Fernando Pessoa Ausencia

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Minha filosofia de vida é simples: pisa nos outros antes que te pisem.

Meu inverno quer ser primavera.

"Odeio amar, não é engraçado? Amanhã tento de novo. Amar só é bom se doer. Parou de chover. Não sei qual o Deus padroeiro das cartas - mas de qualquer maneira a noite de hoje foi dedicada a ele. Hoje eu queria que alguém me dissesse que eu não precisava me preocupar - como no Last Picture Show - um ombro, uma mão. Desculpe tanta sede, tanta insatisfação. Amanhã, amanhã recomeço. Te espero, te gosto, te beijo."

O óbvio é o que menos se enxerga. Mas, quando o enxergamos, é a resposta que procurávamos.

Estou desistindo de você, abrindo mão, renunciando, deixando pra lá, tentando esquecer.

Meu Deus como a gente se trai nessas memórias.

Eu não estou disposto a sofrer, desculpa.

Ninguém é uma coisa só, nós todos somos muitos.

Luis Fernando Verissimo
Os Últimos Quartetos de Beethoven e Outros Contos

É como um anjo que veio me dar harmonia nesses dias meio remotos, o sorriso é tão aberto, me transmite tanta paz, é como um vento forte e gostoso no rosto da gente… É, eu amo ele profundamente.

"Os magnetismos das pessoas cruzam- se e descruzam-se, acho, meio que aleatoriamente, por algum tempo, por nenhum tempos por muito tempo. E mais complexo que isso, mas anyway: não deve doer. E não deve porque no fundo não tem importância, como todo o resto. É puro maya, ilusão."

É preciso que você venha nesse exato momento. Abandone os antes. Chame do que quiser. Mas venha. Quero dividir meus erros, loucuras, beijos, chocolates… Apague minhas interrogações.

Já não sou o mesmo, como você também não é. Endureci um pouco, desacreditei muito das coisas, sobretudo das pessoas e suas boas intenções. Mas o que vivemos vai ficar guardado para sempre dentro de nossos corações.

Vamos nos encontrar? - Já nos encontramos. Inclusive, já nos perdemos.

Você me provoca, você me perturba, joga água e sai correndo.

De repente – ou não de repente, mas tão aos pouquinhos, e tão igual todo dia que era como se fosse assim, num piscar de olhos, num virar de página – passou-se muito tempo.

O simples me faz rir, o complicado me aborrece.

Quero dividir meus erros, loucuras, beijos, chocolates... Apague minhas interrogações.

Só quem já teve um dragão em casa pode saber como essa casa parece deserta depois que ele parte.

Quando não há música, canto.

Isso é amor. / — Será? Tem coisas, tem coisas que ele escreve que parecem. Não sei, parecem verdade, entende? Ele me toca, mexe comigo.