz de receber? e de oferecer?
Aprendi algo simples, mas transformador: "Cada pessoa só pode dar o que tem dentro de si." Se é uma pessoa boa, ela dá bondade, generosidade. Mas se é má, você vê isso em todas as suas ações. Não existe maldade pequena ou grande. Maldade é maldade. Ou bondade pequena ou grande. Há bondade ou não. A intenção de ser má ou boa é a mesma, independente da ação ou do foco.
Na Bíblia, em Lucas 6:44 encontramos o versículo que descreve sobre como reconhecemos a árvore pelo fruto que ela dá. O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem; e o homem mau, do mau tesouro tira o mal. Porque, do que está cheio o coração, disso é que fala a boca. (Lucas, VI: 43-45).
A inveja ou a falsidade vem com vestidos de ovelhas, e por dentro são lobos interesseiros. Observe seus frutos, pois, pelos seus frutos os conhecereis. (Mateus, 7: 15-20).
Já observou algumas pessoas que têm uma implicância gratuita com outras? Talvez não se dêem conta da inveja que repousa no seu subconsciente. No entanto, não significa serem pessoas ruins: podem combater a inveja se encherem o coração de humildade. Para tanto é necessário o autoconhecimento e a vontade de serem pessoas melhores.
Muitas pessoas podem ter rompantes de bondade, porém sua sociopatia os engana. Esse autoengano as faz confundir a muitos. Desta forma não percebem que sua maldade transforma seu caráter a ponto de se convenceram de uma ignorante 'opinião formada' e não se dão conta de que nesta convicção fortifica-se a maldade e a ausência de amor - que é o primeiro mandamento de Deus como promessa.
Também na bíblia, em Gálatas 5:19-23, podemos ler sobre os frutos do Espírito Santo que são o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão e o domínio próprio.
E, desta forma, volto à reflexão inicial: é pelos frutos que conhecemos a árvore:
Sou muito imperfeita por isso peço a Deus, a cada dia, para que seja uma pessoa melhor. Nos momentos de silêncio busco refletir no que e como devo melhorar. Tenho um longo caminho pela frente. Portanto só peço a Deus que mantenha em meu caminho 'árvores' de bons frutos e afaste as de frutos podres. Que eu aprenda a ser melhor e, desta forma, possa frutificar e germinar em terra fértil (terra disposta a frutificar).
Sentido pra quê?
Estava eu caminhando em minha bicicleta quando avistou uma velha surda de quinze anos com seus fones de ouvido gritando muito baixinho para um cadeirante correr atrás de seu cachorrinho de madeira enferrujado, pensei: Sentido pra quê?
Achei engraçado e continuei pedalando o meu patinete, passei próximo a praia e percebi que o rio estava bem limpinho e até bonito com aquela cor verde cintilante, os peixes boiavam de alegria, fiquei contente e segui meu caminho dirigindo, cheguei em um aeroporto e avisto um trem no trem de pouso e percebi que um maquinista cego contava muito dinheiro, eu achei engraçado, me perguntei: Sentido pra quê?
Seguindo meu caminho cheguei no cais, pensei em pegar um ônibus para ir em um show de rock ouvir um pouco de MC Livinho, por que adoro rap, então peguei o avião para São Paulo, achei o sotaque dos cariocas engraçado, fui direto para o show de rock, e olha só, tocou rock, e nada de funk, pensei sentido pra quê?
Preferi ir pra casa, era pertinho a uns cem quilômetros, chegando em casa deitei para comer e logo depois, sentei para dormir, e nesse momento eu acordo desse sonho caindo da cama, achei engraçado e pensei: Haha, agora entendi.
Moral da história: Procurar sentido em tudo ou na vida, vai tornar a sua vida monótona e sem graça e apenas no momento certo você vai entender o que está acontecendo.
A sexualidade é a autêntica expressão da formação do indivíduo. Portanto, este autoconhecimento contribui para produção de uma subjetividade agregadora, enriquecendo as relações humanas e suas atividades exteriorizadas na sociedade em geral.
Atualmente o ócio, ainda que seja o ócio criativo, tem trazido sentimento de culpa diante da indústria por produtividade (ou produtivismo) nas diversas áreas de conhecimento ou de atuação.
A autoculpabilização dos indivíduos na permissão do ócio é consequência da indústria produtivista nas diversas áreas de conhecimento ou de atuação.
A educação popular é um instrumento de luta para estabelecer uma nova relação hegemônica a fim de constituir um novo direcionamento à classe trabalhadora. Portanto na educação popular está a necessidade de sua elevação cultural.
É desafiador para o docente que o seu olhar no ensino de português para militares estrangeiros esteja no reconhecimento quanto ao ensino de português não como língua materna, mas como segunda língua para um público já formado profissionalmente e, principalmente com valores e cultura fortemente enraizados.
A comunicação profissional e pessoal cotidiana é a finalidade do ensino de português para estrangeiros. Portanto, torna-se necessária a ambientação linguística em todo o contexto social do indivíduo.
