Filho
Maria deu a luz ao filho, não ao Pai, não ao Espírito Santo. Maria é "mãe de Deus" em um sentido tão peculiar e inusitado quanto é complexa uma definição clara do que seja a Trindade. Tão peculiar e nunca mais repetido que confere a Maria um status especial entre os servos de Deus. Mas nada que lhe confira honras ou poderes semelhantes aos da divindade ou sequer o título de Mãe de Deus baseado em silogismos mecanicamente aplicados a entes e acontecimentos que, por definição, são incognoscíveis pela mente humana limitada e afetada pelo pecado original.
Vejo muitos exigindo direitos de promessas por se acharem filhos de Deus, mas não os vejo viverem uma vida de testemunho como verdadeiros filhos de Deus.
Sim, o mundo precisa de Jesus, mas nosso cônjuge e nossos filhos necessitam desesperadamente de serem os primeiros a receberem nossos esforços ministeriais.
Arminianismo Brasil
Ter dois, três filhos não é estranho ou insanidade. Estranho é conversar com samambaias e insanidade é achar que animais substituem o lugar de filhos.
Sou filho da ira, herdeiro do inferno; minhas obras, meus sofrimentos e minha justiça estão longe de me reconciliar com um Deus irado, está longe de servir para expiar o mais insignificante dos meus pecados.
Diário de Wesley
Bíblia: “Jerusalém, Jerusalém, quantas vezes Eu quis reunir os teus filhos como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vós não o aceitastes!”
Calvinismo: “Jerusalém, Jerusalém, quantas vezes Eu quis que vocês se perdessem e não se arrependessem para eu condená-los!”
Agradeço a oportunidade, Marcelo Rissma.
Os cristãos do segundo século continuaram a serem filhos do reino. Eles ainda reconheciam que os ensinos de Jesus — não de Paulo — eram as colunas centrais do Cristianismo. Quando queriam explicar aos não cristãos o que era o Cristianismo, os cristãos do segundo século iam direto para os ensinos de Jesus.
O calvinismo não requer um relacionamento real com Cristo, muito menos frutos de um filho ou filha do Reino. O calvinismo exige somente uma mudança mental (aceitar sua doutrina heterodoxa e suas confissões de fé), e não uma mudança no coração (novo nascimento).
Os pais devem aprender que seus filhos não seguirão somente conselhos, mas seguirão tenazmente os exemplos.
O que muitos ainda não entenderam é que, o Natal é o evento que revela o nascimento do Filho de Deus nesse mundo caído; constituindo a maior expressão revelacional de Deus a humanidade.
O Filho de Deus começa a sua obra no homem capacitando-os a crer nele. Ele abre e alumia os olhos de nosso entendimento. Ele ordena que a luz brilhe nas trevas e tira o véu que o "deus deste mundo" pôs no nosso coração. Nós, então, vemos não por um encadeamento de raciocínio, mas por uma espécie de intuição, por uma visão direta que Deus estava reconciliando o mundo consigo através de Cristo, não imputando aos homens as suas transgressões anteriores nem imputando-as a mim.
Sermão O Objetivo da Vinda de Cristo
Em 1º João 4.14 é dito veementemente: “O Pai enviou Seu Filho como Salvador do MUNDO”. Essa afirmação de João não está dizendo que TODOS são salvos automaticamente pela morte de Cristo; pois como é ensinado em Romanos 1.16: “é o poder de Deus para salvação DE TODO AQUELE QUE CRÊ [...]”. Dito isto, sem os truques semânticos e os malabarismos da palavra de Deus, a doutrina heterodoxa da Expiação Limitada é arruinada, e com ela o resto das heresias calvinistas.
Nascido como Filho, conduzido como Cordeiro, sacrificado como Ovelha, sepultado como Homem, ressuscitou dos mortos como Deus, sendo por natureza Homem e Deus. Ele é tudo, quando julga, é lei, quando ensina, é verbo, quando salva, é graça (...), Este é Jesus Cristo, a quem seja dada a glória, pelos séculos dos séculos.
Melitão de Sardes, H. sobre a paixão 8-10, 150 d.C.
Arminianismo Brasil
Deus decreta, de eternidade a eternidade, que todos os que creem no Filho do Seu amor, devem se conformar à Sua imagem [...].
Sermons on Several Occasions
Na encarnação, Deus Filho ocultou voluntariamente Sua glória e limitou o uso de Seu poder absoluto ao assumir nossa humanidade. O homem, diante dessa fresta de autolimitação e amor, escolheu não abraçá-Lo escolheu, mas rejeitá-lo e a matá-lo.
