Filhos Martha Medeiros

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Mateus 22:37-39

37Respondeu Jesus: " 'Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento'.


38Este é o primeiro e maior mandamento.


39E o segundo é semelhante a ele: 'Ame o seu próximo como a si mesmo'.




Esta frase merece ser considerado até por ateus,
Amar a si mesmo acima de tudo pode até ser perigoso, se eu amo a mim mesmo sobre todas as coisas e sou absoluto na referência sobre o que a moral ou certo e errado ou verdade ou bem, e tudo que importa e satisfazer meus desejos ou vontade é perigoso até uma pessoa matar outra...


eu rejeito a ideia que devemos nos amar sobre todas as coisas, temos que amar o outro , se não a Deus pelo menos um propósito ou ideal.


eu acredito que o amor é um sentimento eterno, quando amamos queremos que dure para sempre, e não conheço outro ser que não seja Deus que dura para sempre, são palavras simples e simples de praticar , mas isto é algo mais poderoso do mundo , e revolucionário, se praticássemos esta frase o mundo seria um verdadeiro paraíso.


mas a humanidade está egoísta só quer satisfazer suas vontades e ao lucro ao capital,


não entendo a solução está aí é só praticar.


pratique o amor.

Não existe nada tão revolucionário
Como o amor.

Se eu pudesse ser Pelé, brilharia nos campos.
Se fosse Shakespeare, escreveria para reis e gerações.
Se fosse Aristóteles, ensinaria o mundo a pensar.
Mas sendo o apostolo Paulo…
Eu entregaria minha vida inteira por uma só alma a mais no Reino de Deus.
Prefiro ser como Paulo.

As estruturas de poder do mundo atual não representa o bem pra maioria, pelo contrário corremos o risco da destruição completa domundo.

Mais Tannat



Venho vinho veio de ouro de uva no chão, vermelho rubi cabernet souvignon, seus beijos, abeijos e tribeijos.
Venho vinho estou merlot malbeck bem querer coração. Tanta, mantra solidão, canta, espanta, planta raiz enfincada no ar da emoção.
Vendo e compro sem ver, sem tocar sem sentir, Sinto, minto, retinto tanino sem vermelhidão, Chardonnay branquidão.
Venho vinho veio sem partir nem chegar, Pinot Grigio nun grito ou Noir, Caminho incerto Carménerê terroir.
Venho vinho e vindo fui mais Tannat.

Quem guarda o evangelho só para si não é testemunha, é cúmplice do silêncio.

A beleza para mim se revela na delicadeza que fica no bordado que a aranha tece.⁠

Após o pôr do sol, sempre vem o nascer dele: aprendamos a recomeçar.⁠

Cuidado para não ser escravo daquilo que chama de conquista

As relações se constroem entre equilíbrio e desequilíbrio. Fases mudam sem aviso. Quando teu lado na balança é leve, tudo parece bem. Mas, se o outro sente enfatiza o peso maior, o desequilíbrio deixa de ser movimento e se torna desestímulo.

Enquanto houver interesse de momentos fotografar, há desejo de memórias registrar.

O interesse por coisas em comum evita o distanciamento e aproxima os corações.

Ser autêntico não é simples, mas é o único caminho que leva a quem você realmente é.⁠

Um olhar que lê o seu coração;
que suspende o tempo
e semeia a euforia,
que antes já não existia,
silenciada no abrigo da emoção.

Sou feita de fragmentos indomáveis,
de partes que sangram poesia e sobrevivem ao caos.
Não sou calma — sou mar em ressaca,
sou lucidez depois do excesso,
sou o que fica quando tudo vai.

Carrego amores mal resolvidos no bolso,
cigarros que nunca acendi,
promessas quebradas no fundo do peito
feito garrafa jogada no asfalto da memória.

Tem dias que me reconheço inteira no espelho,
noutros, só vejo estilhaços.
Mas ainda assim eu vou —
de salto, de risco, de coragem torta,
porque parar nunca foi opção pra mim.

Me perco fácil nos olhos de quem sente demais,
me encontro rápido na música alta,
num verso cru, num gole amargo,
num “fica” dito sem planejamento.

Sou feita de falhas bonitas,
de ruínas que aprenderam a florescer.
E mesmo em pedaços, eu ardo,
eu canto, eu erro, eu amo —
porque ser inteira nunca foi sobre perfeição,
sempre foi sobre intensidade.

A intenção é essa, te deixar atrapalhada, cheia de sorrisos, olhares gostosos, toques macios ou vigorosos, para fazer jus ao seu e ao meu intenso querer, e deixar tatuado no canto mais índico do seu pensar, o nós que resolvemos viver.

Maldito o seu dom, de me fazer sonhar
Abrigar tudo o que você nunca quis realizar
O amor por sua pobre e ingênua poesia,
Soava falsa, todavia, eu já sentia...

Mais um ensaio, um cuidado, um abraço
Nada daquilo era raso, mas a profundidade também da casa ao estrago.

Por fim, o mais mentiroso foi eu
Me vesti de você e me fiz refém de suas dores
Essa dança começou e a rendição nos submeteu.

Estavamos perdido, afinal
isso nunca foi mentira, foi real.

Sonhos falidos não servem abrigo
Outrora era tudo, agora, um bom amigo.

Que o tempo ensine a nós, que vivemos em desamparo,
que a vida adulta não é tamanho fardo.
Você pode ser, para si, o abrigo nunca encontrado,
o afago, por vezes, negado.
Orgulhe-se: o tempo de outrora, é passado.

Ah, esse amor! Esse nosso amor que me tira o fôlego, me vira o avesso, me sussurra frases insensatas ao pé do ouvido...

Inserida por ClarissaGuerra

É sempre assim... Só vence quem vai a luta!

Inserida por AlineMMedeiros